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Brasil

WSJ critica pressa da esquerda em tentar ‘condenar’ Bolsonaro de qualquer forma

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Em artigo, o jornal norte-americano também levanta suspeita sobre a parcialidade dos tribunais brasileiros

Jair Bolsonaro durante evento realizado em julho do ano passado
ADRIANO MACHADO/REUTERS – 6.7.2022

Com um artigo intitulado “Jair Bolsonaro tem direitos nos Estados Unidos”, o Wall Street Journal (WSJ) criticou deputados democratas — a esquerda progressista dos Estados Unidos — que defenderam a “extradição” do ex-presidente brasileiro. Bolsonaro está na Flórida desde 30 de dezembro, quando ingressou com visto diplomático.

No Brasil, o presidente Lula (PT) e seus aliados acusaram Bolsonaro, sem apresentarem qualquer prova, de conivência com os atos de vandalismo no Distrito Federal, no domingo 8.

Deputados de esquerda norte-americanos tomaram o mesmo caminho. Nas redes sociais, Alexandria Ocasio-Cortez deputada de Nova Iorque, afirmou que “os EUA devem parar de conceder refúgio a Bolsonaro na Flórida”, e Joaquin Castro, do Texas, foi além, afirmando à CNN que Bolsonaro “inspirou o terrorismo doméstico no Brasil” e “deveria ser enviado de volta ao Brasil”.

WSJ lembrou que Bolsonaro não foi acusado de nenhum crime pelas autoridades judiciárias e, portanto, não existe possibilidade de extradição. “Mas esse processo legal é demais para os democratas americanos, que querem o veredicto primeiro e a prova depois”, escreveu o jornal.

Segundo a publicação, apesar dos inquéritos instaurados para apurar eventual participação de Bolsonaro e das outras pessoas — mais de 1,2 mil foram presas — o jornal levanta suspeita da parcialidade dos tribunais brasileiros. “Ainda é cedo, e como os tribunais no Brasil foram politizados, há dúvidas legítimas sobre se ele pode obter uma audiência justa”, observou o WSJ.

Segundo o jornal, “Bolsonaro está nos EUA legalmente e não buscou proteção oficial”. “Se houver um pedido formal de extradição do Brasil, os tribunais dos EUA ouvirão o caso com base nas evidências”, ponderou.

O artigo encerra afirmando que a declaração de Castro, acusando Bolsonaro de ser “autoritário” prova que o deputado texano “está fazendo política”. “Na verdade, o senhor Bolsonaro não controlou nem o Congresso, nem a Suprema Corte, durante seu mandato de quatro anos, e sua agenda muitas vezes paralisou devido a restrições democráticas em seu poder”, escreveu o WSJ.

 

Por Revista Oeste

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Brasil

Campanha de vacinação contra a gripe já começou no Acre; público-alvo deve procurar unidades de saúde

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Estratégia do Ministério da Saúde visa reduzir complicações e internações por influenza

O Ministério da Saúde iniciou na última sexta-feira (27) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza em todo o país. No Acre, as unidades de saúde já estão preparadas para receber o público-alvo, com o objetivo de reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes da gripe.

Podem se vacinar:
  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
  • Gestantes e puérperas;
  • Povos indígenas e comunidades tradicionais;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Professores das redes públicas e privadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou condições clínicas especiais.

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir casos graves da doença e diminuir a pressão sobre o sistema de saúde durante o período de maior circulação viral.

Sinais de alerta:

A população deve ficar atenta a sintomas graves, como febre persistente, falta de ar, dor no peito ou queda na saturação de oxigênio. Nesses casos, a orientação é buscar atendimento médico imediato nas unidades de saúde ou pronto-atendimento.

A estratégia busca reduzir complicações, internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da gripe. No Acre, as unidades de saúde já estão preparadas para receber o público-alvo. Foto: captada 

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Brasil

Acre entra em nível de alerta para SRAG em meio ao avanço da influenza A no Brasil

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Estado integra lista de 22 unidades federativas com risco elevado; campanha de vacinação contra a gripe começa neste sábado

O Acre está entre os estados em nível de alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o mais recente boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O alerta ocorre em meio ao aumento de casos de SRAG associados ao vírus influenza A em diversas regiões do país.

Embora o Acre não figure entre os estados com crescimento direto de casos de influenza A, o estado integra a lista de 22 unidades federativas com nível de atividade considerado de alerta, risco ou alto risco nas últimas semanas. O aumento de hospitalizações por vírus respiratórios, como influenza A, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR), tem sido registrado principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, com maior impacto entre crianças e adolescentes.

A vacinação contra a gripe é uma das principais medidas para conter o avanço da doença, especialmente entre grupos prioritários, como idosos, pessoas com baixa imunidade e crianças. O uso de máscaras em ambientes fechados e com aglomeração também é recomendado, sobretudo para indivíduos com sintomas gripais.

A campanha nacional de vacinação começa neste sábado (28) em grande parte do país, incluindo Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. A imunização gratuita pelo Sistema Único de Saúde protege contra os principais vírus em circulação, como influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B.

Devem se vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos a partir de 60 anos, além de outros grupos vulneráveis, como profissionais da saúde e da educação, pessoas com comorbidades, povos indígenas e população em situação de rua.

Nos últimos 28 dias epidemiológicos, a influenza A respondeu por 27,8% dos casos positivos de SRAG no país, enquanto o rinovírus lidera com 45%. Entre os óbitos, a influenza A foi responsável por 35,9% das mortes registradas, segundo dados atualizados até 21 de março.

Devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos. Foto: captada 

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Morte de influenciador Lucas Dourado, aos 27 anos, causa comoção nas redes sociais

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Jovem havia publicado mensagem reflexiva horas antes; família pede respeito e diz não ter detalhes sobre o caso

A morte do influenciador Lucas Dourado, aos 27 anos, neste domingo (29), surpreendeu seguidores e gerou grande comoção nas redes sociais.

A confirmação foi feita pela família por meio de uma publicação. Em nota, os familiares informaram, com pesar, que Lucas “não está mais entre nós” e pediram respeito neste momento de dor, destacando que ainda não há muitas informações sobre o ocorrido.

“Este é um momento extremamente delicado para todos. Ainda não temos muitas informações a compartilhar. Pedimos respeito à família neste período de dor”, diz o comunicado.

A confirmação foi feita pela família por meio das redes sociais. Em nota, os familiares informaram. Foto: captada 

Horas antes de morrer, o influenciador havia publicado uma mensagem com tom forte e reflexivo, o que intensificou a repercussão entre seguidores.

Nascido em 25 de dezembro de 1998, Lucas acumulava cerca de 140 mil seguidores nas redes sociais, onde compartilhava reflexões pessoais, momentos do cotidiano e experiências de vida.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

Em nota, os familiares informaram, com pesar, que Lucas “não está mais entre nós” e pediram respeito neste momento de dor, destacando que ainda não há muitos detalhes sobre o ocorrido. Foto: captada 

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