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Acre registrou 287 acidentes nas rodovias federais em 2024, diz PRF

O Acre registrou 287 acidentes de trânsito em rodovias federais no ano de 2024, conforme dados do Anuário 2024 da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O documento foi divulgado na última quinta-feira, 17, durante lançamento da Operação Semana Santa/Tiradentes, e traz indicadores de sinistralidade viária, infrações e enfrentamento à criminalidade.
Do total de acidentes registrados no estado, 89 foram classificados como graves, resultando em 357 pessoas feridas e 20 mortes. A BR-364 figura entre as dez rodovias do país com maior frequência de sinistros atendidos, além de estar entre as que apresentam os maiores números de feridos e mortes.
O levantamento também detalha os dados por tipo de veículo e ocupantes envolvidos. No Acre, os ocupantes de motocicletas foram os mais afetados, com 222 feridos e 8 mortes. Entre os ocupantes de veículos de passeio, foram registrados 89 feridos e 11 óbitos. Já os acidentes com caminhões somaram apenas 7 ocorrências, com 9 feridos e uma morte.
No que se refere às infrações de trânsito, o estado computou 9.942 autuações ao longo de 2024, um leve aumento de 0,10% em relação ao ano anterior. As principais infrações cometidas foram o não uso do cinto de segurança, com 996 ocorrências, ultrapassagens perigosas (444), recusa ao teste do bafômetro (306) e excesso de velocidade (253).
O Anuário 2024 da PRF apresenta um balanço geral da atuação da instituição, destacando não apenas os dados sobre segurança viária, mas também os resultados alcançados no combate à criminalidade nas rodovias federais.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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