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Acre

Alan Rick comemora chamamento de 1004 médicos brasileiros para Programa Mais Médicos

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Ao ser informado sobre o chamamento de 1.004 médicos brasileiros para trabalhar em 462 cidades do país, em edital que será publicado nesta sexta -feira (11) pelo Ministério da Saúde, o deputado federal Alan Rick (PRB) comemorou mais uma conquista da emenda de sua autoria que modificou os critérios do Programa Mais Médicos. A proposta do deputado, acatada na Portaria 1708/2016, assegura aos médicos brasileiros formados no exterior, o direito de se inscrever nos editais para contratação do programa Mais Médicos.
Sem o advento da proposta do deputado acreano, os brasileiros formados, por exemplo, em países como Paraguai, na Bolívia, no Peru, na Colômbia, dentre outros, eram obrigados a entrar na justiça para ter direito de ingressar no programa.
“Me sinto muito feliz por ter contribuído para o reconhecimento prático a esses profissionais. Eles se esforçaram muito e merecem. De certa forma, a nossa proposta também desburocratiza o Programa Mais Médicos e eleva a estimativa de atendimento a pessoas carentes em regiões remotas, onde a escassez de profissionais em Medicina é um problema social gravíssimo”, disse o deputado.
Alan Rick recebeu homenagens acaloradas, na semana passada, de profissionais formados no exterior, aos quais agradeceu pelo carinho.
O governo quer substituir 838 vagas ocupadas hoje por profissionais cubanos e repor 166 cargos de médicos que desistiram do programa.
Os critérios de seleção estarão no edital a ser publicado no Diário Oficial da União (DOU). Em princípio, o Ministério da Saúde informou que a vinda dos profissionais cubanos correspondia, desde o princípio, a uma política temporária de saúde, e que a prioridade é contratar profissionais brasileiros.
Foto: Alan Rick com médicos brasileiros do Programa Mais Médicos em outubro/2016.

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Acre

Governo Mailza vai beneficiar 8 mil pessoas com títulos de terra em dez municípios do Acre em 2026

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Ação coordenada pelo Iteracre fortalece agricultura familiar, acesso ao crédito rural e inclui programa Igreja Legal; parceria com TJ-AC agiliza registros em cartório

Os títulos incluem áreas urbanas e rurais e têm como principal objetivo garantir segurança jurídica às famílias

As entregas acontecerão nos municípios de Assis Brasil, Porto Acre, Epitaciolândia, Brasiléia, Xapuri, Tarauacá, além de área rural na região do Morongaba, e em Mâncio Lima e Rodrigues Alves

O Governo do Acre, por meio do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), vai beneficiar cerca de 8 mil pessoas com a entrega de títulos definitivos de propriedade por meio do programa Minha Terra de Papel Passado. A ação será conduzida pela governadora Mailza Assis e contempla municípios estratégicos em todo o estado.

De acordo com a presidente do Iteracre, Gabriela Câmara, as entregas acontecerão nos municípios de Assis Brasil, Porto Acre, Epitaciolândia, Brasiléia, Xapuri, Tarauacá, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, além de uma importante área rural na região do Morongaba.

Os títulos incluem áreas urbanas e rurais e têm como principal objetivo garantir segurança jurídica às famílias, fortalecer a agricultura familiar e abrir portas para o acesso ao crédito rural, fomentando o desenvolvimento econômico local.

Outro destaque da ação é a inclusão do programa Igreja Legal, idealizado pela governadora Mailza, que também será contemplado durante as entregas, ampliando o alcance social da regularização fundiária.

Segundo Gabriela Câmara, todo o trabalho segue um cronograma previamente estruturado desde o ano passado. Um dos avanços que tornou possível a execução antecipada das entregas foi a assinatura de um termo de cooperação técnica entre o Iteracre e o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) , por meio da Corregedoria.

A parceria garantiu maior integração com os cartórios, permitindo a organização prévia dos registros dos títulos e dando mais celeridade ao processo de regularização fundiária no estado.

A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Acre com a dignidade das famílias, a valorização da terra e o desenvolvimento sustentável das comunidades urbanas e rurais.

O compromisso do Governo do Acre com a dignidade das famílias, a valorização da terra e o desenvolvimento sustentável das comunidades urbanas e rurais. Foto: captada 

 

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Acre

Menina de 11 anos tem couro cabeludo arrancado por motor de embarcação no interior do Acre

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Rebeca Lima dos Santos sofreu acidente na comunidade Tauari ao tentar assoprar vela do barco; família busca doações para transferência a Goiânia

O acidente resultou no arrancamento de parte do couro cabeludo, causando ferimentos graves. Foto: captada

Devido à gravidade do caso, ela deverá ser transferida para Goiânia para tratamento especializado, mas até o momento ainda não há previsão para a transferência

Uma menina de 11 anos, identificada como Rebeca Lima dos Santos, sofreu um grave acidente no dia 8 de março enquanto estava em uma embarcação na comunidade Tauari, no interior do Acre. De acordo com informações, o “timão” da embarcação apresentou falha e o motor parou no meio do rio.

Diante da situação, a criança tentou ajudar a resolver o problema. Ao verificar o motor, Rebeca se aproximou da vela e, ao tentar assoprar o local, teve os cabelos puxados pela força do equipamento. O acidente resultou no arrancamento de parte do couro cabeludo, causando ferimentos graves.

Rebeca foi socorrida e encaminhada para o Hospital da Criança, em Rio Branco, onde permanece internada sob cuidados médicos. Devido à gravidade do caso, ela deverá ser transferida para Goiânia para tratamento especializado, mas até o momento não há previsão para a transferência.

Familiares e amigos estão mobilizados em uma campanha solidária para ajudar com os custos do tratamento, deslocamento e demais despesas.

Familiares e amigos estão mobilizados em uma campanha solidária para ajudar com os custos do tratamento, deslocamento e demais despesas. Foto: captada 

Como contribuir:
  • Pix (celular): (68) 99989-8434 – Titular: Agamenilsa Dutra Ramos

  • Pix (celular): (68) 99245-6102 – Titular: Ione Lima dos Santos

Qualquer valor é bem-vindo para auxiliar a família neste momento difícil.

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Acre

MPAC alerta: apenas Brasiléia e Epitaciolândia dos 22 municípios do Acre monitoram hipertensão na atenção primária

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Epitaciolândia e Brasiléia são as únicas cidades a superar meta nacional de 50% de aferição da pressão arterial; restante do estado está em situação crítica

Relatório revela que o Acre enfrenta sérias dificuldades no monitoramento de pacientes com hipertensão na atenção primária

O relatório revela que o Acre enfrenta sérias dificuldades no monitoramento de pacientes com hipertensão na atenção primária

Um levantamento detalhado do Ministério Público do Acre (MPAC), com base nos indicadores do programa Previne Brasil de 2025, acendeu um alerta vermelho para a saúde pública no estado. O relatório revela que o Acre enfrenta sérias dificuldades no monitoramento de pacientes com hipertensão na atenção primária: apenas dois dos 22 municípios conseguiram atingir a meta nacional de 50% de aferição da pressão arterial.

Previne Brasil em Brasiléia tem “mais que atenção” no monitoramento de hipertensos, afirma secretário de Saúde

O secretário municipal de Saúde de Brasiléia, Francelio Barbosa, afirmou que o programa Previne Brasil no município tem “mais que uma atenção” e que o monitoramento de pacientes com hipertensão na atenção primária é essencial tanto na zona urbana quanto na rural do município.

A declaração vem após levantamento do Ministério Público do Acre (MPAC) apontar que Brasiléia é um dos únicos dois municípios do estado a superar a meta nacional de 50% de aferição da pressão arterial, com 57% de cobertura. O outro destaque é Epitaciolândia (64%).

Segundo Barbosa, o resultado positivo reflete o trabalho contínuo de busca ativa e acompanhamento de pacientes crônicos, mesmo em áreas de difícil acesso.

“É essencial garantir que hipertensos tenham a pressão aferida regularmente, evitando complicações e internações”, destacou o secretário.

Francelio Barbosa destaca acompanhamento essencial nas zonas urbana e rural; município é um dos dois no Acre a superar meta nacional de aferição da pressão. Foto: captada 

Os únicos destaques positivos ficaram na regional do Alto Acre:

  • Epitaciolândia: 64%

  • Brasiléia: 57%

As duas cidades foram as únicas a superar o índice estabelecido pelo Ministério da Saúde, demonstrando eficiência superior na busca ativa e no cuidado com pacientes crônicos. O restante do estado, no entanto, apresenta desempenho abaixo do considerado adequado, o que reforça a necessidade de ações emergenciais para melhorar o acompanhamento de doenças cardiovasculares na atenção básica.

Abismo nos Indicadores

Na extremidade oposta do ranking, os números revelam um cenário crítico de desassistência. O município de Jordão registrou o pior desempenho do estado, com apenas 5% de cobertura. Logo atrás aparecem Tarauacá (8%) e Rodrigues Alves (12%), expondo a fragilidade do sistema de saúde nas regiões mais isoladas e de difícil acesso.

Cidade como Rodrigues Alves, com 12%, expõem a fragilidade do sistema de saúde nas regiões mais isoladas e de difícil acesso no acre. Foto: captada 

A capital, Rio Branco, apresenta um desempenho considerado intermediário, mas ainda insuficiente, com cerca de 20% de acompanhamento. Outras cidades próximas, como Bujari (20%), Porto Acre (24%) e Senador Guiomard (30%), também permanecem abaixo do que é preconizado pelo governo federal.

Desigualdades Regionais

O estudo do MPAC também segmentou os dados pelas regionais administrativas, evidenciando uma disparidade geográfica nítida:

  • Alto Acre: 41,2% (Melhor média do estado)
  • Baixo Acre: 22,5%
  • Juruá: 19%
  • Purus: 16,8%
  • Tarauacá-Envira: 10,3% (Pior média do estado)

A concentração dos piores resultados em áreas remotas reforça a necessidade de estratégias específicas para fortalecer as equipes de saúde da família nessas localidades. A falta de monitoramento adequado da hipertensão aumenta os riscos de complicações graves, como infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs), sobrecarregando o sistema de média e alta complexidade no futuro.

Os únicos destaques positivos ficaram na regional do Alto Acre. Brasileia, com 57% e Epitaciolândia, com 64%, foram as únicas cidades a superar o índice estabelecido pelo Ministério da Saúde. Foto: captada 

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