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Última Sessão Ordinária de 2015 acontece com aprovação de LOA

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Christiane Araújo – CMB

A Câmara Municipal de Brasileia realizou a última Sessão Ordinária do ano de 2015, que contou com a presença de todos os Vereadores do município de Brasileia. Dado os inúmeros pedido, bem como a votação da Lei número 014/ 2014.

No Grande Expediente, a Vereadora Erizete Lima (PT) solicitou que seja enviado documento a Defensoria Pública, para solicitar que seja ampliado o atendimento para maior número de pessoas no município de Brasileia e solicitou que o bairro Francisco Peixoto seja regularizado, uma vez que os estudos necessários para a referida regularização. “Como ampliaremos o perímetro urbano, se nem os bairro já existentes estão sendo atendidos com infraestrutura necessária”.

O vereador Rosildo Freitas (PT) solicitou Moção de Pesar a família de Irismar Azevedo Marcelino, pelo seu falecimento. E parabenizou a Escola Valéria Bispo Sabala pela organização em virtude da colação de grau que aconteceu no último final de semana. “Foi uma festa de formatura muito bonita, pois antes nós só víamos isso no meio urbano”, afirmou.

O vereador Joelso Pontes (PP) solicitou Moção de Pesar a esposa do Senhor “José do Brejo”, pelo seu falecimento. Que seja encaminhado oficio à Prefeitura de Brasileia para que seja informado sobre as ruas que serão contempladas com trabalho de melhoria, através de liberação de recursos pela Caixa Econômica Federal.

A vereadora Fernanda Hassem solicitou que a Secretaria Municipal de Saúde comece a aderir ao Programa “Saúde do Trabalhador”, uma vez que beneficiará aquelas pessoas que trabalham durante o dia todo. Fernanda solicitou trabalho de melhoramento em um bueiro estourado na Rua Pedro pereira, bairro Raimundo Chaar. E que a praça dos seringueiros seja contemplada com trabalho de iluminação pública. Sobre a praça Waldemir Lopes, a vereadora solicitou que sejam recolocados os assentos. Sobre a Pousada Vila Brasília, Fernanda Hassem solicitou o Projeto da construção da Escola que será construída naquele local, bem como o material que existia, como mesas, cadeiras e outros bens matérias públicos.

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VOTAÇÃO DA LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL

Na mesma Sessão, os Vereadores votaram a Lei número 014/ 2014, de 28 de Setembro de 2015, que Estima a Receita e fixa Despesa do Município de Brasileia para o exercício de 2016, oriundo do Poder Executivo municipal. No Projeto foram apresentadas duas Emendas modificativas no artigo sexto: Uma pela bancada de situação, que fixa o valor de 25% para a LOA (Lei Orçamentária Anual) e a outra pela bancada de oposição, que estipula o valor de 15% .

O Secretário de Finanças da Prefeitura de Brasileia, Josué Wiliam, veio à Tribuna esclarecer a respeito da necessidade de a Lei ser aprovada em sua totalidade. A Emenda modificativa que prevê o valor de remanejamento para 25%, sendo o Projeto aprovado com essa Emenda Modificativa.

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Educação como antídoto: escolas do Acre viram linha de frente contra o Aedes aegypti

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Projeto “Todos contra o Aedes” transforma alunos e professores da rede pública em agentes de saúde e mobilização comunitária para conter dengue, zika e chikungunya

A rede pública de ensino do Acre assumiu um papel decisivo na luta contra as arboviroses. Com o projeto “Todos contra o Aedes aegypti”, escolas se tornaram centros de mobilização e aprendizado, unindo educação, ciência e cidadania no combate aos focos de dengue, zika e chikungunya. A iniciativa mostra, na prática, como o conhecimento pode salvar vidas e transformar hábitos.

Desenvolvido pelo Instituto Sapien, com financiamento do Ministério da Saúde e apoio da Sesacre, da Secretaria de Educação e Cultura (SEE) e do Governo do Acre, o projeto já alcança 15,4 mil alunos e 616 professores dos anos iniciais do Ensino Fundamental em dez municípios. Com materiais pedagógicos interativos, jogos, vídeos educativos e atividades em campo, o programa ensina como identificar e eliminar criadouros do mosquito, levando o aprendizado para além da sala de aula — até as casas e comunidades.

O contexto reforça a urgência dessa ação. Somente no início de 2024, o Acre registrou 6.510 casos prováveis de dengue, sendo 1.174 confirmados, segundo balanço da Sesacre. A incidência chegou a 784,3 casos por 100 mil habitantes, com ocorrências em 21 dos 22 municípios. Diante desse cenário, intensificar ações de educação e prevenção tornou-se prioridade.

Nas escolas, professores são capacitados para tratar o tema de forma transversal, alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). As atividades integram ciência, cidadania e responsabilidade coletiva. Estudantes participam de rodas de conversa, produzem campanhas educativas, realizam vistorias e aprendem a orientar familiares e vizinhos sobre como eliminar criadouros.

Cada aluno se torna um multiplicador de informação, apto a identificar riscos e incentivar a mudança de comportamento. E pequenas mudanças como tampar reservatórios e eliminar água parada podem fazer uma diferença enorme, reduzindo significativamente a presença do Aedes.

O projeto também investe em monitoramento e avaliação de resultados, para medir impactos e aperfeiçoar metodologias. O modelo aplicado no Acre tem potencial para inspirar outras regiões do país, mostrando que educação e saúde são aliadas estratégicas na prevenção de doenças e na construção de comunidades mais conscientes.

No Instagram @todoscontraoaedesaegypti.

O convite é claro: a luta contra o Aedes começa em cada casa — e a transformação começa com a educação.

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Acre é o 6º em infraestrutura no Norte e 26º no país, aponta Ranking de Competitividade 2025

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Estudo aponta baixo investimento, destinação inadequada de recursos e deficiências regulatórias como entraves; setor é o 3º pilar mais importante do índice

O levantamento reforça que a fragilidade na infraestrutura segue como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento econômico no país. Foto: captada 

O Acre ocupa a 6ª posição entre os estados da Região Norte e figura na 26ª colocação no ranking nacional de infraestrutura, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025. O estudo aponta que a fragilidade em áreas como malha rodoviária, fornecimento de energia, telecomunicações, saneamento básico e transporte aéreo segue como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento econômico no estado.

O levantamento atribui a posição a fatores como baixo volume de investimentos, destinação inadequada de recursos públicos e deficiências regulatórias, que impactam a capacidade de crescimento local. A infraestrutura é o terceiro pilar mais relevante da avaliação, com peso de 11,4% no índice geral, analisando indicadores de acesso, qualidade e custo dos serviços.

O estudo reforça que, mesmo quando os sistemas estão presentes, muitos operam em condições inadequadas ou com custos elevados, o que afeta tanto a população quanto o setor produtivo. A situação reflete desafios que vão desde a ausência de estrutura essencial até a precariedade dos serviços ofertados, limitando a competitividade do estado no cenário nacional.

Peso da infraestrutura no ranking:
  • Terceiro pilar mais relevante, com 11,4% de influência no índice geral;

  • Indicadores analisados: Malha rodoviária, fornecimento de energia, telecomunicações, saneamento básico e transporte aéreo;

  • Critérios: Acesso, qualidade e custo dos serviços.

Principais gargalos no Acre:
  • Rodovias: BR-364 e AC-40 em estado crítico, com trechos interditados e alto custo logístico;

  • Energia: Altos preços e falhas frequentes no fornecimento, especialmente no interior;

  • Saneamento: Menos de 30% da população tem acesso à coleta de esgoto;

  • Telecomunicações: Cobertura irregular de internet em comunidades rurais.

A infraestrutura precária eleva o custo de produção, desestimula investimentos privados e prejudica a competitividade de setores como o agronegócio e o turismo.

O estado fica à frente apenas do Amapá (27º) no Norte, mas abaixo de Rondônia (21º), Amazonas (22º) e Pará (23º).

A posição 26ª no país reflete um problema crônico: o estado não consegue atrair investimentos significativos justamente por carecer das condições básicas (estradas, energia, comunicação) que seriam necessárias para alavancá-los – um círculo vicioso que exige intervenção estratégica e parcerias com a União.

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Corpo é encontrado boiando no Rio Acre dentro de saco amarrado, na zona rural de Rio Branco

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Vítima ainda não identificada foi localizada por morador da região; Polícia Civil investiga o caso como homicídio

O Corpo de Bombeiros Militar do Acre resgatou, na noite desta terça-feira (3), o corpo de um homem ainda não identificado, encontrado boiando no Rio Acre, nas proximidades do Ramal da Usina, na zona rural de Rio Branco.

De acordo com informações preliminares, um morador da região navegava pelo rio em uma canoa quando percebeu um volume sendo levado pela correnteza. Ao se aproximar para verificar, constatou que se tratava de um corpo humano enrolado e amarrado dentro de um saco.

Diante da situação, o colono acionou imediatamente o Corpo de Bombeiros. Uma guarnição do Pelotão Náutico foi deslocada até o local e realizou o resgate do cadáver, que estava amarrado próximo a uma embarcação, aguardando a retirada pela equipe especializada.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e realizou o recolhimento do corpo, que foi encaminhado à sede do órgão, no bairro da Base, onde passará por exames periciais. Segundo as autoridades, a vítima aparenta ser um homem com idade estimada entre 60 e 70 anos e será submetida a procedimentos de papiloscopia para identificação.

Inicialmente, não foram constatados sinais aparentes de violência. No entanto, a Polícia Civil trata o caso como homicídio, devido ao fato de o corpo ter sido ensacado e amarrado antes de ser lançado no rio.

As circunstâncias da morte ainda são desconhecidas. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e novas informações poderão ser divulgadas a qualquer momento.

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