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Vereador de Porto Walter está há mais de uma semana em Fortaleza: “nada para debater na Câmara”

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Esta não é a primeira polêmica do vereador Rosildo, que já foi condenado pela justiça do Acre a 3 meses e 15 dias de prisão em regime aberto por lesão corporal dolosa, violência doméstica e ameaça contra a namorada

A Câmara de Porto Walter, que conta com nove vereadores, não teve sessão na noite de quinta-feira, 15, por falta de quórum. Foto: cedida 

Mesmo não sendo época de recesso parlamentar, o presidente da Câmara Municipal de Porto Walter (AC), vereador Rosildo Cassiano Correa, está fora do município desde o último dia 9 de maio. Ele tem publicado fotografias em suas redes sociais mostrando que está em Fortaleza, no Ceará, onde tem visitado praias e shoppings.

A Câmara de Porto Walter, que conta com nove vereadores, não teve sessão na noite de quinta-feira, 15, por falta de quórum, quando não há a quantidade suficiente de vereadores para a realização dos trabalhos legislativos.

Rosildo disse a reportagem que de Fortaleza irá para Brasília, onde vai participar da Marcha dos Prefeitos, que terá início na segunda-feira (19).

“Eu faltei a uma sessão, porém não tinha nenhum projeto a ser votado. Vim passar três dias aqui e depois de amanhã vou pra Brasília participar da Marcha dos Prefeitos. Agora, quando chegar em Brasília, vou pedir diárias porque vou estar a trabalho. Eu viajei dia 9, uma sexta-feira e eu fui na sessão de quinta. Então só perdi uma sessão até agora e nem sessão não deu porque os vereadores não foram para a sessão porque não tinha nada a ser debatido na câmara, não tem um projeto indicação, não tinha nada. Eu vim aqui em Fortaleza e chego domingo em Brasília para participar da marcha dos prefeitos junto com o prefeito e outro vereador que tá vindo”, contou à reportagem.

Esta não é a primeira polêmica do vereador Rosildo, que já foi condenado pela justiça do Acre a 3 meses e 15 dias de prisão em regime aberto por lesão corporal dolosa, violência doméstica e ameaça contra a namorada e pagou uma indenização a ela. À época dos fatos, em novembro de 2021, a jovem tinha 17 anos.

A decisão, do último dia 24 de outubro, é da Vara de Proteção à Mulher e Execuções Penais da Comarca de Cruzeiro do Sul. Rosildo já foi presidente da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Porto Walter.

O caso

A agressão de Rosildo contra a namorada foi registrada na delegacia de Polícia Civil de Porto Walter em 1 de novembro de 2021. Na ocasião, o vereador foi preso em flagrante e conduzido pela Polícia Militar à delegacia de Polícia Civil, onde pagou fiança de R$ 3 mil e foi liberado no dia seguinte.

À época, Rosildo negou ao ac24horas a agressão contra a namorada, com quem se relacionava há mais de um ano. Ele disse que ficou nervoso porque ela estava falando com uma pessoa pelo celular. “Eu só tomei o celular dela e discutimos, mas eu não bati nela. Ela ainda se arrependeu e tentou tirar a queixa, mas não era mais possível”, contou.

O primeiro julgamento aconteceu em 2023, afirmando a condenação do acusado. A defesa recorreu e o processo foi transitado e julgado novamente no dia 04/03/2024, reafirmando a condenação do parlamentar.

O Ministério Público Eleitoral do Acre e o Partido dos trabalhadores (PT) pediram à Justiça Eleitoral a cassação do diploma do vereador mas ele foi empossado e novamente eleito presidente da Câmara Municipal.

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Alan Rick afirma que vice na chapa ao governo será escolhido na reta final e confirma conversas com grupo de Sena Madureira

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Senador citou o deputado Gene Diniz como um dos nomes em análise, mas destacou que a definição deve ocorrer próximo às convenções; composição envolve articulações com o MDB e outras regiões do estado

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores

Alan Rick diz que vice será definido como “última escolha” e confirma diálogo com grupo de Sena Madureira

O senador Alan Rick (Republicanos) detalhou, em entrevista à imprensa de Rio Branco, como tem sido o diálogo com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao governo do Acre. Entre os nomes citados, o senador confirmou a possibilidade do deputado Gene Diniz, irmão do prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz.

Ao ser questionado se a vaga de vice teria sido oferecida ao grupo de Sena Madureira, Alan confirmou as conversas:

“O nome do Gene foi colocado na mesa. E como eu te falei, o vice a gente não escolhe agora, né? O vice é uma das últimas escolhas que a gente faz”.

A informação gera um contraponto porque o prefeito de Sena também articula a indicação de um dos nomes da sua base para disputar as eleições pelo MDB, partido que está na base da atual vice-governadora Mailza. A informação foi confirmada pelo presidente do diretório municipal, Vagner Sales.

“O Gerlen é um cara maduro na política, sabe que existem composições que não podem ser feitas de forma intempestiva. A gente tem que olhar para todo o cenário político”, disse o senador.

Opções amplas e decisão estratégica

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores: “Tem o nome da querida Ana Paula [Correa], tem outros nomes… esses dias já citaram o nome do empresário Rico Leite”. Ele também não descartou uma composição com o Juruá: “Mas o vice também pode vir do Juruá, viu? Por que não? […] Vamos deixar as coisas acontecerem”.

Alan Rick foi enfático ao dizer que não pretende apressar a decisão, tratando-a como um movimento estratégico de última hora: “O vice é a última escolha. É lá já pertinho ou no meio das convenções que a gente, diante de todo o cenário criado, faz a escolha”.

Alan Rick (Republicanos) em entrevista para a imprensa de Rio Branco, tem diálogado com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao Governo do Estado. Foto: captada 

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Luiz Gonzaga condiciona permanência no PSDB à formação de chapa competitiva e sinaliza apoio a Bocalom

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Primeiro-secretário da Aleac afirma que aguarda definição dos nomes da chapa proporcional; parlamentar diz que, se ficar, apoiará a pré-candidatura de Tião Bocalom ao governo do Acre

Luiz Gonzaga, afirmou a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição. Foto: captada 

Luiz Gonzaga avalia ficar no PSDB para reeleição, mas aguarda definição de chapa

O deputado estadual e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Luiz Gonzaga, afirmou na manhã desta terça-feira (31) que avalia a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição, condicionando a decisão à formação de uma chapa competitiva no partido. Gonzaga frisou que ficar na sigla implicaria no apoio a Tião Bocalom, presidente do partido e pré-candidato ao governo do Acre em 2026.

Em conversa com a imprensa, Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da legenda antes de bater o martelo sobre seu futuro político.

“O presidente do partido ficou de me apresentar uma lista com os nomes dos pré-candidatos. Estou esperando isso para poder decidir. Sou do PSDB, já disputei mais de oito mandatos pelo partido. Se tiver chapa, possivelmente eu vou ficar e apoiar o Bocalom”, declarou.

 

Gonzaga foi presidente da Aleac e atualmente é o primeiro-secretário da Casa. O parlamentar sempre integrou a base de apoio ao governador Gladson Cameli.

Apesar das sinalizações, Gonzaga reforçou que ainda não há decisão definitiva e que o cenário político segue em construção.

Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da sigla antes de bater o martelo sobre seu futuro político. Foto: captada 

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Quatro deputados estaduais do Acre se filiam ao União Brasil em ato em Brasília

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Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo reforçam bancada da sigla no estado; partido já havia recebido adesão de Afonso Fernandes na última semana

Os deputados Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram suas filiações. Foto: captada 

União Brasil amplia bancada no Acre com filiação de quatro deputados estaduais

Os deputados estaduais Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram, nesta terça-feira (31), suas filiações ao União Brasil. O ato ocorreu em Brasília e contou com a presença do presidente nacional da sigla, Antônio Rueda, e do dirigente estadual, Fábio Rueda, consolidando um movimento que já vinha sendo articulado nos bastidores da política acreana.

Com a chegada dos quatro parlamentares, o União Brasil amplia significativamente sua representação no estado, tornando a chapa mais competitiva para as eleições de 2026. Na última semana, a sigla já havia recebido reforço com a filiação do deputado Afonso Fernandes.

A movimentação reforça a estratégia do partido de consolidar uma bancada robusta no Acre nos próximos meses, em meio às articulações para o pleito estadual e federal.

A articulação contou com a participação do presidente nacional do partido, Antônio Rueda. Foto: captada 

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