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Ação da PCAC resulta na prisão de foragido da Justiça do Acre no Pará após 10 anos

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Foragido da Justiça do Acre é preso no Pará após troca de informações entre forças policiais. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio de trabalho de inteligência e cooperação interestadual, resultou na prisão de um foragido da Justiça acreana há 10 anos. A captura foi realizada pela Polícia Civil do Pará (PCPA), no município de Santa Maria/PA, após o repasse de informações que indicaram o paradeiro do investigado.

A prisão ocorreu na manhã desta quinta-feira, 8, no bairro Marilândia, durante o cumprimento de mandado judicial por policiais civis do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) de Castanhal, vinculado à PCPA.

O mandado de prisão foi expedido pelo Poder Judiciário do Acre em 2018, pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco/AC, em razão da prática do crime de roubo, previsto no artigo 157, § 2º, incisos I e II, do Código Penal.

Conforme as investigações conduzidas pela Polícia Civil do Acre, o crime ocorreu no dia 25 de novembro de 2007, por volta das 18h40, em um comércio localizado na Rodovia Transacreana, km 10, Ramal da União, km 35, zona rural de Rio Branco/AC. Na ocasião, dois homens anunciaram o assalto após colocarem um canivete no pescoço da vítima e subtraíram a quantia de R$ 2 mil.

Durante a ação criminosa, a vítima, que tinha 73 anos à época, entrou em luta corporal com os assaltantes e acabou sofrendo lesões no pescoço e no braço. O diretor de Inteligência da PCAC, delegado Nilton César Boscaro, destacou a importância da atuação conjunta. “As Polícias Civis estão trabalhando cada vez mais integradas, com intensa troca de informações para a realização das investigações criminais e cumprimento dos mandados judiciais”, afirmou.

Fonte: PCAC

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Criança de 9 anos é encontrada morta dentro de casa em Sena Madureira

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Uma criança de 9 anos foi encontrada morta dentro da própria residência na manhã desta quarta-feira (18), em Sena Madureira, no interior do Acre. O caso ocorreu na Rua Piauí, na região central do município, e gerou comoção entre moradores.

De acordo com informações preliminares, familiares encontraram a criança sem sinais vitais e acionaram as autoridades. Uma guarnição da Polícia Militar do Acre esteve no local para isolar a área e realizar os primeiros procedimentos.

As circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas. Equipes responsáveis pela investigação e pela perícia foram acionadas para apurar o caso e reunir informações que possam esclarecer o que ocorreu.

O caso segue sob investigação.

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Motorista envolvido na morte de jovem em Mâncio Lima fugiu e sofreu novo acidente

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O homem apontado como responsável pelo atropelamento que resultou na morte da jovem Wendyla Puyanawa, na madrugada desta quarta-feira (18), no bairro Guarani, em Mâncio Lima, se envolveu em um segundo sinistro logo após a colisão inicial. Ele ainda não foi identificado nem preso.

De acordo com a Polícia Militar do Acre, quando a guarnição chegou ao local do primeiro acidente, o veículo já não estava mais lá. Minutos depois, testemunhas informaram que o carro envolvido havia sido visto cerca de 800 metros à frente, onde o condutor perdeu o controle da direção e caiu em uma vala.

No segundo local, o automóvel foi encontrado com o capô amassado e o para-brisa quebrado, mas o motorista já havia fugido novamente. Segundo relato da passageira do veículo, o condutor trafegava no sentido Mâncio Lima–Cruzeiro do Sul quando colidiu com a motocicleta.

Conforme informou o cabo Rafael Mota, da Polícia Militar de Cruzeiro do Sul, após atingir a moto, o motorista não parou para prestar socorro, evadiu-se do local e, mesmo após se envolver no segundo acidente, também não permaneceu na área.

O caso segue sob investigação, e as autoridades trabalham para identificar e localizar o condutor.

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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).

Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.

No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.

A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.

Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.

O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.

Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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