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A Lucrativa Artimanha das Empresas Terceirizadas: Uma Denúncia Ignorada pela órgãos de segurança pública

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Willamis Franca

Nos bastidores de algumas empresas terceirizadas, uma jogada obscena está prejudicando milhares de trabalhadores contratados que prestam serviços ao setor público.

Essa prática, que tem passado despercebida pelos órgãos de segurança pública, revela uma realidade chocante que merece uma investigação séria e urgente por parte do Ministério Público e outras autoridades.

Muitos de nós já ouvimos falar sobre funcionários com salários atrasados ou vales alimentação não pagos, mas a culpa não recai apenas sobre a falta de verba do governo, como se quer fazer crer. Na verdade, algumas dessas empresas terceirizadas têm se aproveitado desses atrasos para encherem os próprios bolsos de forma vergonhosa, e isso ocorre graças a um estratégia simples, porem ignorada como ja disse pelos órgãos fiscalizadores.

A artimanha é a seguinte: essas empresas terceirizadas recebem o dinheiro do governo para pagar seus funcionários, mas em vez de repassá-lo imediatamente, aplicam-no na poupança durante três a quatro meses. O resultado? Os juros acumulados nesse período vão diretamente para os cofres da empresa, deixando os trabalhadores com salários atrasados e sem acesso aos benefícios que lhes são devidos.

A ironia dessa situação é que muitas vezes essas empresas terceirizadas são contratadas para prestar serviços essenciais à população, como segurança, limpeza, saúde e educação. Enquanto os trabalhadores que executam essas tarefas enfrentam dificuldades financeiras devido aos atrasos nos pagamentos, os empresários engravatados que gerenciam essas empresas aproveitam-se impunemente desse esquema lucrativo.

O que é mais preocupante é o silêncio ensurdecedor dos órgãos de segurança pública diante dessa prática delituosa. A falta de investigação e ação por parte dessas autoridades é desconcertante e levanta sérias questões sobre sua eficácia e comprometimento com a justiça.

O Ministério Público, como guardião dos direitos dos cidadãos, e as autoridades locais têm o dever de tomar medidas imediatas para expor e punir essa prática abominável. É hora de romper o ciclo de impunidade que permite que essas empresas prosperem à custa da exploração de trabalhadores e do dinheiro público.

Em um país onde a transparência e a justiça devem prevalecer, é inaceitável que uma artimanha tão escandalosa continue impune. O público merece respostas e ação por parte das autoridades responsáveis. Não podemos mais ignorar essa realidade, e cabe aos órgãos de segurança pública e ao Ministério Público assumirem a liderança na busca pela verdade e pela justiça. É hora de responsabilizar as empresas terceirizadas e aqueles que as supervisionam por suas ações prejudiciais e ilegais.

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Motorista brasileiro morre em acidente no Peru e corpo segue sem identificação completa

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Autoridades buscam familiares de Adelino Dias de Moura e acionam órgãos internacionais para esclarecer o caso

A Procuradoria está à procura de familiares do motorista de rebocador brasileiro Adelino Dias de Moura, que morreu na última segunda-feira após um acidente de trânsito na rodovia Arequipa-Puno, no Peru.

De acordo com as autoridades, o corpo da vítima permanece na morgue sem identificação completa. Diante da situação, a Procuradoria solicitou apoio ao Consulado Geral do Brasil no Peru, além de encaminhar pedidos de informação à SUNAT-Alfândega sobre a entrada dos veículos envolvidos no acidente no país.

As investigações também contam com o suporte da Interpol em Lima, que foi acionada para levantar dados junto às autoridades brasileiras, incluindo informações sobre a propriedade e o histórico dos veículos relacionados ao caso.

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Mulher em situação de rua fica gravemente ferida após atropelamento na Avenida Ceará, em Rio Branco

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Vítima sofreu fraturas e foi socorrida junto com motociclista envolvida no acidente

Uma mulher em situação de rua, identificada como Jucilene de Souza Xavier, de 36 anos, ficou ferida após ser atropelada na tarde desta quarta-feira (25), na Avenida Ceará, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco.

Segundo informações apuradas no local, uma motociclista trafegava no sentido bairro-centro em uma moto modelo Biz, de cor preta, quando a vítima atravessou a via correndo. A condutora ainda tentou desviar, mas Jucilene acabou indo em direção à motocicleta, provocando o atropelamento.

Com a força do impacto, a mulher sofreu múltiplas escoriações, um corte na cabeça e fraturas graves, incluindo tíbia e fíbula, além de suspeita de fratura no fêmur.

A motociclista também se feriu, apresentando escoriações pelo corpo e possível luxação no tornozelo esquerdo.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte básico. As vítimas receberam os primeiros atendimentos ainda no local e, após estabilização, foram encaminhadas ao Pronto-Socorro de Rio Branco.

O Policiamento de Trânsito esteve na área, registrou o Boletim de Acidente de Trânsito (BAT) e realizou os procedimentos necessários para apurar as circunstâncias do ocorrido.

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SINTEAC avalia proposta do governo e mantém mobilização da categoria para dia 1°

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A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, divulgou um vídeo nas redes sociais para esclarecer a proposta apresentada pelo governo do estado aos trabalhadores da educação.

Segundo a sindicalista, o Executivo propôs o pagamento de R$ 700 de auxílio-alimentação para servidores efetivos e R$ 500 de auxílio-saúde para aposentados. A proposta, no entanto, ainda será analisada pelos sindicatos antes de qualquer posicionamento oficial.

“Os sindicatos vão se reunir para avaliar e dar uma resposta. Ainda esta semana devemos discutir e encaminhar esse debate também na Assembleia Legislativa”, afirmou.

Rosana destacou que, apesar da proposta, pontos importantes da pauta da educação ainda não foram contemplados, como o Reajuste Geral Anual (RGA) e a recomposição da tabela salarial.

“Essa proposta não inclui o RGA. Além disso, temos outras pautas fundamentais, como o retorno da nossa tabela, que beneficia toda a categoria”, pontuou.

A presidente também informou que busca uma reunião com o secretário estadual de Educação, prevista possivelmente para sexta-feira, para avançar nas negociações.

“Estamos aguardando a confirmação de uma agenda. Existe uma expectativa de que o governo possa atender pautas antigas antes do fim do mandato”, disse.

Mesmo com as tratativas em andamento, o sindicato reforçou a convocação para o ato marcado para o dia 1º de abril, às 8h, em frente ao Palácio Rio Branco.

“Não desistimos da nossa pauta. Vamos seguir mobilizados. Todos juntos no dia 1º, em frente ao Palácio”, concluiu Rosana.

A mobilização faz parte das ações da categoria em busca de valorização profissional e recomposição das perdas salariais, que, segundo o sindicato, variam entre R$ 500 e R$ 2.610.

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