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Veja o que dá para fazer com prêmio da Mega-Sena de R$ 200 milhões
Se for aplicado na poupança, rendimento é de R$ 1,36 milhão por mês.
G1 lista exemplos de compras e negócios possíveis no valor do prêmio.
G1
O prêmio da Mega-Sena estimado para o sorteio de quarta-feira (25) é de R$ 200 milhões. É dinheiro que não acaba mais. Ou melhor, pode acabar sim, dependendo de como for gasto ou investido.
A Mega-Sena está há 10 edições sem um ganhador do prêmio principal. O valor acumulado atingiu o patamar dos super prêmios da Mega da Virada, e ampliou o recorde de maior prêmio regular da história da modalidade, informa a Caixa Econômica Federal.
Com R$ 200 milhões dá para comprar muita coisa. Para mostrar o que representa na prática todo esse dinheiro, o G1 listou alguns exemplos de negócios e compras possíveis nesse valor. Confira mais abaixo
E se quem ganhar optar por não mexer no dinheiro imediatamente, só de rendimento numa caderneta de poupança (modalidadde mais conservadora de aplicação financeira) o ganho será de R$ 1,36 milhão por mês.
Segundo a Caixa, apenas com o rendimento mensal do prêmio dá para comprar, a cada mês, “quatro imóveis de R$ 250 mil e para cada um deles, 3 carros populares”.
A economista Celina Ramalho, do Conselho Federal de Economia, orienta que os novos milionários consideram não somente os investimentos e a destinação do dinheiro, mas também a ocupação pessoal diante da nova vida, de forma que a fortuna possa ser gerida para o resto da vida e também pelos descendentes.
“Destinar R$ 200 milhões não é tarefa nada simples. A primeira sugestão que deve ser seguida pelo ganhador é buscar quem possa orientar para o uso e investimentos deste valor. Outra garantia que se recomenda é a formação, pelo menos até o nível superior, dos familiares jovens próximos ao premiado. E terceiro, aplicações financeiras ou em negócios, que podem ser desde uma propriedade agrícola, uma fábrica, uma franquia, uma empresa de serviços”, sugere.
Veja a seguir exemplos do que representa os R$ 200 milhões:
Rendimento de R$ 1,36 milhão por mês na poupança
Simulação feita pelo diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac, Miguel de Oliveira, mostra que se os R$ 200 milhões forem aplicados integralmente na caderneta de poupança, o rendimento será de 0,68% ao mês, ou o equivalente a R$ 1,36 milhão no primeiro mês.
O economista lembra, no entanto, que a poupança tem sido uma das modalidades com menor rentabilidade, perdendo para fundos de renda fixa e aplicações em CDB.
A simulação da Anefac aponta que os R$ 200 milhões renderiam 1,05% ao mês, ou R$ 2,1 milhões, numa aplicação em CDB, chegando a dar retorno de 1,11% ao mês, ou de R$ 2,22 milhões mensais, no caso de uma aplicação em fundo de renda fixa.
4 coberturas de luxo no Leblon
Segundo o corretor de imóveis Ricardo Whitaker, da Whitaker e Monteiro Imóveis, uma cobertura de frente ao mar, na orla do Leblon e Ipanema, com cerca de 600 metros quadrados, sai a partir de R$ 50 milhões.
O bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, possui o metro quadrado mais caro do país. Segundo a pesquisa Fipe/Zap, em outubro a média do preço do metro quadrado dos imóveis anunciados era de R$ 22,9 mil.
10 jatos da Embraer
O preço de lista de uma aeronave Phenom 100E da Embraer é na ordem de US$ 5 milhões, ou o equivalente a quase R$ 20 milhões. Portanto, com R$ 200 milhões é possivel comprar ao menos 10 desses jatos com capacidade para até 7 passageiros.
100 mil cabeças de gado
Se a idéia for investir no agronegócio, com R$ 200 milhões é possível comprar cerca de 100 mil cabeças de gado. Em São Paulo, o preço da cabeça de boi magro (12 arrobas) nelore está sendo negociado atualmente por volta de R$ 2 mil.
1 diamante azul
Com R$ 200 milhões na mão dá para tentar fazer uma oferta pelo diamante “Blue Moon, arrematado no começo do mês pelo preço recorde de US$ 48,4 milhões, o equivalente a R$ 180 milhões. O anel foi comprado por um magnata chinês, que passou a chamá-la “Blue Moon of Josephine”, em homenagem à sua filha de 7 anos.
425.531 cestas básicas
O preço médio da cesta básica chegou a R$ 470,05 na cidade de São Paulo, segundo a última pesquisa da Fundação Procon-SP. Com R$ 200 milhões, dá para comprar 425.531 cestas básicas, o que daria para alimentar por um ano cerca de 35 mil famílias.
253.807 salários mínimos
O valor atual do salário mínimo no país é de R$ 788. O valor de R$ 200 milhões equivale, portanto, a 253.807 salários mínimos, o suficiente para pagar por 30 anos o benefício mínimo para 700 aposentados.
40.800 iPhones 6s plus
A Apple começou a vender neste mês no Brasil os seus novos smartphone, iPhone 6s e iPhone 6s plus, por preços que variam entre R$ 4 mil e R$ 4,9 mil. Com R$ 200 milhões é possível, portanto, comprar mais de 40 mil aparelhos.
400 shows da dupla Jorge e Mateus
A dupla Jorge e Mateus, que neste ano comemora 10 anos de carreira, lidera a lista de cachês mais caros da música sertaneja, recebendo cerca de R$ 500 mil por show. Portanto, R$ 200 milhões equivalem a cerca de 400 shows da dupla.
200 lojas de franquias
O investimento inicial para abrir uma franquia de grandes redes costuma variar entre R$ 500 mil e R$ 2,5 milhões. A ABF (Associação Brasileira de Franchising) informa que o investimento total para abrir uma loja do Bob’s, por exemplo, varia de R$ 818,5 mil a R$ 2,1 milhões. Já para uma franquia do Habib´s o investimeto é entre R$ 900 mil e R$ 2,5 milhões.
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MJ sobre crítica por acordo no PL Antifacção: "Ficaríamos na retórica"

Após a aprovação do PL Antifacção pela Câmara dos Deputados, nessa terça-feira (24/2), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, saiu em defesa da atuação da pasta nas negociações do texto final e respondeu às críticas sobre o acordo construído em torno da proposta.
O projeto, relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), retomou pontos da versão original da Câmara, como a divisão de recursos de bens apreendidos entre a Polícia Federal (PF) e os estados — trecho criticado pelo governo e pela própria corporação.
Nos bastidores, integrantes da PF questionaram a articulação e alegaram falta de diálogo. Diante das críticas, Wellington César afirmou que o ministério atuou dentro dos limites regimentais possíveis no momento da votação.
“A iniciativa do projeto foi do governo. Todavia, existiam várias versões inicialmente na Câmara e depois uma versão no Senado”, explicou o ministro.
Segundo ele, quando ficou claro que a Mesa Diretora levaria a plenário a versão da Câmara — e não o texto aprovado pelo Senado —, o espaço de manobra era restrito. “Só existiam duas posturas possíveis: ou cruzarmos os braços e deixar que aquela versão tramitasse ou buscássemos melhorar aquela versão.”
Embora reconheça “grande afinidade” com o texto do Senado, o ministro afirmou que não havia possibilidade de defender formalmente aquela versão, pois ela não seria votada.
A estratégia, de acordo com o ministro, foi apresentar emendas de redação ao texto que iria ao plenário. “A única maneira possível de operar essa melhora, sob o ponto de vista do cabimento regimental, era através das emendas de redação. E nós buscamos exatamente, extraindo o sentido daquelas proposições constantes do PL do Senado, incorporá-las no texto indicado para a votação.”
Sugestões
Wellington César afirmou, durante entrevista coletiva, que parte significativa das sugestões foi acolhida. “Foram 23 proposições — 12 a 14, depende do critério de sublíderes — incorporadas. Então nós temos certeza de que produzimos um texto melhor.”
Ele argumentou que, sem essa iniciativa formal, a atuação do ministério teria sido apenas simbólica. “Se nós expressássemos apenas uma simpatia pelo texto do Senado e não fizéssemos as propostas regimentalmente cabíveis, nós ficaríamos limitados a esse âmbito retórico.”
A proposta segue agora para sanção ou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para o ministro, a pasta cumpriu seu papel institucional. “Além da iniciativa do governo, o Ministério da Justiça, nessa tradição, nessa ocasião, exerceu o papel que devia: melhorar o produto legislativo final.”
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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STM dá 10 dias para Bolsonaro se defender sobre perda de patente

O Superior Tribunal Militar (STM) notificou, nessa segunda-feira (23/2), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para apresentar defesa no processo que pode resultar na perda de sua patente.
Segundo informações de interlocutores ao Metrópoles, na coluna Manoela Alcântara, o
A representação foi protocolada pelo Ministério Público Militar (MPM) em 3 de fevereiro deste ano.Mesmo condenado, Bolsonaro é capitão da reserva do Exército Brasileiro (EB).
O pedido envolve Bolsonaro e militares condenados no chamado núcleo 1 da trama golpista julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Cabe ao STM avaliar se os oficiais são considerados indignos ou incompatíveis com o oficialato — o que pode levar à perda do posto e da patente.
Além de Bolsonaro, o MPM também requereu a perda de patente do ex-comandante da Marinha Almir Garnier e dos generais Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto.
Data de representações do MPM ao STM:
- O general Augusto Heleno foi citado em 12 de fevereiro e teve prazo até segunda-feira (23) para apresentar defesa por escrito.
- Almir Garnier e Paulo Sérgio também foram citados com Bolsonaro nesta segunda-feira.
Entenda julgamento inédito
- Será a primeira vez que os ministros do STM analisarão pedidos de perda de postos e patentes de militares nessas circunstâncias.
- Em 2025, a Primeira Turma do STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a trama golpista relacionada aos atos de 8 de janeiro. Após o trânsito em julgado — quando não há mais possibilidade de recurso — o STF determinou a prisão dos condenados e encaminhou ao STM a análise sobre a eventual perda das patentes.
- O STM não reavalia os crimes já julgados pelo STF. A Corte Militar examina apenas se, diante das condenações, os oficiais se tornaram indignos ou incompatíveis com o oficialato.
- A decisão tem natureza estatutária e disciplinar, e não penal. Caso a perda do posto seja decretada, a execução administrativa caberá aos comandos das respectivas Forças Armadas.
- Pela Constituição, crimes militares são de competência da Justiça Militar. Já crimes comuns com repercussão constitucional — como os relacionados aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro — são julgados pelo STF.
- O STM é composto por 15 ministros: cinco civis e 10 militares — quatro do Exército, três da Marinha e três da Aeronáutica.
- Apesar de tratar da eventual perda de patente, o rito adotado na Justiça Militar não altera as penas impostas pelo STF.
A medida do MPM ocorre porque todos os condenados receberam penas superiores a dois anos de prisão, e as execuções penais já estão em curso. Todos cumprem atualmente as penas determinadas pela Primeira Turma do STF.
Rito
Caso não haja apresentação de defesa no prazo, o relator deverá designar um defensor público para atuar no processo. Ao longo do julgamento, será decidido se os condenados devem ou não perder suas patentes, com respeito ao devido processo legal e previsão de sustentação oral das partes, nos moldes do que ocorre na Justiça comum.
Se Bolsonaro e os demais forem declarados indignos ou incompatíveis com o oficialato, poderão perder o direito de receber diretamente seus vencimentos. Nesse caso, o soldo é convertido em pensão a ser paga à esposa ou aos filhos.
Bolsonaro completa um mês de prisão na Papudinha
No dia 15 de fevereiro, o ex-presidente completou um mês de prisão no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha, situada em Brasília (DF).
O ex-mandatário foi transferido, no dia 15 de janeiro, para a Sala de Estado Maior no complexo penitenciário após pouco mais de 2 meses detido na superintendência da Polícia Federal.
Apesar do isolamento imposto pela prisão, o ex-presidente busca manter sua influência eleitoral, ao assumir decisões sobre candidaturas e alianças do PL em nível nacional.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Flávio anuncia proposta para acabar com reeleição para presidente

O pré-candidato à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciou nesta quarta-feira (25/2) que vai apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para acabar com a reeleição para a presidência da República.
O texto ainda está na fase de coleta de assinaturas e deve ser protocolado, oficialmente, no Senado apenas depois de o parlamentar reunir, no mínimo, 27 assinaturas.
Flávio anunciou a proposta em reunião com deputados e senadores da bancada do PL no Congresso. No encontro, o senador cobrou “união” dos correligionários e pediu ajuda para construir a sua campanha ao Planalto.
Segundo o texto da PEC sugerido por Flávio, apenas governadores e prefeitos poderão continuar a ser reeleitos. As reeleições para o Palácio do Planalto seriam proibidas, ainda de acordo com a proposta.
O senador afirmou que a medida é um “gesto” à população e uma demonstração de que ele não pretende disputar a Presidência por “um projeto pessoal.
“Protocolei uma proposta para confirmar aquilo que já havia dito de que presidente da República deve ser presidente por um mandato apenas. Estou fazendo um gesto público. Acho que é um gesto que dou para mostrar que não é um projeto pessoal, é de país”, disse.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL



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