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Assaltante é espancado por populares após roubar mulher em Rio Branco

Criminoso sofreu traumatismo craniano grave e foi levado entubado ao Pronto-Socorro; vítima reconheceu o autor e formalizou denúncia
Na manhã deste sábado (26), um assaltante ainda não identificado foi brutalmente agredido por populares após roubar o celular de uma mulher nas proximidades do Banco do Brasil, na Via Chico Mendes, bairro Triângulo, no Segundo Distrito de Rio Branco.
Segundo informações da Polícia Militar, a vítima caminhava pela via quando foi abordada pelo criminoso, que utilizava uma bicicleta e portava uma faca. Após anunciar o assalto e subtrair o aparelho, o bandido tentou fugir, mas foi alcançado por populares que o derrubaram e o agrediram com socos e chutes.

O assaltante sofreu ferimentos graves, incluindo sangramento ativo na cabeça e hematomas por diversas partes do corpo. Mesmo ferido, ele conseguiu entrar em uma empresa próxima, onde caiu inconsciente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma ambulância básica ao local. Devido à gravidade dos ferimentos, foi necessário o envio de uma ambulância de suporte avançado, e o criminoso, que sofreu traumatismo cranioencefálico grave, precisou ser intubado antes de ser encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco, em estado gravíssimo.
Policiais do 2° Batalhão atenderam a ocorrência e realizaram os procedimentos de praxe. A bicicleta usada no crime foi apreendida, e a vítima foi levada à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde reconheceu o assaltante e formalizou a representação criminal.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

















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