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Temer garante à bancada federal licitação para recuperar trecho da BR 364 em agosto

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Senadores Gladson Cameli e Sérgio Petecão; deputados federais Flaviano Melo e Alan Rick; e a bancada federal de Rondônia também trataram dos recursos para conclusão da ponte sobre o rio Madeira

Reunião bancada federal Acre e Rondônia com Temer

O senador Gladson Cameli (PP-AC) se reuniu pela terceira vez com o presidente da República interino, Michel Temer, para ratificar a necessidade de obras de infraestrutura no Acre. Desta vez, Cameli foi acompanhado de parlamentares da bancada do Acre e Rondônia. “Mais uma vez, estivemos aqui reunidos com o presidente da República para tratarmos das grandes obras que beneficiam o nosso estado e o estado de Rondônia”, esclareceu o senador.

Participaram do encontro os senadores Sérgio Petecão (PSD-AC), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Ivo Cassol (PP-RO); os deputados federais Flaviano Melo (PMDB-AC), Alan Rick (PRB-AC) e Marinha Raupp (PMDB-RO) e o deputado estadual Nelson Sales (PV-AC); além do ministro dos Transportes, Maurício Quintela e o diretor geral do Dnit, Valter Silveira. Os parlamentares trataram, entre outros assuntos, da conclusão da ponte sobre o rio Madeira e da recuperação da BR 364.

“Conversamos sobre a licitação para a recuperação da BR 364 no sentido Sena Madureira a Cruzeiro do Sul. Explicamos o risco real de a rodovia ficar fechada por falta de recursos públicos, por falta de manutenção; e ele nos garantiu, junto com o Ministro dos Transportes, que isso não irá acontecer. O presidente irá dar continuidade à licitação agora no mês de agosto”, anunciou Gladson Cameli.

O ponto comum para ambos os estados é a ponte sobre o rio Madeira. Há estimativas de que só o Acre perde, em média, cerca de R$ 30 milhões de reais por ano com a ausência dessa via importante de ligação. “Tivemos toda a garantia de que essa obra vai continuar, vamos ter todo o êxito na sua conclusão no prazo previsto, não vão faltar recursos. Este é o empenho do nosso mandato, da nossa bancada, unidos por um Acre melhor”, garantiu o senador acriano.

De acordo com o senador Sérgio Petecão, a reunião colaborou para definir o futuro de obras importantes para o Acre. “Com a ponte, conectaremos definitivamente o Acre ao resto do país. Além disso, ela dará mais agilidade no trafego de caminhões que abastecem nosso mercado. Já a BR-364 consumiu mais de dois bilhões de reais em recursos públicos e ainda não foi concluída. A rodovia é conexão das duas maiores cidades do estado, Rio Branco e Cruzeiro do Sul, e necessita dessa recuperação porque possui trechos intrafegáveis”, lamentou o parlamentar.

Flaviano Melo considerou o encontro importante porque ratificou ao presidente da República o risco de fechamento da BR-364 devido aos problemas de trafegabilidade. “O DNIT já informou que serão necessários investimentos da ordem de R$ 300 milhões para a reforma. Em razão de o recurso não ter previsão no Orçamento da União deste ano, conseguiremos que sejam realizadas apenas pequenas manutenções para que no próximo ano tenhamos o empenho integral dos valores. Considero que essa foi a bomba que o governo Dilma deixou para os acrianos”, disse o deputado.

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Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 10 milhões

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As seis dezenas do concurso 2.992 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 10 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no portal Loterias Caixa.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

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Eleições: pré-candidatos têm até este sábado (4) para deixar cargos

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Termina neste sábado (4) o prazo para que ocupantes de cargos públicos deixem suas funções caso queiram disputar as Eleições de 2026.

A regra, conhecida como desincompatibilização, está prevista na Constituição e exige o afastamento até seis meses antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.

O objetivo é evitar que candidatos utilizem a estrutura e os recursos públicos para obter vantagem eleitoral. Para quem busca a reeleição, não há necessidade de renúncia.

A exigência vale para chefes do Executivo — como presidente, governadores e prefeitos —, além de ministros de Estado, secretários e outros gestores públicos. O prazo não é alterado por feriados e, neste ano, coincide com o Sábado de Aleluia.

Entre os governadores, ao menos nove já oficializaram a saída dos cargos. A maioria deve disputar vagas no Senado, movimento tradicional entre ex-chefes do Executivo estadual.

Deixam os governos Gladson Cameli (AC), Antônio Denarium (RR), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Renato Casagrande (ES) e Helder Barbalho (PA), todos com planos de concorrer ao Senado. Já Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG) são apontados como pré-candidatos à Presidência.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que cogitava disputar o Senado, não deve concorrer após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) torná-lo inelegível por abuso de poder político.

Por outro lado, a maior parte dos governadores optou por permanecer no cargo. É o caso de Tarcísio de Freitas (SP), Ratinho Júnior (PR), Eduardo Leite (RS) e Raquel Lyra (PE), além de outros que devem tentar a reeleição ou concluir o mandato.

Janela partidária

Outro prazo estipulado pela legislação é o da janela partidária, que permite trocas de partidos sem risco de perda de mandato. O troca-troca durou 30 dias e foi encerrado na sexta-feira (3). A fase impactou a relação de forças na Câmara dos Deputados com a bancada do PL saindo fortalecida.

Outros partidos, como o União Brasil, registraram mais perdas do que adesões. Por outro lado, siglas antes enfraquecidas ganharam novo fôlego. É o caso do PSDB que registrou nove filiações e três saídas.

Mais de 70 deputados migraram de sigla durante a janela, conforme levantamento da CNN com base em dados da Câmara dos Deputados, anúncios em redes sociais e informes partidários divulgados até quinta-feira (2).

O número exato ainda será consolidado conforme as alterações forem oficializadas pela Câmara.

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Tráfico pelas hidrovias amplia violência no interior do Amazonas, aponta estudo

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Uso estratégico dos rios por facções fortalece crime organizado e eleva número de homicídios em municípios isolados

O avanço do tráfico de drogas pelas hidrovias tem intensificado a violência no interior do Amazonas, segundo o estudo “Da exploração ilegal de recursos naturais ao tráfico internacional de cocaína: padrões de violência na Amazônia brasileira”, do projeto Amazônia 2030, divulgado em março.

De acordo com o relatório, os rios da região passaram a ser utilizados como rotas estratégicas para o tráfico internacional de cocaína, conectando países produtores à capital Manaus, que atua como centro de distribuição para outras regiões do Brasil e do exterior.

A mudança nas rotas teve início nos anos 2000, após o reforço no combate ao tráfico aéreo, que encareceu esse tipo de transporte e levou organizações criminosas a migrarem para as hidrovias.

Com isso, o crime avançou sobre áreas antes isoladas. Comunidades ribeirinhas e municípios do interior passaram a integrar essa rede, contribuindo para o aumento da violência, especialmente a partir de 2010.

O estudo também aponta que a escalada da violência está ligada à sobreposição de atividades ilegais, como grilagem de terras, exploração ilegal de madeira e garimpo de ouro, além da atuação de facções criminosas.

Municípios como Lábrea, São Gabriel da Cachoeira, Japurá, Barcelos e Canutama apresentam alto risco acumulado, reunindo múltiplos fatores que elevam a vulnerabilidade à violência. Nessas localidades, o crescimento dos homicídios foi mais intenso nos últimos anos.

Além disso, desde meados da década de 2010, facções como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital ampliaram sua presença na região, acirrando a disputa por rotas e territórios, principalmente em cidades menores.

Com esse cenário, o perfil da violência mudou. Antes associado a conflitos por terra e recursos naturais, agora está diretamente ligado a redes do crime organizado com atuação internacional.

Diante disso, os pesquisadores alertam que medidas isoladas, como fiscalização ambiental e regularização fundiária, já não são suficientes. O estudo defende a integração de ações de segurança pública, controle territorial e combate ao crime organizado.

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