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Acre

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Ambulância do SAMU pifa ao tentar socorrer envolvidos em acidente

Uma criança que teve fêmur quebrado foi levada em carroceria de camionete

Alexandre Lima

Uma cena lamentável foi registrada no final da tarde deste sábado na cidade de Brasiléia. Um acidente envolvendo uma moto e uma criança, demonstrou a fragilidade em que se encontra a saúde na fronteira, no tocante aos veículos que deveriam realizar o resgate dessas pessoas.

O acidente em questão, aconteceu quando um casal trafegava de moto numa das ruas do Bairro José Baúna, sentido centro da cidade, quando foram surpreendidos pela criança que estava de bicicleta e atravessou na frente.

A criança foi a que mais se machucou. Além dos ferimentos, teve o fêmur da perna esquerda quebrado no impacto contra a moto. O casal, também sofreram lesões e arranhões pelo corpo ao cair na rua e todos tiveram que esperar pela ambulância do SAMU, que foi acionada por terceiros.

Após chegar no local do acidente, realizar os primeiros socorros e colocar todos dentro da ambulância, os socorristas do SAMU foram surpreendidos ao tentar ligar o veículo que não funcionou. Diante da situação, transeuntes ainda tentaram ajudar empurrando para ver se funcionava.

Diante da impotência, resolveram ligar para os socorristas do Corpo de Bombeiros, para que pudessem transferir os feridos de carro e chegar no hospital. Com o tempo correndo, resolveram colocar a criança na carroceria de uma camionete, já que sua situação era mais delicada devido o ferimento da perna.

Alguns minutos depois, foi a vez do casal serem transferidos para a ambulância do Corpo de Bombeiro e serem levados. Somente depois, foi possível ligar a ambulância que retornou para o hospital.

Segundo o pai, devido a fratura no fêmur, a criança teve que ser transferida à Capital para poder ser cirurgiada, já que o hospital de Brasiléia não dispõe de uma sala apropriada para atender esse tipo de trauma.

A preocupação dos pais, seria o fato do filho ser transferido para rio Branco na mesma ambulância que acabara de apresentar problemas. “Estamos nas mãos de Deus agora”, disse o pai antes de embarcar.

Veja imagens exclusivas feitas por celular e cedidas ao jornal oaltoacre.com abaixo, de pessoas que tentaram em vão, fazer com que o veículo funcionasse.

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Acre

Brasileira denuncia abusos na fiscalização de trânsito contra motoristas no centro comercial de Cobija

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Engarrafamento de veículos na Avenida Tcnl. Henrique Fernández Cornejo gera revolta; turista questiona falta de sinalização e multas abusivas em dólares

A denunciante relatou que os alvos da fiscalização são, em sua maioria, cidadãos brasileiros que cruzam a fronteira para fazer compras na Zona Franca de Cobija. Foto: captada 

Brasileira que não teve seu nome divulgado, indignada com o sistema de fiscalização de trânsito  (Zona Franca de Cobija), procurou os meios de comunicação da capital do departamento de Pando, na Bolívia, para denunciar o que considera abusos contra motoristas do Brasil que visitam a região.

Imagens divulgadas por comerciantes de Cobija, na Bolívia, viralizaram nas redes sociais nesta sexta-feira (28) e mostram dezenas de veículos de placa brasileira apreendidos de forma abrupta na Avenida Tcnl. Henrique Fernández Cornejo, principal via do centro comercial da cidade. Os registros, feitos pelos próprios lojistas, revelam que os carros foram “engrampados” sem que houvesse sinalização clara sobre restrições de estacionamento para turistas.

A comerciante registrou com seu celular e denunciou às redes sociais bolivianas o que classifica como “prática abusiva” da fiscalização de trânsito no centro de Cobija.

As imagens mostram vários veículos com placas brasileiras sendo ”Engrampados’ na Avenida Tcnl. Henrique Fernández Cornejo, principal via comercial da Zona Franca.

Comerciante ‘Zofra Cobija’ registraram cenas de apreensão de veículos e questiona legalidade de operação que estaria mirando especificamente turistas brasileiros e atrapalhando as vendas no comercio local 

“É revoltante perceber que só retêm carros brasileiros. Viemos movimentar o comércio aqui e somos recebidos com essa hostilidade”, desabafa um dos denunciantes, que preferiu não se identificar. Ele questiona três pontos principais:

  1. A ausência de sinalização clara sobre restrições de estacionamento
  2. A cobrança das multas em dólares, com valores que chegam ao absurdo
  3. A falta de transparência sobre os locais de depósito dos veículos apreendidos

A situação tem causado mal-estar entre comerciantes bolivianos que dependem dos turistas brasileiros. “Essa fiscalização agressiva está afastando nossos clientes”, confessa um lojista da zona franca que pediu anonimato.

O caso levanta preocupação sobre o tratamento dado a visitantes estrangeiros na região fronteiriça (Zonfra Cobija), onde o fluxo de turistas brasileiros é essencial para a economia local. Foto: captada 

A denunciante relatou que os alvos da fiscalização são, em sua maioria, cidadãos brasileiros que cruzam a fronteira para fazer compras na Zona Franca de Cobija, atraídos pelos produtos importados.

É questionado pela comerciante que filma o sinistro, a mesma fica indignada pela legalidade da medida e critica a ação que são cobrado valores das multas para a liberação do veiculo, cobradas em dólares, para a liberação dos veículos guinchados para locais muitas vezes desconhecidos.

“Os motoristas afetados são sempre brasileiros, e não há placas indicando a proibição de estacionar. É uma ação abusiva e desrespeitosa com os turistas que movimentam o comércio local”, afirmou. Ainda segundo a turista, os valores exigidos para recuperar os carros são altos e não seguem critérios transparentes.

O caso levanta preocupação sobre o tratamento dado a visitantes estrangeiros na região fronteiriça (Zofra Cobija), onde o fluxo de turistas brasileiros é essencial para a economia local.

A denúncia foi repassada às autoridades bolivianas, que ainda não se pronunciaram sobre o assunto. Enquanto isso, motoristas que frequentam Cobija pedem mais clareza nas regras de trânsito e fiscalização justa, sem discriminação.

A situação reforça a necessidade de diálogo entre os dois países para garantir direitos básicos aos turistas e evitar práticas que possam prejudicar a relação comercial e turística na fronteira.

Falta de sinalização e multas altas

A denunciante afirma que:

Não há placas claras indicando proibição de estacionamento no local;

Os motoristas afetados são “quase sempre brasileiros” que cruzam a fronteira para compras;

Os carros são levados para pátios distantes, com taxas de liberação cobradas em dólares e valores considerados abusivos.

“É um desrespeito com quem movimenta o comércio aqui. Se fosse proibido estacionar, que ao menos sinalizassem. Mas parece que só multam os carros com placa do Brasil”, desabafou.

Repercussão e questionamentos

A prática já seria recorrente, segundo relatos de outros motoristas. A denúncia levanta dúvidas sobre:

Critérios da fiscalização — Por que apenas veículos brasileiros são alvos?

Falta de transparência — Onde os carros são levados e qual o valor real da multa?

Impacto no turismo — A medida pode desestimular brasileiros a frequentar Cobija?

Avenida Tcnl. Henrique Fernández Cornejo, principal via do centro comercial da cidade, sem que haja sinalização clara sobre restrições de estacionamento para os turistas. Foto: internet 

Procuradas pela imprensa de Pando, as autoridades de trânsito de Cobija ainda não se pronunciaram. Enquanto isso, comerciantes da Zona Franca temem que o caso afete o fluxo de consumidores.

Veja vídeo desta sexta-feira, dia 28:

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Problema na distribuição de água deve ser totalmente solucionado em 30 dias, diz Saerb

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Foto: Marcos Araújo/Secom

A prefeitura de Rio Branco estima que em no máximo 30 dias, os problemas ocorridos no mês passado, que deixaram Rio Branco sem distribuição de água, sejam finalmente solucionados. Isso será possível com a instalação de 4 novas bombas e a chegada dos tubos de alta densidade, que servirão de dutos para captação do Rio Acre, pelo Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), até a Estação de Tratamento de Água (Eta 2).

O prefeito de Rio Branco Tião Bocalom visitou o local nesta sexta-feira (28) para verificar a chegada dos tubos de alta densidade. “Desde 2022, quando a gente pegou o sistema, não tinha uma bomba de reserva. Há 23 anos não se comprava uma bomba. Os tubos estouravam. Então, realmente, a coisa estava crítica. Esse [carregamento] que está chegando agora, que são seis carretas de tubos, é exatamente para a gente resolver o problema de vez”.

Enoque Pereira, diretor-presidente da autarquia, garante que, além de facilitar na captação, os novos equipamentos devem diminuir as constantes manutenções do sistema e as Etas 1 e 2, que passarão a operar com 100% da capacidade. “É uma garantia que não vai mais ter esse colapso, mas até lá, a gente vai estar ainda captando, tratando e distribuindo de uma forma tranquila. É um bloco que demora a curar. Então eu acredito que em 20 dias, a partir da semana que vem, a gente tenha já essa rede totalmente feita e sendo usada”.

O prefeito pontuou que ainda é preciso substituir a maioria das redes de distribuição por serem antigas, o que impacta no vazamento e desperdício.

“A gente conseguiu aprovar, através da Defesa Civil Nacional, um projeto de quase 17 milhões. A gente está refazendo aqui toda a Eta 2. A gente sabe que são tubulações velhas que precisam ser alteradas, trocadas. Agora isso é caríssimo! A gente vai resolver o problema da captação, o problema do tratamento, aí a gente entra na distribuição que exatamente substituir uma quantidade enorme de canos velhos que tem pela cidade, mas devagar a gente vai vencendo”, finalizou o prefeito

Com informações da Prefeitura de Rio Branco

 

Confira mais fotos:

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Pesquisa Delta: Petecão é o nome mais rejeitado na disputa pelo Senado Federal em 2026

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Senador acreano Sérgio Petecão (PSD) – Foto: Arquivo/Alexandre Lima

A Agência Delta divulgou nesta quinta-feira (27) o resultado da pesquisa encomendada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que apontou o nome de Sérgio Petecão (PSD) como o mais rejeitado ao senado para as eleições de 2026, segundo opinião de eleitores do Acre.

De acordo com o levantamento, realizado com 800 pessoas entre os dias 19 e 25 de março, o atual senador tem 25,31% de rejeição, seguido de Jorge Viana (PT), com 19,52%.

O governador Gladson Cameli foi apontado como o nome menos rejeitado pelo eleitorado acreano na disputa por uma cadeira no Senado, apresentando apenas 7,04% de rejeição. Em seguida está a ex-deputada federal Jéssica Sales, com 8,17%.

As eleições para governador, presidente da República, deputado federal e senador acontecem em 2026, no Acre, Gladson Cameli que já está em seu segundo mandato à frente do Executivo Estadual, deve ser se candidatar em busca por uma das duas vagas no Senado Federal disponíveis para o estado.

Confira os demais nomes mencionados na pesquisa Delta:

Fonte: ConilNet

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