Acre
Tião Viana se irrita sobre dívida da Dom Porquito: “E daí, toda empresa no mundo deve”
Questionado se sua gestão não acompanha a administração da Dom Porquito, Tião Viana afirmou que o governo é apenas cotista e que as dívidas nada tem a ver com o Executivo.

Dom Porquito, fruto de uma parceria público-privada e que contou com um aporte financeiro de R$ 30 milhões do governo do Acre (Foto: Ascom)
Por Gina Menezes
O governador do Acre, Tião Viana (PT), reagiu de forma exasperada aos questionamentos da reportagem da Folha do Acre sobre o pedido de falência da empresa Dom Porquito, fruto de uma parceria público-privada e que contou com um aporte financeiro de R$ 30 milhões do governo do Acre, além de incentivos fiscais e outras benesses.
A reportagem da Folha do Acreentrevistou o governador Tião Viana (PT) na manhã desta sexta-feira (19) e ele reagiu de forma ríspida ao ser questionado sobre as dívidas da empresa Dom Porquito e sobre a necessidade do governo fiscalizar os investimentos feitos com recursos do contribuinte.
A respeito do pedido de falência da Dom Porquito, que possui uma dívida milionária com a empresa Pedra Norte, Tião afirmou que o assunto será discutido na Justiça e frisou que todas as empresas do mundo têm dívidas, inclusive as empresas geridas pelo capital privado, mas que contaram com generosos aportes do governo.
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“Qual empresa do mundo não tem dívida? Me diga apenas uma empresa que não tem dívida? Essa da Pedra Norte vai ser discutida na Justiça que é o fórum legítimo”, disse o governador irritado.
Governador Tião Viana afirmou que o governo é apenas cotista e que as dívidas nada tem a ver com o Executivo (Foto: ilustrativa)
Questionado se sua gestão não acompanha a administração da Dom Porquito, em cumprimento a Lei 11.079/2014, que fala sobre o governo compartilhar riscos e fiscalizar o destino dos investimentos públicos, Tião Viana afirmou que o governo é apenas cotista e que as dívidas nada tem a ver com o Executivo.
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‘A Pedra Norte não é banco de fomento’, dispara Jarbas Soster sobre dívida da Dom Porquito

O empresário Jarbas Soster, diretor-presidente do grupo Pedra Norte, usou o Facebook para afirmar que levará as cobranças adiante (Foto: montagem)
Por Gina Meneses
Não é banco de fomento
Responsável por ações judiciais de cobranças contra empresas público-privadas, como Peixes da Amazônia e Dom Porquito, sendo que esta última já foi feito até o pedido de falência, o empresário Jarbas Soster, diretor-presidente do grupo Pedra Norte, usou o Facebook para afirmar que levará as cobranças adiante e mandou um recado ao governo e empresários dos quais o Executivo foi uma espécie de avalista.
“A Pedra Norte não é banco de fomento”, disparou o empresário, deixando bem claro que a torneira foi fechada e que a empresa dele não tem como objetivo capital fixo e de giro para empreendimentos.
Simples
A verdade é que Jarbas Soster está correto. A empresa dele é privada, não tem recursos públicos investidos nela e não há porque ele dar dinheiro para o governo. Se pegou emprestado tem que devolver, obviamente. Se há uma dívida que seja paga como manda a lei.
Grave
Grave essa denúncia a respeito da saúde econômica da empresa Dom Porquito que acabou te ter o pedido de falência feito pela credora deles, a Pedra Norte. É o dinheiro dos acreanos que está investido lá e não se sabe onde tudo isso vai parar.
Cadê?
Como o governo investe tanto dinheiro em um negócio e não acompanha a saúde econômica do investimento? Cadê o conselho gestor desse negócio?
Produtos Dom Porquito
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Acre
Professora implora cirurgia neurológica urgente a governador Gladson Cameli e relata risco de morte após espera de um ano por procedimento no Acre
Cremilda Lopes Rodrigues, de 58 anos, professora aposentada, aguarda desde fevereiro de 2025 a realização de uma angioplastia com implante de stent intracraniano para tratamento de aneurismas cerebrais, em Rio Branco. Segundo laudos médicos apresentados pela paciente, o caso é considerado urgente devido ao risco de ruptura.
O procedimento foi solicitado pelo médico neurologista Rogério Ivan Ortiz. No entanto, a cirurgia não está sendo realizada no Hospital Santa Juliana, unidade onde executa os atendimentos cirúrgicos do Sistema Único de Saúde (SUS) pelo Estado.
Cremilda gravou um vídeo relatando a situação e pedindo apoio das autoridades. No apelo, afirmou viver sob constante preocupação enquanto aguarda a marcação do procedimento.
“Eu tô aqui como mãe, como vó, pedindo misericórdia das autoridades. Faça alguma coisa, porque não é fácil viver assim. Eu preciso que o governador do Estado do Acre compre stents para que essa cirurgia seja menos invasiva.”
Segundo a professora, o primeiro laudo médico foi emitido há cerca de um ano e encaminhado ao Ministério Público. Um novo documento, entregue há aproximadamente um mês, reforçou o pedido de urgência.
“Segundo o neurocirurgião, eu corro um alto risco de vida desses aneurismas sangrarem. Se sangrar, minha chance de sobreviver é de cerca de 2%.”
A paciente também relata que, pelo método cirúrgico convencional, existe risco de perda de visão, pois o aneurisma estaria comprimindo um nervo óptico. Enquanto aguarda a cirurgia, ela afirma que precisou mudar de residência com a família por conta da situação de saúde.
De acordo com Cremilda, ao longo do período ela recebeu promessas de apoio, mas nenhuma medida efetiva foi adotada até o momento. A apreensão aumenta à medida que o procedimento não é agendado e o risco apontado em laudo médico permanece.
O espaço permanece aberto para manifestação dos órgãos de saúde responsáveis.
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Acre
Prefeitura de Rio Branco cobra repasses federais para a Assistência Social do Acre na 36ª Reunião da CIT SUAS
A reunião teve como um dos principais focos a cobrança de recursos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos
Com o objetivo de cobrar os recursos prometidos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, na manhã desta quarta-feira (11), o secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, João Marcos Luz, esteve presente na 36ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), realizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 9º andar, Sala 902, em Brasília/DF.
O encontro teve como um dos principais focos a cobrança de recursos para a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, que, até o momento, não foram repassados pelo governo federal, apesar de promessas anteriores.
João Marcos Luz, que também atua como gestor da política de assistência social no estado do Acre, enfatizou as dificuldades enfrentadas pela região, especialmente diante do aumento no fluxo de imigrantes e dos danos causados pelas alagações.
O gestor apontou que os repasses, previstos pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), ainda não chegaram, o que tem gerado um grande prejuízo para a ampliação das ações de apoio a quem mais precisa, como as políticas voltadas para pessoas em situação de rua.
Além de cobrar a liberação dos recursos, Luz pediu especialmente o envio de verbas para os municípios de Rio Branco, Epitaciolândia e Assis Brasil, que enfrentam grandes desafios no atendimento à população vulnerável, como idosos e mulheres vítimas de violência.
Ele destacou a importância de o governo federal honrar seus compromissos financeiros, especialmente em um cenário de crescente demanda por serviços públicos de assistência social.
“Estamos em uma situação muito difícil no Acre, e não podemos ficar de braços cruzados. A prefeitura de Rio Branco, por exemplo, está arcando com 80% dos custos dessas ações sociais, utilizando recursos do IPTU, que deveriam ser destinados a outras áreas. O governo federal precisa assumir sua responsabilidade e garantir que os recursos cheguem aos municípios, onde as necessidades são urgentes”, afirmou João Marcos Luz.
A falta de repasses tem impactado diretamente o planejamento e a execução das políticas públicas em diversas frentes, prejudicando a qualidade do atendimento à população em situação de risco.
Luz finalizou seu discurso reforçando que não se pode esperar mais tempo pela liberação dos valores prometidos, uma vez que a situação no estado requer respostas imediatas.
O encontro na CIT SUAS é um dos muitos espaços em que gestores municipais buscam cobrar a atuação do governo federal para garantir o adequado financiamento e execução das políticas sociais em todo o Brasil.
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Acre
Sejusp firma parceria para garantir economia de recursos públicos
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre, realizou na manhã desta quarta-feira, 11, reunião de alinhamento para discutir importações diretas de tecnologias de segurança e armamentos.
Com objetivo de adquirir equipamentos de ponta para os operadores de segurança e garantir a máxima economicidade do recurso público, a Sejusp realiza uma parceria com o Banco do Brasil. Essa parceria visa apoio especializado em contratos de câmbio, garantir que o fluxo de pagamentos acompanhe o ritmo das necessidades da segurança pública no Acre e a redução da burocracia nas transações internacionais.
O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, reitera que essa parceria representa um passo para melhores condições de investimento público. “O Estado está comprando produtos de alta performance com custos significativamente reduzidos, então temos equipamentos de melhores condições de trabalho para as forças de segurança, para proteger o cidadão acreano”.
“Evitando as margens de lucro de revendedores nacionais, a Sejusp consegue fazer o orçamento render mais, revertendo essa economia em mais equipamentos e melhores condições de trabalho para as forças de segurança”, destacou o chefe do setor financeiro da Sejusp, Eric Oliveira.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
















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