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Após sofrer parada cardíaca, fotógrafo Américo de Mello morre no Acre aos 91 anos
Américo tinha 91 anos e já estava em tratamento de saúde há alguns anos
O fotógrafo Américo de Mello, morreu na noite de sexta-feira (28), após sofrer uma parada cardíaca e ser internado. Ele passaria por um procedimento para colocar um marca-passo, mas não resistiu e acabo falecendo por volta das 23 horas.
Américo tinha 91 anos e já estava em tratamento de saúde há alguns anos. O seu corpo está sendo velado na capela Bom Jesus, em Rio Branco. O enterro deve ocorrer às 16 horas.
Antonio Américo de Mello é natural de Independência (CE) e se mudou para o Acre ainda muito jovem, em 1955, e é responsável pelos principais registros da história do Acre entre eles, um datado de 1962, quando fotografou o momento da assinatura da lei 4.070, que elevou o Território do Acre à categoria de estado.
O fotógrafo deixou seus maiores registros publicados em um livro/álbum ‘Encontro da História do Acre-Estado 50 anos’.
Carreira de Américo
Antonio Américo de Mello, natural de Independência (CE) e profissional da saúde, construiu sua carreira como fotógrafo no Acre, onde chegou no ano de 1955. A projeção profissional se deu com a parceria firmada com o jornalista José Leite, com quem começou trabalhando para a revistinha “A Bola” e depois no jornal “O Rio Branco”.
Integrou a Associação dos Repórteres Fotográficos de São Paulo e atuou como delegado da Associação dos Repórteres Cinematográficos do Brasil no Acre. Mello também foi correspondente de importantes revistas brasileiras como “Placar” e “Integração”. Hoje, com mais de 50 anos atuando como profissional, orgulha-se de ser um dos primeiros jornalistas profissionais com registro no Ministério do Trabalho no Acre.
Sua obra fotográfica, que reúne mais de 50 mil trabalhos, registra desde os governos acreanos até a evolução arquitetônica da cidade de Rio Branco até 2012, constituindo um importante acervo para a história do Estado.
Sindicato do Jornalistas publicou nota
NOTA DE PESAR
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre – Sinjac vem a público manifestar seu pesar diante do falecimento do grande fotografo Antônio Américo de Mello, pai da colega Bruna Mello, ocorrido na madruga deste sábado.
O silêncio toma conta de todos os comunicadores.
O Sindicato se solidariza com a família enlutada.
Victor Augusto Nogueira de Farias
Presidente
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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero
Sandra Assunção
Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.
Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.
Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.
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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.
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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado
Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.
A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.
Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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