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Anvisa apresenta relatório sobre mais uma vacina contra covid-19

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Vacinação drive thru na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), zona norte do Rio. A cidade do Rio de Janeiro retoma hoje (25) sua campanha de aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 em idosos da população em geral. Hoje serão vacinados os idosos com 82 anos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta sexta-feira (12), a aprovação do primeiro medicamento com indicação em bula para tratamento de pacientes infectados pela covid-19, o antiviral Rendesivir.

A mesma medicação, da biofarmacêutica americana Gilead Sciences, também foi aprovada no ano passado para uso como medicamento oficial para o tratamento da covid-19 pela Food and Drug Administration (FDA), órgão norte-americano equivalente à Anvisa.

Vacina de Oxford

No anúncio, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da agência, Gustavo Mendes, disse que a Anvisa também concedeu o registro definitivo à vacina da AstraZeneca/Oxford, que já tinha autorização para uso emergencial no país, assim como a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo.

O primeiro imunizante a obter o registro definitivo no Brasil foi o da Pfizer.

Com a liberação, a vacina do consórcio AstraZeneca/Oxford terá uma etapa de produção no Brasil, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A autorização permite que a vacina seja aplicada em maiores de idade.

Desenvolvimento de vacinas

Para ser aprovada, a vacina precisa passar por estágios de desenvolvimento. O estágio inicial é feio em laboratório, com análise do vírus e de moléculas para definição da melhor composição do produto, explica a Anvisa.

Depois, a vacina é testada em animais, que são expostos ao agente causador da doença. Na etapa de estudos clínicos com três fases, são feitos testes em humanos desde que se tenha dados preliminares de segurança e possível eficácia.

Para liberar o registro do imunizante, técnicos especializados da Anvisa revisam todos os documentos para validar a segurança da vacina.

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Perseguição policial mobiliza PRF e assusta moradores em Rio Branco

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Motociclista é detido após fugir de abordagem; ação terminou com confusão em bairro da capital

Uma perseguição policial movimentou a noite deste domingo (5) no bairro Calafate, em Rio Branco, e chamou a atenção de moradores da região. A ação envolveu agentes da Polícia Rodoviária Federal durante o acompanhamento de um motociclista em alta velocidade.

Imagens registradas por testemunhas mostram o momento em que a viatura percorre ruas do bairro em perseguição ao condutor, que, segundo relatos, teria desobedecido a uma ordem de parada, dando início ao acompanhamento tático.

A ocorrência terminou na Rua Castanheira, no conjunto Portal da Amazônia, onde os agentes conseguiram realizar a abordagem. No local, houve um princípio de confusão envolvendo policiais e pessoas que seriam familiares do jovem abordado.

O motociclista foi detido e encaminhado à Delegacia de Flagrantes, onde prestou esclarecimentos.

As circunstâncias da fuga e os possíveis crimes cometidos ainda devem ser apurados pelas autoridades.

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Em Rondônia, Defesa Sanitária manda destruir 80 hectares de soja por plantio irregular

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução Idaron

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) determinou a destruição de cerca de 80 hectares de lavoura de soja no estado após constatar o plantio irregular em sucessão, prática proibida pela legislação fitossanitária. A medida foi executada na última semana de março passado, e segundo o órgão, teve caráter obrigatório diante do risco sanitário envolvido.

De acordo com a agência, o cultivo de soja sobre soja na mesma área e no mesmo ano agrícola representa uma infração grave. “Por favorecer a disseminação da ferrugem asiática, doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi”, estacou a Idaron em nota oficial divulgada na segunda-feira (30/03).

O órgão explicou que o plantio irregular mantém plantas hospedeiras ativas, funcionando como “ponte verde”, o que aumenta a propagação do fungo e compromete a sanidade das lavouras na região. A Idaron reforçou que o cumprimento do vazio sanitário e do calendário agrícola é obrigatório e fundamental para a proteção do setor.

A agência afirmou que seguirá atuando com rigor diante de irregularidades e destacou que a colaboração dos produtores é essencial para garantir a sustentabilidade da produção. Órgão alerta que descumprimento das normas pode levar à eliminação de lavouras e penalidades severas, além de comprometer a competitividade do agronegócio no estado.

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Mulher em situação de rua é esfaqueada três vezes por ciúmes no bairro Papoco, em Rio Branco

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Beatriz Monteiro Lopes, 28 anos, foi atingida no peito, perna e cabeça; suspeita fugiu e não foi localizada

Uma tentativa de homicídio foi registrada na madrugada deste sábado (4) no bairro Dom Giocondo, conhecido como Papoco, em Rio Branco. A vítima, Beatriz Monteiro Lopes, de 28 anos, moradora em situação de rua, foi atacada a facadas por uma mulher motivada por ciúmes do companheiro.

Durante a ação, Beatriz foi atingida por três golpes, que acertaram o peito, a perna esquerda e a cabeça. Foto: captada 

Segundo a Polícia, o crime ocorreu enquanto a vítima estava reunida com outras pessoas em via pública, fazendo uso de entorpecentes. Entre os presentes estava o companheiro da suspeita. Em determinado momento, a autora chegou armada com uma faca e partiu para o ataque.

Beatriz foi atingida por três golpes: no peito, na perna esquerda e na cabeça. Mesmo ferida, ela conseguiu se afastar e pedir ajuda nas proximidades do “Cristo do Zamir”, na rua Piauí, ainda na mesma região.

Populares acionaram o Samu, que enviou equipe de suporte avançado. Após os primeiros atendimentos, a vítima foi encaminhada ao pronto-socorro de Rio Branco, onde deu entrada com quadro clínico estável.

Policiais do 1º Batalhão realizaram buscas na área, mas a suspeita não foi localizada. A investigação inicial fica a cargo da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil, e o caso será posteriormente conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com a Polícia, o caso aconteceu enquanto a vítima estava reunida com outras pessoas em via pública, fazendo uso de entorpecentes. Foto: captada 

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