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TCU abre consulta pública para avaliar qualidade e segurança das pontes em rodovias do país
Cidadãos podem contribuir com sugestões e relatos sobre condições de pontes em viagens ou trajetos diários até o dia 30 de novembro.

A consulta pública é com base na experiência das pessoas passam por pontes em viagens ou no trajeto para o trabalho e é feita por meio de questionário na página do TCU. Foto: internet
O Tribunal de Contas da União (TCU) está coletando sugestões da população sobre a qualidade e a segurança das pontes em rodovias brasileiras. A consulta pública, disponível até 30 de novembro, busca ouvir a experiência de quem utiliza essas estruturas no dia a dia, seja em viagens ou no trajeto para o trabalho. O questionário está disponível na página do TCU e solicita informações como estado, município e rodovia onde a ponte está localizada.
Os participantes podem detalhar aspectos como iluminação, sinalização, largura das vias, presença de rachaduras e outros problemas que afetam a segurança. O objetivo é entender se os usuários se sentem seguros ao trafegar pelas pontes do país.
As respostas coletadas serão usadas para embasar uma fiscalização do TCU sobre a administração e manutenção da malha rodoviária federal, responsabilidade do Ministério dos Transportes, do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). A iniciativa visa garantir maior transparência e eficiência na gestão da infraestrutura rodoviária do Brasil.
A auditoria será feita tanto nas rodovias administradas diretamente pela União quanto nos trechos concedidos à iniciativa privada.
Para responder ao questionário, basta acessar a página da consulta pública e preencher os campos. Todas as informações fornecidas serão analisadas pela equipe do TCU.
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Investimentos modernizam aeroportos do Centro-Oeste a partir de 2026
Com foco na aviação regional, os aeroportos do Centro-Oeste vão receber R$ 91 milhões em investimentos federais nos próximos anos. Os recursos fazem parte da carteira pública de investimentos do Ministério de Portos e Aeroportos para o ciclo 2026–2027 e têm como objetivo modernizar terminais, qualificar a infraestrutura e preparar os aeroportos para atender com mais eficiência às demandas de mobilidade, segurança e desenvolvimento econômico da região.
O pacote inclui ações voltadas tanto ao planejamento quanto à operação aeroportuária. Um dos destaques é o investimento de R$ 2,6 milhões para a elaboração de estudos e projetos básicos do aeroporto de Caldas Novas, em Goiás, terminal que concentra fluxo expressivo de turistas atraídos pelas estâncias termais. A iniciativa busca dar base técnica a futuras intervenções no aeroporto.
Segurança operacional e qualificação dos terminais
Parte dos recursos será destinada à instalação de estações meteorológicas nos aeroportos de Água Boa e Primavera do Leste, em Mato Grosso, e de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Os equipamentos vão ampliar a confiabilidade das informações climáticas, elemento fundamental para a segurança das operações aéreas, especialmente em áreas com forte presença do agronegócio e da logística regional.
Já o aeroporto de Barra do Garças, também em Mato Grosso, receberá investimentos em obras e melhorias estruturais, com foco no aumento da capacidade operacional e na qualificação do terminal. As intervenções devem beneficiar passageiros, estimular o turismo e contribuir para a economia local. Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, o conjunto de ações reconhece o papel estratégico do Centro-Oeste na produção nacional e busca fortalecer a integração da região aos mercados brasileiros e internacionais.
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Gasolina mais barata? Veja quanto o preço deve cair na bomba

O preço do litro da gasolina deve ficar R$ 0,09 mais barato nos postos. A estimativa é da Warren Investimentos e foi divulgada nesta terça-feira (27/1).
A queda é consequência da redução no valor cobrado pela Petrobras pela chamada “gasolina A” vendida às distribuidoras, anunciada pela estatal nessa segunda-feira (26/1).
A Petrobras informou que reduzirá em 5,2% o preço do litro da gasolina A para as distribuidoras, medida que entrou em vigor a partir desta terça. Com isso, o valor por litro cai de R$ 2,71 para R$ 2,57, uma diminuição de R$ 0,14 no atacado.
No varejo — ou seja, na bomba dos postos — a Warren Investimentos estima um recuo médio de 1,54%, o equivalente a R$ 0,09 por litro.
O preço médio de revenda da gasolina comum no Brasil ficou em R$ 6,33 de 18 a 24 de janeiro de 2026, conforme indicam os dados pesquisados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP). O preço, no entanto, variava de R$ 5,28 a R$ 9,29.
Histórico
Desde junho de 2025, a Petrobras já anunciou três diminuições, todas elas na casa dos 5%. Em 2025, foram duas reduções no preço da gasolina. A primeira foi realizada em 2 de junho. O preço do produto repassado pela Petrobras às refinarias foi diminuído em 5,6% e passou a vigorar o valor médio por litro de R$ 2,85. A redução foi de R$ 0,17 por litro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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IBGE sofre debandada de cargos às vésperas da divulgação do PIB

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vive mais um embate entre servidores e a direção do órgão às vésperas da divulgação do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil de 2025, prevista para o início de março.
Na última segunda-feira (19/1), a diretoria determinou a exoneração da coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis, em um ato considerado sem justificativa. O departamento é responsável por calcular grandes indicadores da economia, como o PIB, dados sobre renda, investimentos, entre outros. A então gestora estava à frente da função há 11 anos.
Após a saída, outros três servidores da mesma área entregaram cargos em solidariedade a Palis. São eles: Cristiano Martins, gerente de Bens e Serviços do IBGE e vice da Coordenação de Contas; Claudia Dionísio, gerente das Contas Nacionais Trimestrais; e Amanda Tavares, gerente substituta.
O Metrópoles apurou que os técnicos se comprometeram a permanecer nos postos, e contribuirão com a transição de cargos até a divulgação do próximo PIB Trimestral. Eles devem ser realocados para outras funções no instituto.
Críticas
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (Assibge) questiona decisões da atual diretoria, comandada pelo professor e economista Marcio Pochmann. Segundo Clician do Couto Oliveira, dirigente da entidade, a saída de Rebeca se soma a outras exonerações que vêm ocorrendo de forma “injustificada”.
No ano passado, a direção também promoveu desligamentos no Centro de Documentação e Disseminação de Informações (CDDI), substituindo quadros com anos de experiência por servidores recém-aprovados no Concurso Nacional Unificado (CNU).
“[O IBGE] vem em uma sequência de exonerações em cargos de confiança, todos sem justificativa, na mesma toada. É um órgão público, então os atos têm que ter transparência, publicidade”, avalia Couto Oliveira, ao Metrópoles.
A executiva da Assibge ainda critica a falta de um plano de transição para continuidade dos trabalhados na Coordenação de Contas. “Essa transmissão de cargo precisa estar acompanhada por um plano de transição e isso não foi acordado”, ressaltou.
Em um comunicado, o IBGE informou que o servidor Ricardo Montes de Moraes será o novo coordenador de Contas Nacionais. Ainda segundo o órgão, o cronograma de transição entre a atual e o futuro coordenador está em andamento, “garantindo o cumprimento integral do Plano de Trabalho e plenamente o cronograma de divulgações para o ano de 2026”.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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