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Agentes do FBI chegam ao Acre e visitam fronteiras que recebem 20% do narconegócio mundial

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Um convênio entre o Governo do Estado e a Embaixada Americana resultou na chegada de 9 agentes de segurança dos Estados Unidos (EUA) ao Acre, nesta segunda-feira (19).

Os técnicos fazem parte do Federal Bureau of Investigation (FBI) e de outros programas. De acordo com o diretor de operações integradas da Secretaria de Segurança Pública e Justiça do Acre (Sejusp), coronel Ulysses Araújo, o intercâmbio objetiva uma troca de informações entre as tropas.

“Um troca importante sobre treinamentos policiais e instalação de novas tecnologias. Uma forma de progredir no combate ao crime”, explicou à reportagem do ContilNet.

A ação se deu após uma visita do secretário de Segurança, Paulo Cézar, e do governador Gladson Cameli, à embaixada americana.

Nesta terça-feira (20), os agentes foram conduzidos por Ulysses até às principais fronteiras do Acre para verem de perto como os crimes de tráfico são organizados a partir das vias terrestres disponíveis.

“Vão fazer uma análise mais próxima e detalhada para que, de alguma forma, possam nos ajudar no combate ao narcotráfico”, continuou.

Araújo explicou que o Acre, que está na fronteira com a Bolívia e o Peru, é o estado brasileiro mais próximo do mercado ilegal de drogas e, por essa mesma área, passam 20% de todo narconegócio do mundo, já que os outros 2 países são os maiores produtores de cocaína do globo.

“Levando em consideração que pelas fronteiras do Acre passam 20% de todo o narconegócio do mundo, o investimento na área de Segurança, ampliando as formas inteligentes de combate ao tráfico, é extremamente relevante”, concluiu.

Os policiais vão permanecer no Estado até esta quinta-feira (22). Todas as forças de Segurança devem passar por treinamento com o grupo especializado.

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Inscrições para jurista substituto no TRE/AC seguem abertas até o dia 24 de abril

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A vaga é para o cargo de juiz membro na classe de advogado(a), com mandato de no mínimo dois anos, podendo haver recondução, respeitando o limite máximo de dois biênios.

 As inscrições para advogadas e advogados interessados em integrar o Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE/AC), na classe de jurista substituto, seguem abertas até o dia 24 de abril.

As inscrições serão recebidas pela Coordenadoria de Processos Administrativos e Apoio aos Órgãos Deliberativos (Copad). Podem participar profissionais inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), que possuam notório saber jurídico, idoneidade moral e, no mínimo, 10 anos de exercício da advocacia, consecutivos ou não. Também é necessário estar em atividade no momento da indicação.

A vaga é para o cargo de juiz membro na classe de advogado(a), com mandato de no mínimo dois anos, podendo haver recondução, respeitando o limite máximo de dois biênios.

As interessadas e interessados devem preencher e assinar o formulário disponível no edital, bem como encaminhar a documentação exigida por meio do sistema eletrônico SAJ/SG, utilizando a opção de “peticionamento intermediário”, conforme as regras estabelecidas na Resolução nº 23.517/2017 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A íntegra do certame está disponível na edição nº 7.983 do Diário da Justiça (pág. 32), desta quarta-feira, 25.

SEI 0001000-26.2026.8.01.0000

SAJ 0100091-89.2026.8.01.0000

Assunto: Edital 01/2026 – convocação e eventual nomeação de advogado(a) para compor o egrégio tribunal regional eleitoral do acre, na classe de jurista substituto

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Plataforma expõe crise do AC com maior taxa de feminicídio

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O Acre registrou a maior taxa de feminicídio por 100 mil mulheres do Brasil no ano passado, segundo dados divulgados na quarta-feira (1º) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) por meio do lançamento do Centro Integrado Mulher Segura, plataforma nacional que reúne informações sobre o crime no país.

Em números absolutos, São Paulo liderou as ocorrências em 2024, com 270 casos entre as 1.561 vítimas registradas em todo o território nacional. No entanto, quando a proporção é ajustada pela quantidade de mulheres em cada estado, o Acre aparece no topo da lista, o que indica uma concentração alarmante da violência letal contra mulheres no estado.

A plataforma permite identificar padrões de risco e antecipar situações críticas a partir de evidências. Os dados mostram que o ambiente doméstico é o local mais frequente dos crimes, que a maioria dos autores é composta por companheiros das vítimas e que o perfil predominante das mulheres assassinadas é o de pardas com cerca de 37 anos.

A ferramenta integra o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio e apresenta, de forma anônima e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados, o histórico de boletins de ocorrência de vítimas e agressores, um recurso que evidencia a escalada de violência que costuma anteceder o feminicídio.​​​​​​​​​​​​​​​​

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Dor não é normal: especialista alerta para sinais que o corpo não deve ignorar

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Persistência e intensidade da dor podem indicar problemas de saúde que exigem avaliação médica

Sentir dor em algum momento da vida é comum. Após esforço físico, longas jornadas de trabalho ou até uma noite mal dormida, o corpo pode apresentar desconfortos passageiros. O problema começa quando a dor passa a ser encarada como algo normal no dia a dia.

De acordo com o médico ortopedista e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Fabio Loureiro Pimentel, a dor deve ser vista como um sinal de alerta do organismo. “A dor é a forma que o corpo encontra para dizer que algo não está bem. Nem toda dor significa algo grave, mas toda dor persistente merece atenção”, afirma.

Frases como “isso é da idade” ou “é normal, eu trabalho muito” ainda são comuns entre pessoas que convivem com dores frequentes. Segundo o especialista, esse comportamento pode atrasar diagnósticos importantes. “Muitas pessoas só procuram atendimento quando a dor já está limitando atividades simples, como caminhar, vestir-se ou até dormir. Esse atraso pode agravar o quadro”, explica.

A dor deixa de ser considerada normal quando persiste por vários dias, se torna frequente, aumenta de intensidade ou passa a limitar movimentos e atividades diárias.

*Dores mais comuns no dia a dia*

Entre as queixas mais frequentemente ignoradas estão:

● Dor lombar (nas costas) constante
● Dor no pescoço
● Dor nos joelhos ao subir escadas
● Dor nos ombros ao levantar o braço
● Dor nos pés ao final do dia
● Dor de cabeça frequente

Segundo o ortopedista, essas dores podem indicar desde sobrecarga muscular até condições mais complexas.

A dor lombar é uma das mais comuns e, na maioria das vezes, está relacionada à má postura, sedentarismo ou esforço físico inadequado. No entanto, quando persistente, pode indicar problemas mais sérios. “Quando a dor nas costas é contínua, progressiva ou vem acompanhada de sintomas como formigamento, fraqueza ou irradiação para as pernas, é fundamental investigar”, alerta Fabio Loureiro Pimentel.

Entre as possíveis causas estão hérnia de disco, compressão nervosa e processos inflamatórios.
Outro equívoco comum é acreditar que, se a pessoa ainda consegue trabalhar, a dor não é grave. Para o especialista, essa ideia é um mito. “O corpo tem grande capacidade de adaptação, mas isso não significa que esteja saudável. Trabalhar com dor pode piorar lesões, levar à inflamação crônica e reduzir a qualidade de vida”, afirma.

*Quando procurar ajuda imediata*

Alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica mais rápida. Entre eles estão:

● Dor intensa e súbita, sem causa aparente
● Dor após trauma ou queda
● Dor acompanhada de febre
● Perda de força ou sensibilidade
● Inchaço, vermelhidão ou calor local
● Dor que desperta durante a noite
● Perda de peso sem explicação associada à dor

“Esses sinais podem indicar que o problema vai além de uma simples sobrecarga muscular e precisam de avaliação médica imediata”, orienta.

O uso frequente de analgésicos sem orientação médica também preocupa. Embora aliviem os sintomas, esses medicamentos não tratam a causa da dor. “O analgésico pode mascarar o problema e retardar o diagnóstico. Se a pessoa precisa de medicação constante para realizar atividades básicas, isso já é um sinal de alerta”, destaca o médico.

Além disso, o uso contínuo pode causar efeitos adversos, especialmente no estômago, rins e fígado.

Nem toda dor indica um problema grave, mas é importante saber diferenciá-las. A dor muscular comum costuma surgir após esforço físico, é difusa e melhora em poucos dias com repouso.

Já a dor relacionada a lesões ou inflamações tende a ser mais localizada, persistente e pode piorar com determinados movimentos, além de não apresentar melhora com o tempo.

Para o especialista, ignorar a dor é como desligar um sinal de alerta sem investigar a causa. A avaliação precoce pode evitar complicações e tratamentos mais complexos. “Conviver com dor não deve ser considerado normal. Muitas vezes, pequenas mudanças, como correção postural, fortalecimento muscular ou tratamento precoce, fazem toda a diferença”, conclui Fabio Loureiro Pimentel.

*Afya Amazônia*

A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado do Acre conta com uma instituição de graduação (Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda onze escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 4 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM), Palmas (TO) e Porto Velho (RO).

*Sobre a Afya*

A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

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