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Acre

Acre se prepara para 1ª fase da vacinação contra febre aftosa

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O setor da pecuária, um dos mais importantes na economia acreana, organiza-se para iniciar a primeira fase da campanha de vacinação contra a febre aftosa.

A imunização do rebanho é uma das garantias da sanidade do gado criado no estado. Graças à parceria do governo com pecuaristas e casas agropecuárias, o Acre há 11 anos é reconhecido internacionalmente como área livre de aftosa.

Nesta primeira etapa de vacinação, realizada de 1 a 31 de maio próximo, deverão ser imunizados todos os rebanhos dos sete municípios que fazem fronteira com a Bolívia. Nos demais, apenas os animais até 24 meses de idade precisam receber a vacina.

DSC_0060-1-580x386A equipe do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf) entende que o sucesso alcançado pelas campanhas ao longo dos últimos anos é resultado do apoio que recebe da iniciativa privada e principalmente da conscientização dos pecuaristas sobre a importância de o rebanho ser imunizado.

Visando fortalecer ainda mais a parceria, o Idaf resolveu inovar: este ano, o lançamento da campanha será realizado no Vale do Juruá, como forma de prestigiar o setor pecuário naquela região.

No próximo sábado, 30, o órgão realiza no Frigorífico Três Irmãos, em Cruzeiro do Sul, um ato de lançamento da campanha. A intenção é aumentar o índice de vacinação conseguido em maio do ano passado, quando Rodrigues Alves chegou à média de 98,03% do rebanho vacinado, Cruzeiro do Sul, 97,47% e 94,01% em Mâncio Lima.

“Nossa meta é crescer a cada campanha. O lançamento da vacina no Juruá é o reconhecimento do apoio que recebemos dos pecuaristas da região”, destaca Ronaldo Queiroz, assessor especial do Idaf.

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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