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‘Ataque massivo’ ao TSE veio do Brasil, EUA e Nova Zelândia, afirma corte

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O ministro ainda considerou que o “processo acabou bem”. “O processo acabou bem. A primeira coisa boa é que conseguimos fazer eleições de sucesso em meio à pandemia.

 

Gabriela Coelho e Leonardo Lellis Da CNN

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do TSE, detalhou, nesta segunda-feira (16), a tentativa de ataque sofrida pelo Tribunal Superior Eleitoral e descartou a possibilidade de fraude no sistema eleitoral do país.

No domingo (15), dia do primeiro turno das eleições municipais, houve atraso na divulgação de resultados e a corte informou que uma tentativa de ataque hacker nos sistemas do órgão foi neutralizada. De acordo com o TSE, o atraso na divulgação se deu por problemas técnicos, sem relação com o possível ataque.

“Nós sofremos um ataque massivo vindo dos EUA, Brasil e Nova Zelândia que tentaram derrubar o sistema do TSE. O ataque não conseguiu ultrapassar as barreiras de segurança. Foram 436 mil acessos por segundo para tentar derrubar o sistema”, disse Barroso. De acordo com o TSE, o ataque se deu entre 11h25 e 11h45 da manhã. Às 11h45 a situação estava resolvida.

Segundo Barroso, Segundo Barroso, um problema técnico em um dos processadores do supercomputador que totaliza os votos causou a lentidão na divulgação. O processador ainda estava sendo reparado. A tarefa nova estava a cargo de uma empresa, que, de acordo com o presidente do TSE, instalou e mantém em funcionamento o “supercomputador” que faz a totalização dos votos. O supercomputador foi comprado em março, mas só chegou à corte em julho. A demora de entrega impediu que fossem feitos todos os testes prévios. A demora se deu em razão da pandemia. O ministro disse que a empresa está sendo convocada para resolver o problema para o segundo turno.

O ministro, entretanto, descartou qualquer risco à integridade dos resultados das eleições. “Não há risco de fraude no sistema eleitoral. O TSE só faz a totalização dos votos. Toda urna divulgada de forma impressa ao final do horário de votação os resultados: quantos votos teve cada candidato. Todos têm acesso a esses dados. A realidade sai da urna e esses dados são enviados. Tudo que aconteceu ontem foi um atraso de pouco mais de duas horas e meia e nada mais”, afirmou.

Barroso também comentou as instabilidades no aplicativo e-Título, com serviços da corte. Eleitores relataram problemas para justificar a ausência. ‘Não temos um diagnóstico definitivo, se há um erro de concepção do app ou se foi um problema técnico de suporte diante do volume de acessos que ocorreram. Na manhã de ontem houve nada mais nada menos que 12 milhões de solicitações de emissão de e-títulos, e isso gerou uma fila de atendimentos. Evidentemente, 12 milhões em pouco tempo é um número considerável, mas desejavelmente o sistema deveria ser capaz de suportá-lo”, disse o ministro.

O ministro ainda considerou que o “processo acabou bem”. “O processo acabou bem. A primeira coisa boa é que conseguimos fazer eleições de sucesso em meio à pandemia. Conseguimos que a população brasileira comparecesse às urnas com protocolos de segurança. Temia-se uma abstenção e debandada de mesários. E fizemos uma campanha. Tivemos 929 mil mesários voluntários”, disse.

“Além disso, a eleição transcorreu num ambiente de tranquilidade com o menos número de ocorrências. Considero positivo também que apesar da chateação que tivemos no dia de ontem, conseguimos divulgar o resultado das eleições no mesmo dia”, acrescentou.

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Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 41 milhões neste sábado

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

As seis dezenas do concurso 2.961 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 41 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025

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O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet

O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet.

A região Norte apresentou o maior índice de crescimento do Brasil com 117,2 milhões de reais captados em 2025.

Comparando com os dados de 2023, a região teve um aumento de 81,4%, quando alcançou 64,6 milhões de reais em recursos.

O Norte vem numa crescente de captação de recursos via Lei Rouanet.

O aumento foi de 48,1%, quando registrou 79,1 milhões de reais na comparação com 2024. Destaca o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Henilton Menezes.

“Mesmo estados pequenos que historicamente não tinham projetos sendo executados, como Amapá, Acre, Roraima, Rondônia (+)
Hoje todos esses estados têm projetos sendo executados”.

Pelo terceiro ano consecutivo, a lei de incentivo do Ministério da Cultura bateu recorde de captação. / O volume total de recursos captados em 2025 atingiu a marca de 3,41 bilhões de reais, via renúncia fiscal.

Esse valor representa um aumento de 12,1% em relação ao captado em 2024.

A quantidade de propostas recebidas também cresceu. O secretário do MinC comenta.

“Durante o ano de 2025, mais de 25 mil propostas foram recepcionadas para serem transformadas em projetos, o que denota que de fato a formação que nós estamos oferecendo para novos proponentes está dando resultado”.

No Brasil, atualmente, 4.866 projetos culturais estão em execução em todos os 26 estados e no Distrito Federal.

Desde o primeiro ano da gestão da ministra Margareth Menezes, os números da Lei Rouanet demonstram o fortalecimento do mecanismo como principal instrumento de fomento cultural do país. Explica Henilton Menezes.

“Antes havia uma concentração muito grande nas capitais, mas hoje nós temos uma quantidade bastante significativa de projetos que são executados em cidades pequenas, cidades do interior”.

Outro dado que prova o crescimento da Lei Rouanet está no aumento do número de empresas patrocinadoras.

A quantidade de investidores cresceu 55,1% ao longo dos últimos quatro anos. / Em 2022 eram 4.029 e, em 2025, foram 6.250 pessoas jurídicas.

O Governo do presidente Lula segue ampliando o alcance das políticas públicas para que os recursos da cultura continuem chegando a todas as pessoas.

“Fizemos também no ano de 2025, ações de indução do investimento com programas especiais, realizando programas como o Programa Rouanet nas Favelas, o Programa Rouanet Nordeste, Programa Rouanet da Juventude, que são ações, que levam para quem não tem essa possibilidade, recursos já com patrocinadores garantidos”.

A Lei Rouanet completou 34 anos em 2025 e soma um investimento de 33,6 bilhões de reais em valores nominais ou 60,5 bilhões de reais em valores atualizados. //

Para mais informações sobre a lei acesse o site do MinC.

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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos

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Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada 

O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.

A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada 

A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.

Veja vídeo reportagem com Kike Navala:

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