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Athletico vence com autoridade e passa de fase em primeiro lugar do grupo na Libertadores

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Vitor Bueno celebra gol do Athletico contra o Alianza Lima – (Photo by Heuler Andrey/Getty Images)
Foto: Esporte News Mundo

Furacão bate o lanterna Alianza Lima por 3 a 0, na Ligga Arena; Vitor Roque marcou duas vezes

Na noite desta terça-feira (27), na Ligga Arena, o Athletico-PR manteve o bom momento na temporada e venceu o Alianza Lima pela última rodada da fase de grupos da Libertadores por 3 a 0. Os gols foram feitos por Vitor Bueno e, duas vezes, por Vitor Roque.

Com o resultado, enquanto o Furacão carimbou sua classificação em primeiro lugar no Grupo G, o clube peruano ficou na lanterna da chave, com quatro unidades, e não terá calendário continental no segundo semestre.

Quando chegou, guardou

Apesar do confronto ter começado em ritmo mais estudado, sem o volume de jogo habitualmente mais intenso aplicado pelo Athletico-PR, bastou uma elaboração mais detalhada na troca de passes ofensiva para Vitor Bueno abrir a contagem na capital paranaense.

Recebendo passe de Vitor Roque próximo à meia-lua, o camisa 8 bateu com muita categoria, mandando no extremo canto esquerdo de Angelo Campos que viu a bola bater em sua trave esquerda antes de balançar as redes.

Precisão em baixa

Se a eficiência marcou os primeiros minutos da partida, o mesmo não pode ser dito do restante da etapa inicial para ambos os lados.

O Alianza até conseguia ser mais insinuante quando conseguia armar lances pelas laterais para explorar a bola aérea, mas tinha dificuldade em finalizar.

Por sua vez, o Furacão pecou no aspecto da pontaria em, pelo menos, duas oportunidades onde Canobbio teve espaço e bateu cruzado pela linha de fundo além de Pedro Henrique, em cobrança de escanteio, testou perto do lado esquerdo da meta defendida por Campos.

Uma ele deixou passar

Autor de três gols nos últimos três jogos e artilheiro da temporada no Athletico, Vitor Roque teve um índice bem menor de oportunidades do que em outros compromissos na temporada.

Entretanto, no começo do segundo tempo, o camisa 9 recebeu excelente bola enfiada em jogada de contra-ataque onde, na hora de driblar Angelo Campos, o arqueiro do Alianza Lima tocou com a mão na bola e evitou o que seria o segundo tento dos anfitriões na partida.

Mas não duas!

Mais inteiro fisicamente e começando a se destacar no volume de jogo, o rubro-negro começou a acumular oportunidades mais claras de finalização e, em nova esticada, Vitor Roque não deixou uma nova chance escapar. Ganhando na velocidade da marcação, o atacante ficou frente a frente com Campos e tocou rasteiro, no lado esquerdo, fazendo 2 a 0 para os donos da casa.

Teve tempo para o doblete

Na reta final do compromisso, o ambiente demonstrava um Alianza Lima mais ‘entregue’ no confronto apesar das tentativas de reter a bola no plano ofensivo em busca de reação que não se consolidava. Por outro lado, mesmo sem acelerar tanto na armação de jogadas, o Athletico encontrou espaço para Khellven usar o lado direito ofensivo para cruzar rasteiro e Vitor Roque, antecipando a marcação, tocar pro fundo das redes adversárias. 3 a 0, placar final na Ligga Arena.

FICHA TÉCNICA

ATHLETICO PARANAENSE 3 x 0 ALIANZA LIMA

Local: Ligga Arena, Curitiba (PR)

Data e horário: 27 de junho de 2023, terça-feira, às 19h (de Brasília)
Árbitro: Alexis Herrera (VEN)
Assistentes: Jorge Urrego e Lubin Torrealba (ambos VEN)
VAR: Juan Soto (VEN)
Cartões amarelos: Zé Ivaldo (CAP); Míguez, Jesús Castillo (ALI)
Cartões vermelhos: /

Gols: Vitor Bueno, aos 7’/1°T (1-0), Vitor Roque, aos 17′ e aos 42’/2°T (2-0)

Athletico Paranaense: Bento; Pedro Henrique, Thiago Heleno (Matheus Felipe, aos 35’/2°T) e Zé Ivaldo; Khellven, Erick, Fernandinho (Hugo Moura, aos 43’/2°T) e Christian; Vitor Bueno (Alex Santana, aos 16’/2°T), Canobbio (Terans, aos 16’/2°T) e Vitor Roque (Marcelo Cirino, aos 44’/2°T).

Técnico: Wesley Carvalho

Alianza Lima: Ángelo Campos; Vilchez, Míguez (Chávez, no intervalo), Santiago García e Lagos; Ballón, Jesús Castillo e Concha; Reyna (Zanelatto, aos 21’/2°T), Aldair Rodríguez (Cueva, aos 11’/2°T) e Barcos (Sabbag, aos 29’/2°T).

Técnico: Guillermo Salas

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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada 

O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.

O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.

A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.

Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.

“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.

Situação em outros estados e capitais

Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.

Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).

Incidência, mortalidade e dados de 2026

Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.

Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.

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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul

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Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada 

Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.

Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.

A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.

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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

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Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias

O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.

O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.

Volta aos treinos

O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.

Aumentar a pressão

A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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