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Alemanha supera raios e granizo para eliminar a Dinamarca
A seleção da Alemanha superou uma paralisação de 24 minutos por causa de raios e tempestade de granizo em Dortmund, neste sábado (29), para vencer a Dinamarca por 2 x 0 e se classificar às quartas de final da Eurocopa , diante de sua torcida. O confronto teve atuação decisiva do árbitro de vídeo, que anulou um gol dos dinamarqueses por um impedimento milimétrico e, na sequência, flagrou um toque de mão que originou o pênalti do primeiro gol dos anfitriões.
Para as quartas de final, a equipe do técnico Julian Nagelsmann aguarda o vencedor do confronto entre Espanha e Geórgia, neste domingo (30), às 16h (horário de Brasília), em Colônia. O duelo das quartas de final está marcado para a próxima sexta-feira, às 13h (de Brasília), em Stuttgart.
Empurrada pela torcida, a Alemanha partiu para cima dos dinamarqueses após o apito inicial. Logo aos 3 minutos, Schlotterbeck aproveitou a cobrança de escanteio do lado esquerdo e escorou de cabeça para a rede, mas o gol foi anulado por falta cometida por Kimmich na área.
Aos 6 minutos, Kimmich chutou forte de fora da área e exigiu boa defesa de Schmeichel. Na sequência, o goleiro impediu o gol em nova tentativa de Schlotterbeck pelo alto. Aos 9, Havertz recebeu o lançamento de Rüdiger e bateu de primeira, do lado esquerdo da área, para outra defesa de Schmeichel.
Os alemães impunham um ritmo forte e marcavam a saída do conjunto vermelho ainda no campo ofensivo, deixando o adversário completamente acuado. A primeira chegada com perigo da Dinamarca ocorreu apenas aos 20 minutos. Eriksen dominou um lançamento longo de Andersen, mas teve seu chute frontal à meta de Neuer bloqueado por Rüdiger. Três minutos depois, Maehle recebeu o passe de Eriksen à esquerda, próximo à pequena área, e bateu por cima do gol.
Quando a Dinamarca finalmente se encontrou no jogo e equilibrou as ações, aos 35, a partida foi interrompida em decorrência do mau tempo e da queda de raios nas proximidades do estádio. Houve relâmpagos e até chuva de granizo sobre o gramado.
Na retomada do jogo, após 24 minutos, a Alemanha recuperou seu ímpeto ofensivo. Em posição frontal ao gol, próximo da pequena área, Havertz aproveitou o cruzamento da esquerda e cabeceou à queima-roupa, mas Schmeichel defendeu no reflexo e salvou a Dinamarca. No lance seguinte, mais uma vez Schlotterbeck arriscou da segunda trave, desta vez com os pés, mas mandou a bola à direita do goleiro.
A Dinamarca voltou a assustar os alemães no final do primeiro tempo. Aos 44, em contra-ataque rápido, Delaney rolou a bola para Hojlund finalizar, próximo à marca do pênalti, mas Neuer se antecipou, fechou o ângulo e salvou os anfitriões.
A etapa final começou movimentada. Em menos de 5 minutos, o zagueiro Andersen viu o VAR, o árbitro de vídeo, anular o seu gol por um impedimento milimétrico para, na jogada seguinte, captar um toque de mão do camisa 2 na área dinamarquesa. Aos 7, Havertz cobrou o pênalti no canto esquerdo de Schmeichel para inaugurar o placar para a Alemanha.
O gol abalou os dinamarqueses e os anfitriões continuaram melhores em campo. Aos 13 minutos, Havertz arrancou do meio-campo, pela esquerda, invadiu a área, deu uma cavadinha na saída de Schmeichel, mas mandou a bola à direita do gol. Cinco minutos depois, o camisa 7 da Alemanha chegou à linha de fundo e rolou para Sané, livre no meio da área, desperdiçar a chance de ampliar a vantagem.
Aos 22, porém, do campo defensivo, Schlotterbeck lançou Musiala pela esquerda, por trás da defesa dinamarquesa, o meia avançou em velocidade, livre, e tocou cruzado na saída do goleiro para anotar 2 x 0. Com a vantagem, a Alemanha reduziu o ritmo, mas manteve o controle da posse de bola. Antes do apito final, Wirtz teve seu gol anulado por impedimento e Havertz parou em Schmeichel, mas o placar estava de bom tamanho.
Mais cedo, a Suíça eliminou a Itália e também avançou na competição.
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Fonte: Nacional
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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.
Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.
Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).
- Mega-Sena:
01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;
- Lotofácil:
03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;
Quina:
01 – 24 – 47 – 06 – 60;
- Timemania:
07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;
Time do coração: 70 – São José/RS .
- Dia de Sorte:
29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;
Mês da sorte: 10 – Outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.
Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.
Entenda o caso
- O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
- Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
- Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
- Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
- A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.
Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina
Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.
“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.
A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.
Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.
O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos
O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.
De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.
O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.
Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
