Acre
Acre ocupa penúltima posição em ranking de sustentabilidade ambiental em 2025

Imagem ilustrativa/ reprodução
O Acre ficou em 26º lugar no Ranking de Competitividade dos Estados 2025, no pilar de Sustentabilidade Ambiental, ficando à frente apenas do Maranhão. Em relação ao ano passado, o estado caiu três posições, já que em 2024 ocupava o 23º lugar.
De acordo com o levantamento, o desempenho coloca em risco o padrão de desenvolvimento econômico de longo prazo do Acre, diante das severas restrições ambientais. Esse cenário, segundo a análise, tem se tornado cada vez mais evidente, com externalidades negativas antes pouco tangíveis se transformando em custos e prejuízos econômicos concretos no curto prazo.
O estudo reforça que os estados têm papel fundamental como indutores de um modelo de desenvolvimento sustentável, tanto na esfera rural quanto na urbana. No caso da Sustentabilidade Ambiental, são considerados indicadores relacionados a emissões de gases poluentes, desmatamento, manejo de esgoto, gestão de resíduos e uso de recursos hídricos. O pilar representa 9,2% do peso total do ranking geral.
Os indicadores do Pilar de Sustentabilidade Ambiental avaliados no Ranking de Competitividade dos Estados 2025 incluem: emissões de CO2 (SEEG/OC e Tendências); serviços urbanos (SINISA e IBGE); destinação inadequada do lixo (SINISA e IBGE); tratamento de esgoto (SINISA e IBGE); perda de água (SINISA); reciclagem de lixo (SINISA e IBGE); coleta seletiva de lixo (SINISA e IBGE); desmatamento (MapBiomas e IBGE); variação do desmatamento (MapBiomas); recuperação de áreas degradadas (MapBiomas e IBGE); transparência das ações de combate ao desmatamento (MapBiomas); área protegida na esfera estadual (Instituto Socioambiental, MMA e IBGE) e vegetação nativa nos imóveis rurais (Embrapa e IBGE).
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Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




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