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Acre

Acre registra mais de 180 mortes violentas nos cinco primeiros meses de 2018

o Acre registrou 30 homicídios e três latrocínios. Em abril de 2017, segundo o IML, foram 23 mortes violentas no estado. Das mortes naquele ano, 17 foram por arma de fogo.

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Número representa mais de uma morte por dia. Dados da Secretaria de Segurança Pública do Acre mostram que a maioria dos casos são vítimas de homicídio doloso.

Segundo o IML, no mesmo mês em 2017, somente em Rio Branco, foram registrados 20 homicídios (Foto: G1/Acre)

Com Iryá Rodrigues, G1 AC, Rio Branco

O estado do Acre registrou 182 mortes nos cinco primeiros meses de 2018, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. O número representa mais de uma morte por dia.

Conforme o levantamento, no mês de janeiro, foram registrados 50 homicídios dolosos e dois latrocínios em todo o estado.

Em janeiro de 2017, de acordo com dados do Sistema de Consulta de Cadáver do Instituto Médico Legal (IML), foram registradas 42 mortes, sendo 11 no interior do estado e o restante, 31 homicídios, em Rio Branco.

Em fevereiro deste ano, 28 pessoas foram vítimas de homicídio doloso e outras duas e latrocínio, de acordo com a Segurança. Segundo o IML, no mesmo mês em 2017, somente em Rio Branco, foram registrados 20 homicídios, sendo 16 por arma de fogo e os demais por arma branca.

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No mês de março de 2018, foram registrados 30 homicídios em todo o estado e nenhum latrocínio ou lesão corporal seguida de morte. Somente na capital acreana, no mesmo período no ano passado, de acordo com o IML, foram 39 mortes violentas.

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Os dados da Segurança apontam que em abril deste ano, o Acre registrou 30 homicídios e três latrocínios. Em abril de 2017, segundo o IML, foram 23 mortes violentas no estado. Das mortes naquele ano, 17 foram por arma de fogo.

Em maio de 2018, foram registradas 36 vítimas de homicídio doloso e uma de latrocínio. No mesmo mês no ano passado, foram 29 mortes violentas, sendo 23 somente na capital acreana.

Segundo estado com maior taxa de mortes violentas

O Acre foi o segundo estado brasileiro que registrou a maior taxa de mortes violentas por 100 mil habitantes quando comparado os anos de 2016 e 2017. Foram 530 assassinatos no ano passado contra 368 em 2016.

O estado ficou atrás apenas do Rio Grande do Norte, com uma taxa de 64%. Considerando somente o ano de 2017, o Acre registrou um índice de 63.9 crimes violentos por 100 mil habitantes.

O levantamento realizado faz parte de mais uma etapa do Monitor da Violência. O índice abrange casos de homicídios dolosos, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, que são classificados como Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs).

No total, o Brasil teve no ano passado 59.103 vítimas assassinadas durante o ano passado. O número representa uma morte a cada 9 minutos, em média.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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Acre

Ciclista morre atropelado no dia do aniversário na Baixada da Sobral, em Rio Branco

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Vítima ainda foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância

O ciclista Rizomar Nascimento de Almeida, de 44 anos, morreu na noite deste domingo (22) após ser atropelado no bairro Bahia Velha, na região da Baixada da Sobral, em Rio Branco. A tragédia aconteceu no mesmo dia em que ele comemorava aniversário.

Segundo informações apuradas no local, a vítima trafegava de bicicleta pela Rua Mende Sá quando tentou atravessar a via e foi atingida por um caminhão vermelho que seguia no sentido centro-bairro.

Com o impacto, a bicicleta ficou presa debaixo do veículo e há suspeita de que as rodas do caminhão tenham passado sobre o abdômen do ciclista, provocando um grave trauma abdominal, além de possível fratura na região do quadril.

Populares prestaram os primeiros socorros e acionaram a Polícia Militar do Acre e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Duas ambulâncias, sendo uma de suporte básico e outra de suporte avançado, foram enviadas ao local. As equipes médicas realizaram manobras de reanimação, mas, apesar dos esforços, Rizomar não resistiu e morreu dentro da ambulância.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O Policiamento de Trânsito isolou a área para os trabalhos da perícia. Após os procedimentos, o motorista do caminhão foi preso e conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde deverá prestar esclarecimentos.

A bicicleta da vítima foi entregue aos familiares.

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Acre

Rio Branco recebe mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher

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O governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), realiza neste domingo, 22, um mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher. A ação integra o programa nacional Mais Especialistas, do Ministério da Saúde, e ocorre em alusão ao Mês da Mulher.

A iniciativa ocorre de forma simultânea em todo o país, envolvendo unidades hospitalares públicas, privadas e filantrópicas. O objetivo central é ampliar o acesso da população a procedimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na Fundhacre, os atendimentos foram concentrados no centro cirúrgico da unidade, beneficiando pacientes previamente reguladas. Ao todo, foram executados procedimentos de diversas especialidades, visando garantir agilidade e reduzir as filas de espera.

Durante a mobilização, estão sendo executados procedimentos de diversas especialidades, como tireoidectomia total, plástica mamária não estética, reparo de manguito rotador, ressecção de cisto sinovial e tratamento de varizes. A ação contempla também demandas ginecológicas, incluindo histerectomias e curetagens, garantindo agilidade no atendimento e redução das filas de espera.

Antonia Neide, paciente contemplada pela ação relata. “Eu sentia muita dor no ombro e, quando trouxe os meus exames, o médico recomendou a cirurgia imediatamente. Graças a Deus, esse procedimento será realizado hoje. Esses mutirões são muito importantes, porque ampliam o acesso aos atendimentos. No meu caso, como eu trabalhava fazendo movimentos repetitivos, acabei desenvolvendo alguns problemas no ombro”, afirmou.

A inclusão da Fundhacre na mobilização nacional foi viabilizada após agenda institucional junto ao Ministério da Saúde, no início de março. O alinhamento reforça o compromisso do Estado com estratégias nacionais de atenção especializada e atendimento humanizado.

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