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Após mortes e aumento de casos de covid-19, Gladson deve desistir de ‘afrouxar’ decreto
Governo decidiu manter a suspensão das aulas na rede estadual até o dia 30 de abril
O cenário mudou após os dois casos de mortes por coronavírus em Rio Branco. Segundo informações ‘palacianas’, o governador Gladson deve desistir de ‘afrouxar’ o decreto que mantém o comércio fechado, como havia sido divulgado antes das mortes e do boletim emitido na tarde desta quarta-feira (8), onde constam mais 8 confirmações de covid-19, elevando o número de infectados para 59 no Acre.
Por outro lado, a reunião marcada com os representantes empresariais para traçar os rumos a serem tomados diante da pandemia do coronavírus, ainda não ocorreu. “Em virtude dos últimos acontecimentos, acreditamos que o decreto com a suspensão de atividades seja mantido, ou seja, a quarentena deve continuar”, revelou a fonte que pediu sigilo nas informações.
AULAS SUSPENSAS
Em reunião com a Prefeitura de Rio Branco, o governador Gladson Cameli (Progressistas) decidiu manter as aulas da rede estadual de ensino suspensas até o dia 30 de Abril.
A prefeitura, inclusive, já havia anunciado a medida juntamente com as instituições privadas de ensino. Agora, foi a vez do governo prorrogar o decreto que já perdura desde o dia 17 de Março.
NÚMEROS NO ACRE
O Acre tem 58 casos confirmados de covid-19, a doença causada pelo coronavírus. Ao todo foram 735 casos notificados, desse total, 604 deram negativo e 73 estão em análise.
Até o momento, 37 pessoas já receberam alta da doença no estado, o que significa que elas não apresentam mais o vírus no organismo. Duas pessoas morreram por contaminação pelo coronavírus, a primeira, uma idosa de 79 anos, na segunda-feira (6). A segunda foi outra idosa, de 75 anos, cuja morte ocorreu no final da tarde de terça-feira (7), pouco mais de 24 horas depois da primeira.
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.





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