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Artigo avalia restauração de árvores plantadas há 35 anos em Parque Zoobotânico de universidade no Acre
Estudo faz parte da dissertação de mestrado do técnico-administrativo e engenheiro florestal da Ufac Harley Araújo da Silva. Pesquisador avaliou 138 árvores plantadas no parque e como elas se desenvolveram e regeneraram ao longo dos anos.

O técnico-administrativo Harley Araújo da Silva publicou um artigo falando sobre a regeneração natural de árvores plantadas há 35 anos no Parque Zoobotânico (PZ) da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco. A pesquisa faz parte da dissertação de mestrado do técnico, que é engenheiro florestal e trabalha no PZ desde 2014.
No estudo, Silva analisou 138 árvores plantadas no parque há quase quatro décadas, a evolução das espécies ao longo dos anos, o atual estado de sobrevivência e a regeneração natural dessas árvores. A ideia era identificar as espécies que se reproduziram ou se regeneraram para serem recomendadas em áreas degradadas ou alteradas.
O artigo científico ‘Sobrevivência e regeneração natural de essências florestais cultivadas em áreas alteradas 35 anos após o plantio’ foi publicado em janeiro deste ano na Revista Floresta. O material produzido teve a participação também do professor do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza Thiago Augusto Cunha da Cunha e da professora do Parque Zoobotânico Telma da Rocha Passos.
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Parque Zoobotânico tem renegeração natural de ipê que foi plantado em 1980 — Foto: Arquivo pessoal
“O interessante para uma área é plantar uma espécie no intuito de recompor e que essa espécie se perpetue através da frutificação. Fomos atrás de indivíduos regenerantes das espécies porque quando essa árvore, que vai até um ciclo de vida, morrer vai ter um ciclo de vida regenerante que vai substituir. Então, vão perpetuar essa espécie na área no decorrer do ano. O objetivo do artigo foi fazer esse link também, da questão da restauração, não adianta só fazer plantio se essas espécies não conseguem se reproduzir e colonizar a área. Nosso objetivo é enriquecê-la”, destacou.
Das 138 espécies plantadas no início do experimento e analisadas pelo técnico, 19 se regeneraram, 32 têm indícios de frutificação e em pelo menos 59 foram encontrados indivíduos ainda vivos. Na área há plantio de cedro, ipê, amarelão, jatobá, copaíba e outros.
O técnico acrescentou que no Parque Zoobotânico da Ufac há experimentos em áreas abertas e em capoeiras, que são áreas onde já existiam alguma floresta. A área escolhido por ele para o estudo foi a área aberta onde as espécies foram plantadas ao sol.
“Fiz minha dissertação avaliando as espécies que foram plantadas a pleno sol. A intenção era pensando também nessa questão do Código Florestal, que precisamos recompor áreas de passivo. Então, a intenção era saber que depois de 35 anos quais espécies se desenvolveram melhor. Desenvolvemos essa questão da sobrevivência e também da regeneração natural”, complementou.
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Estudo descobriu também frutos e sementes de cetro de rosa de árvores plantadas em parque — Foto: Arquivo pessoal
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Polícia Civil do Acre passa a enviar intimações oficiais por WhatsApp
Medida busca modernizar procedimentos, agilizar comunicações e ampliar o acesso da população às informações processuais
A Polícia Civil do Acre passou a contar com um canal exclusivo pelo WhatsApp para o envio de intimações oficiais à população. A iniciativa tem como objetivo modernizar os procedimentos, dar mais agilidade às comunicações e facilitar o acesso dos cidadãos às informações relacionadas a investigações e atos processuais.
As intimações serão encaminhadas por meio dos números (68) 99918-0000 e (68) 99938-2060. Pelo aplicativo, os intimados receberão diretamente em seus celulares documentos oficiais contendo informações detalhadas, como data, horário, delegacia responsável e endereço para comparecimento.
De acordo com a Polícia Civil, as comunicações enviadas pelo WhatsApp possuem documento oficial devidamente assinado por um delegado de polícia, o que garante a autenticidade da intimação e a segurança jurídica do procedimento.
A medida também visa reduzir custos operacionais, otimizar o trabalho das equipes policiais e tornar o atendimento mais eficiente, acompanhando a evolução das ferramentas digitais na prestação dos serviços públicos no estado.
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Polícia Militar apreende 137 quilos de drogas em Sena Madureira em 2025, aumento de 407%
Ações do 8º BPM retiraram cocaína e maconha de circulação; corporação atribui resultado a patrulhamento, inteligência e denúncias da população

De acordo com dados oficiais da corporação, aproximadamente 137 quilos de entorpecentes foram apreendidos em diferentes ocorrências, envolvendo principalmente cocaína e maconha. Foto: captada
O 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre (8º BPM), com atuação em Sena Madureira, apreendeu aproximadamente 137 quilos de drogas ao longo de 2025, o que representa um aumento de 407% em relação ao ano anterior. O volume inclui principalmente cocaína e maconha retiradas de circulação em diferentes operações realizadas na região.
As apreensões foram resultado de abordagens, patrulhamento ostensivo, ações de inteligência e denúncias da comunidade. A PM destaca que o crescimento expressivo reflete o fortalecimento das estratégias de combate ao tráfico e ao crime organizado no município e em áreas sob sua responsabilidade.

O volume de drogas retirado de circulação representa um aumento de 407% em relação ao ano de 2024, evidenciando a intensificação das ações policiais e o fortalecimento das estratégias de enfrentamento ao crime organizado na região. Foto: captada
A corporação reforçou que continuará intensificando o trabalho preventivo e repressivo ao longo do ano, com o objetivo de coibir o tráfico de entorpecentes, reduzir a criminalidade e aumentar a sensação de segurança na região.
O efetivo do 8º BPM atua em Sena Madureira e municípios vizinhos
A PM destaca ainda que o trabalho preventivo e repressivo continuará sendo intensificado ao longo do ano de 2026, com o objetivo de coibir o tráfico de drogas na região, reduzir a criminalidade e promover a sensação de segurança para a comunidade local.

8º BPM apreende 137 quilos de drogas em Sena Madureira e registra aumento expressivo em 2025. Foto: art/assessoria
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Acusado de incendiar casa da ex por recusar fim de relação é condenado no AC

Foto: Reprodução
A Câmara Criminal deu provimento à apelação interposta pelo Ministério Público, acolhendo o pedido de reparação pelos danos decorrentes de um incêndio criminoso ocorrido no município de Feijó, que atingiu a residência de uma vítima de violência doméstica. A decisão foi publicada na edição nº 7.954 do Diário da Justiça (p. 13), desta segunda-feira, 9.
O réu não aceitava o fim do relacionamento que durou sete meses. O crime foi confessado e comprovado por laudos periciais e imagens de câmeras, as quais atestaram a ação direta e intencional.
A vítima relatou um histórico de perseguição após o término, destacando a insistência e ameaças em ir na escola onde ela estudava. Na madrugada do ocorrido, a intenção era tentar falar com a jovem, então bateu na janela do quarto, que ficava na varanda. Como ela não abriu, foi provocado o incêndio. As chamas foram contidas pelo Corpo de Bombeiros.
O desembargador Samoel Evangelista, relator do processo, enfatizou que o incêndio expôs a perigo a vida, a integridade física e o patrimônio da vítima. Portanto, foi fixada a reparação em R$ 2 mil.
O réu foi condenado a quatro anos de reclusão, em regime inicial aberto, mais o pagamento de 13 dias-multa. Com a decisão unânime do Colegiado, ele deverá pagar ainda uma reparação de R$ 2 mil. O processo tramita em segredo de Justiça.
Com informações do TJAC


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