Cotidiano
Acre reduz beneficiários do Bolsa Família e Auxílio-Gás; programas perdem 9 mil famílias em quatro anos
Dados do MDS apontam queda de 133,4 mil para 124,8 mil famílias no Bolsa Família entre 2022 e 2026; Auxílio-Gás encolheu 16,7% no período

A redução nos números pode estar relacionada a mudanças cadastrais, revisões do CadÚnico e critérios de elegibilidade, além de atualizações periódicas realizadas pelo Governo Federal. Foto: captada
O Acre registrou redução no número de famílias atendidas pelos programas Bolsa Família e Auxílio-Gás nos últimos anos, segundo dados do Governo Federal disponíveis no painel oficial de Proteção Social, com informações do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS).
Bolsa Família
No caso do Bolsa Família, os dados mostram que o estado passou de 133,4 mil famílias beneficiadas em 2022 para 125 mil em 2025. Em 2023, o número foi de 130,9 mil, enquanto em 2024 houve leve alta, com 133,9 mil famílias atendidas. Apesar dessa oscilação, o dado mais recente aponta queda no total de beneficiários no estado.
Ainda conforme o painel federal, o Bolsa Família no Acre contabilizava, até janeiro de 2026, 124,8 mil famílias beneficiadas, com pagamento mensal médio de R$ 733. O programa foi relançado em março de 2023, substituindo o Auxílio Brasil.
Dados oficiais do governo federal indicam que em fevereiro de 2026 o número de famílias contempladas no estado era de 123.883, com benefício médio de R$ 719,36 e investimento superior a R$ 89,1 milhões.
Auxílio-Gás
No Auxílio-Gás, a queda foi contínua e mais acentuada. Em 2022, o Acre tinha 54,6 mil famílias beneficiadas por mês. Em 2023, o número caiu para 51,1 mil, em 2024 recuou novamente para 50,5 mil e, em dezembro de 2025, chegou a 45,5 mil famílias atendidas mensalmente.
Os dados indicam que, embora o Bolsa Família tenha apresentado estabilidade em parte do período, o estado terminou 2025 com menos beneficiários do que em 2022. Já o Auxílio-Gás apresentou retração mais acentuada e sem interrupções ao longo dos anos, encerrando 2025 com cerca de 9,1 mil famílias a menos em comparação com 2022.
Vale destacar que o governo federal lançou em setembro de 2025 o programa Gás do Povo, que substituirá gradualmente o Auxílio-Gás. A previsão é que mais de 114 mil famílias acreanas sejam beneficiadas com botijões gratuitos a partir de novembro de 2025, com expectativa de atingir 100% do público-alvo em março de 2026.
Causas da redução
A redução nos números pode estar relacionada a mudanças cadastrais, revisões do CadÚnico e critérios de elegibilidade, além de atualizações periódicas realizadas pelo Governo Federal. Estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que o Acre registrou aumento de 6,29 pontos percentuais das classes A, B e C entre 2022 e 2024, o que pode indicar que parte das famílias deixou os programas por melhora na renda.
Evolução do Número de Famílias Beneficiadas no Acre (2022-2026)
Bolsa Família
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2022: 133,4 mil famílias
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2023: 130,9 mil famílias
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2024: 133,9 mil famílias
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2025: 125 mil famílias
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Jan/2026: 124,8 mil famílias (com pagamento médio de R$ 733)
Auxílio-Gás
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2022: 54,6 mil famílias
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2023: 51,1 mil famílias
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2024: 50,5 mil famílias
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Dez/2025: 45,5 mil famílias
Análise dos dados:
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Queda no Bolsa Família: Apesar de uma oscilação com leve alta em 2024, o estado encerrou 2025 com 8,4 mil famílias a menos beneficiadas em comparação com 2022, e os dados de janeiro de 2026 (124,8 mil) confirmam a tendência de redução.
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Queda contínua no Auxílio-Gás: O programa apresentou retração anual consecutiva, acumulando uma redução de 9,1 mil famílias entre 2022 e dezembro de 2025.
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Possíveis causas: A redução pode estar relacionada a:
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Mudanças cadastrais e revisões do CadÚnico: O governo federal realiza verificações periódicas para garantir que os benefícios cheguem a quem realmente atende aos critérios. A Portaria 1.123/2025, por exemplo, atualizou os procedimentos para revisão de elegibilidade, priorizando famílias com crianças, gestantes e menor renda.
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Substituição do Auxílio-Gás pelo “Gás do Povo”: É importante notar que o Auxílio-Gás foi substituído pelo programa “Gás do Povo”. Este novo programa, que garante a recarga gratuita do botijão, tem critérios de elegibilidade específicos e prevê atender mais de 114 mil famílias no Acre até março de 2026. A queda no número de beneficiários do Auxílio-Gás pode refletir essa transição e a adaptação aos novos critérios, que incluem:
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Estar inscrito no CadÚnico com cadastro atualizado nos últimos 24 meses.
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Renda familiar per capita de até meio salário-mínimo.
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Ser beneficiário do Bolsa Família.
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Ter pelo menos dois integrantes na composição familiar (prioridade).
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Portanto, os dados indicam uma redução no número de famílias atendidas pelos programas anteriores, mas também apontam para uma reestruturação e potencial ampliação do benefício do gás com o novo formato “Gás do Povo”, que já começou a ser implementado no estado.

A queda no número de beneficiários do Auxílio-Gás pode refletir essa transição e a adaptação aos novos critérios. Foto: captada
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Com 90% dos serviços concluídos, Prefeitura prevê entrega do elevado Mamedio Bittar para 20 de março: “Novo cartão-postal de Rio Branco
O prefeito Bocalom destacou que os trabalhos estão em estágio avançado, com pintura da estrutura metálica, instalação da iluminação, construção dos lagos na parte inferior e início da colocação das placas laterais

Tenho certeza absoluta que o povo de Rio Branco vai continuar se orgulhando do nosso trabalho, principalmente nessa parte de infraestrutura”, declarou Bocalom. Foto: cedida
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, realizou na manhã desta quinta-feira, 19, uma visita técnica ao elevado Mamedio Bittar, localizado na Avenida Ceará. A agenda contou ainda com a presença do vice-prefeito Alysson Bestene. Durante a vistoria, o gestor reconheceu que a obra enfrentou atrasos, mas garantiu que o cronograma está na fase final.
“Sem dúvida nenhuma, a gente sabe que tivemos problemas seríssimos nessa obra. Foi entrega de aço que demorou demais, indústrias que vieram do Rio de Janeiro, a questão da chuva, muita chuva no mês de dezembro e janeiro. Tudo contribuiu para atrasar a entrega. Mas agora a informação que eu tenho da empresa é que até o dia 20 nós vamos ter tudo isso pronto”, afirmou.
O prefeito destacou que os trabalhos estão em estágio avançado, com pintura da estrutura metálica, instalação da iluminação, construção dos lagos na parte inferior e início da colocação das placas laterais.
“Eu acredito que, se Deus quiser, dia 20 de março a gente vai ter essa bela obra, que está marcando a nova estrutura da nossa cidade. Tenho certeza absoluta que o povo de Rio Branco vai continuar se orgulhando do nosso trabalho, principalmente nessa parte de infraestrutura”, declarou.

Tião Bocalom, realizou na manhã desta quinta-feira, 19, uma visita técnica ao elevado Mamedio Bittar, localizado na Avenida Ceará. Foto: captada
O vice-prefeito Alysson Bestene ressaltou a importância estratégica do elevado para a mobilidade urbana. Segundo ele, o trecho da Avenida Ceará concentra grande fluxo de veículos, especialmente por conta das universidades e de prédios públicos instalados na região.
“Já já a gente vai poder entregar para a população. Aqui tínhamos em torno de 20 a 25 minutos de trânsito paralisado por causa do fluxo. Essa decisão foi tomada para dar fluidez ao trânsito, baseada em estudos sobre o crescimento da cidade”, explicou.
Bestene também destacou que o viaduto vai além da mobilidade e se tornará um novo cartão-postal da capital, com valorização cultural por meio de grafites e intervenções artísticas de artistas locais. “Não é só uma obra de aço e concreto. É um marco cultural que resgata a identidade da cidade”, pontuou.

A agenda contou ainda com a presença do vice-prefeito Alysson Bestene. Durante a vistoria, o gestor reconheceu que a obra enfrentou atrasos, mas garantiu que o cronograma está na fase final. Foto: cedida
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Com tema sobre desigualdade social, Campanha da Fraternidade 2026 é lançada no Acre: ‘Conversão pessoal e social’
Lema escolhido foi ‘Ele veio morar entre nós’ (João 1:14), a fim de despertar a igreja e a sociedade para o déficit habitacional no Brasil. Campanha foi lançada nesta quarta-feira (18)

Em Rio Branco, o anúncio da campanha aconteceu na Catedral Nossa Senhora de Nazaré. Foto: Aline Pontes
Por Pâmela Celina
Quando o verbo faz moradia, a dignidade humana torna-se missão. É essa a direção que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) quer seguir e levar aos fiéis católicos na Campanha da Fraternidade 2026 que tem como tema “Fraternidade e Moradia” e lema “Ele veio morar entre nós”.
Em Rio Branco, o anúncio da campanha ocorreu nesta quarta-feira (18) na Catedral Nossa Senhora de Nazaré, no Centro da capital.
De acordo com a Igreja Católica, a proposta ‘busca promover uma profunda reflexão sobre o direito à moradia digna como um bem essencial para todas as pessoas e como compromisso de fé e cidadania’.
Conforme o bispo Dom Joaquín Pertiñez, bispo da Diocese de Rio Branco, a campanha, realizada há mais de seis décadas, se inicia junto ao período da Quaresma e traz pautas comunitárias e sociais, cujas práticas devem ecoar durante todo o ano.
“A campanha convida a reconhecer que a presença de Deus se manifesta na vida concreta da humanidade, especialmente na realidade de tantos que ainda vivem sem casa, em condições precárias ou em territórios marcados pela desigualdade social”, destacou.
O principal ponto abordado pela campanha, como aponta Dom Joaquín, está nos dados da realidade habitacional brasileira.
O objetivo central da Campanha da Fraternidade 2026 é, justamente, despertar tanto a igreja como a sociedade para o déficit habitacional que o país enfrenta. Além disso, busca incentivar também ações, debates e iniciativas que promovam o acesso à moradia, à terra e ao trabalho como direitos fundamentais.
Os objetivos específicos da Campanha da Fraternidade 2026 são:
- Analisar a realidade da moradia precária, admitida como normal e que culpabiliza os pobres e segrega milhões de pessoas no Brasil.
- Identificar omissões do poder público e da sociedade civil frente à universalização dos direitos à moradia e à cidade, bem como iniciativas pastorais, governamentais e da organização popular que promovem a moradia.
- Conscientizar, a partir da Palavra de Deus e do Ensino Social da Igreja, sobre a necessidade sagrada de teto, terra e trabalho para todos.
- Corrigir a compreensão da moradia como mercadoria, objeto de especulação ou mérito individual.
- Fortalecer a presença eclesial e o compromisso sociotransformador junto aos mais pobres, caminhando com os movimentos e organizações populares que promovem a moradia.
- Empenhar-se para efetivar leis e viabilizar políticas públicas de moradia em todas as esferas sociais e políticas.

Texto base da Campanha da Fraternidade 2026 apresenta seis objetivos específicos. Foto: Aline Pontes
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Ex-prefeito e ex-secretária são condenados pelo TCU por irregularidades em compra de testes de Covid em Sena Madureira
Mazinho Serafim e Nildete Lira do Nascimento, ambos de Sena Madureira, devem pagar multa individual de R$ 20 mil. Empresa contratada não possuía autorização da Anvisa

O órgão aponta também que é desconhecida a motivação da busca de cotação dos preços com a empresa que atuava no setor de engenharia. Foto: captada
Por Pâmela Celina
O ex-prefeito de Sena Madureira, interior do Acre, Mazinho Serafim, e a ex-secretária municipal de Saúde, Nildete Lira do Nascimento, foram condenados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por irregularidades na aquisição de testes rápidos IGG/IGM de antígeno de Sars-CoV-2, durante a pandemia de Covid-19. Ambos devem pagar uma multa de R$ 20 mil cada.
A investigação teve início a partir de denúncias que apontaram irregularidades entre dois contratos firmados pela prefeitura com a empresa B&F Brasil Ltda, em 2025.
Os contratos somaram mais de R$ 2,5 milhões e previam a aquisição de testes rápidos. O reportagem entrou em contato com os envolvidos e aguarda retorno.
Segundo a análise do órgão, foram identificadas duas irregularidades: o superfaturamento e a ausência de autorização de funcionamento da empresa.
- Na primeira irregularidade, o TCU identificou que a compra dos testes foi feita a preços superiores aos praticados no mercado na mesma época, principalmente na região Norte. Em alguns casos, os testes tinham o preço estimado entre R$ 95 e R$ 100, mas foram adquiridos por valores que chegaram até R$ 230, o que gerou um sobrepreço estimado em mais de R$ 700 mil;
- A segunda irregularidade, que o órgão considera a mais grave, a empresa contratada não possuía a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de não possuir a licença sanitária estadual. A AFE foi obtida somente em dezembro de 2021, meses após o encerramento dos contratos.
Conforme o entendimento do TCU, a ausência da autorização compromete a regularidade do fornecimento, principalmente no contexto de emergência sanitária, pois não há garantia de que os produtos que foram entregues ao município atenderam as exigências sanitárias legais.
“Tal situação não se comprovou nos autos, tornando imprestáveis os testes fornecidos, além de causar riscos diversos à população do ente federativo ocasionados por potenciais erros da testagem de pacientes suspeitos de terem contraído a doença”, detalhou parte do relatório.
O tribunal também identificou ausência de dados na documentação fiscal apresentada pela empresa, impedindo a verificação sobre as etapas da cadeia logística.
O órgão aponta também que é desconhecida a motivação da busca de cotação dos preços com a empresa que atuava no setor de engenharia.
“São desconhecidos os fatos que ensejaram a busca de uma cotação de preços para uma empresa recém-constituída cujo o ramo principal de atividade era a prestação de serviços de engenharia, além de não cumprir os requisitos legais aplicáveis para a comercialização de testes de Covid, ou seja, sem ter autorização de funcionamento e licença da vigilância sanitária”, descreve o relatório.

Em janeiro de 2026, a Polícia Fedral deflagrou a Operação Graco que investiga desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, conhecidas como emendas Pix. Foto: captada
Defesa e multa
De acordo com a decisão do TCU, o ex-prefeito de Sena Madureira e a ex-secretária de Saúde, além da empresa contratada, foram responsabilizados. Mazinho não apresentou defesa durante o prazo legal, sendo considerado revel, o que permitiu que o julgamento prosseguisse. Já Nildete Lira apresentou alegações de defesa.
O TCU concluiu que os prazos não haviam sido ultrapassados e entendeu que a contratação foi realizada de forma irregular e que houve erro grave na aquisição dos produtos de uma empresa sem autorização.
Com a decisão, o órgão aplicou multa individual no valor de R$ 20 mil a Mazinho Serafim e Nildete Lira do Nascimento, com prazo fixo de 15 dias, contados a partir da notificação, para que comprovem o recolhimento das dívidas aos cofres do Tesouro Nacional.
Polêmicas envolvendo o ex-prefeito
Ao longos dos quatro anos de mandato à frente da Prefeitura de Sena Madureira, entre 2017 e 2024, Mazinho Serafim já foi investigado cerca de três vezes, a maioria envolvendo sua administração com os recursos públicos.
O ex-gestor se envolveu em várias polêmicas. Ele foi acusado de usar sua posição para tentar se livrar de uma blitz. Também discutiu com um deputado, usando palavras ofensivas.
Em 2020, o ex-prefeito foi preso em flagrante por fazer boca de urna durante as eleições. Segundo a Polícia Federal, ele pedia votos nas ruas e distribuía santinhos no dia da votação.
Também em 2020, Mazinho foi chamado para explicar uma suspeita de compra de votos. No mesmo ano, ele e a esposa, a deputada Meire Serafim (União Brasil), foram denunciados por fazerem um churrasco durante a quarentena. Isso aconteceu no período mais grave da pandemia, quando a orientação era ficar em casa.
Já em 2021, ele foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), a devolver mais R$ 230,9 mil aos cofres públicos, após serem encontradas irregularidades em um pregão que ocorreu em 2018. E mesmo após o fim de sua gestão, o ex-prefeito ainda está envolvido em escândalos.
Em janeiro de 2025, a Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira instaurou uma investigação para apurar uma possível dívida de R$ 146 milhões deixada por Mazinho Serafim.
Em janeiro de 2026, a Polícia Fedral deflagrou a Operação Graco que investiga desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, conhecidas como emendas Pix, usados na contratação de três shows da Exposena Rural Show 2024. Mazinho é um dos alvos da apuração.

O tribunal também identificou ausência de dados na documentação fiscal apresentada pela empresa, impedindo a verificação sobre as etapas da cadeia logística. Foto: captada

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