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UE suspende retaliação contra tarifas dos EUA por 90 dias e pede negociação

Foto: Anna Moneymaker/Getty Images
A União Europeia decidiu hoje que vai suspender por 90 dias as primeiras contramedidas contra as tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A decisão foi comunicada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O que aconteceu
Decisão foi comunicada após Trump suspender tarifas recíprocas por 90 dias para “quem não retaliou”. O presidente dos EUA escalou a guerra comercial com a China, aumentando a imposição sobre Pequim para 125%, enquanto unificou todas as taxas em 10% para os demais países.
“O trabalho preparatório para contramedidas adicionais continua. Como disse antes, todas as opções continuam na mesa”, ressaltou von der Leyen.
“Tomamos nota do anúncio feito pelo presidente Trump. Queremos dar uma chance às negociações. Enquanto finalizamos a adoção das contramedidas da UE que tiveram forte apoio de nossos Estados-membros, nós as colocaremos em espera por 90 dias”
Ursula von der Leyen, em publicação no X
Ontem, a União Europeia já havia adiantado a possibilidade de suspensão das tarifas. “As tarifas da UE podem ser suspensas a qualquer momento se os EUA concordarem com um resultado negociado justo e equilibrado”, disse o porta-voz comercial da Comissão, Olof Gill.
O volume de importações dos EUA afetadas pelas tarifas da UE seria de cerca de 22 bilhões de euros por ano. A decisão foi tomada após o anúncio de Trump de colocar taxas sobre o aço europeu.
Europa aprovou lei para retaliação ontem
A Europa votou ontem pela aprovação de uma lei com produtos americanos que serão alvos de retaliação. A ideia do bloco é a de aplicar tarifas de 25% contra uma variedade de produtos, que vão desde amêndoas a iates, passando por motocicletas, soja e aço. Apenas a Hungria – um aliado do governo Trump – se opôs ao pacote, enquanto todos os outros 26 países votaram a favor.
A previsão é de que as tarifas europeias fossem estabelecidas em três etapas, com a primeira começando em 15 de abril, afetando 3,9 bilhões de euros em produtos. Depois, uma segunda parcela seria estabelecida em 16 de maio, atingindo 13,5 bilhões de euros e, em 1º de dezembro, a soja seria incluída na lista, a um valor de 3,5 bilhões de euros. A ideia da aplicação da sanção em etapas, é dar espaço para uma negociação.
Fonte: UOL
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Homem não paga programa e foge pela janela do 3° andar de prédio

Um homem fugiu pela janela de um apartamento no terceiro andar de um prédio residencial após uma discussão na noite de domingo (8/2) em Maringá (PR). O momento da “fuga” foi registrado em vídeo e repercutiu no condomínio do prédio e nas redes sociais.
Segundo informações apuradas pela reportagem do GMC Online, parceiro do Metrópoles, o rapaz teria contratado um programa, mas, no momento do pagamento, não tinha dinheiro para quitar o valor combinado. Diante da situação, houve discussão e gritaria no interior do apartamento, o que alertou moradores do condomínio.
Leia a reportagem completa e veja o vídeo em GMC Online.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Carlos após visitar Bolsonaro: "Não sei de onde o velho tira forças"

Após visitar o pai, Jair Bolsonaro, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) disse que o ex-presidente enfrentou uma noite difícil em razão de “condições crônicas de soluço”, que teriam persistido durante toda a madrugada desta quarta-feira (11/2). Bolsonaro encontra-se preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, também conhecido como Papudinha. “Não sei de onde o velho tira forças”, escreveu na rede social X.
Na publicação, Carlos demonstrou preocupação com o risco de broncoaspiração, mencionando a possibilidade de agravamento do estado de saúde do pai.
Carlos declarou que o pai está nessas condições há mais de seis meses. “Como filho, dói. Como brasileiro, inquieta. A sensação de impotência é grande, mas maior ainda é a convicção de que nenhum país se fortalece quando a covardia substitui o respeito às garantias constitucionais e à dignidade”, escreveu.
Ele também criticou as condições do ex-presidente no presídio. “A rotina imposta a ele e a outros presos políticos é desumana. Independentemente de posições ideológicas, o Brasil precisa reencontrar equilíbrio, serenidade e confiança nas instituições”, defendeu.
Por fim, o filho agradeceu pelas manifestações de apoio. “Eu sinceramente não sei de onde o velho tira forças. Mesmo diante das dificuldades, ele se mantém firme pelo que acredita e pelo Brasil que defende. Obrigado a todos pelas considerações e pelo carinho de sempre para com ele. Mais um dia que segue”, ressaltou.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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“Escala 6×1 pode provocar colapso econômico”, diz frente parlamentar

Em um manifesto divulgado nessa terça-feira (10/2), a Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) do Congresso Nacional alerta que a PEC que propõe o fim da escala 6×1 pode provocar colapso econômico e social no Brasil.
O presidente da FPMAQ, deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP), diz: “Estamos diante de uma discussão extremamente sensível. Um projeto que, em tese, nasce com a intenção de melhorar a vida do trabalhador pode, na prática, gerar efeito oposto: fechamento de empresas, perda de empregos e aumento da informalidade. Não podemos tratar um tema dessa magnitude com populismo ou pressa eleitoral”.
Nesta semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou o projeto da jornada 6×1, que estava parado, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Casa, para dar início à tramitação do texto.
Motta também afirmou que a proposta está entre as principais prioridades da Câmara para este ano e que a PEC deve ser votada até maio, no plenário da Casa.
A proposta, de autoria de Erika Hilton (PSol-SP), sugere a redução da jornada máxima para 36 horas semanais, distribuídas em quatro dias de trabalho. Atualmente, a Constituição fixa o limite em 44 horas semanais, sem definir a divisão por dias.
Além disso, antes de enviar o texto, o dirigente da Casa apensou uma outra proposta, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), ao texto.
Resistência
A proposta enfrenta resistência de parlamentares da oposição ao governo no Congresso Nacional. O principal argumento é o de que a proposta pode prejudicar empresários.
A tramitação do projeto também é vista como um gesto de Motta ao governo e pode beneficiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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