Os deputados devem se reunir ainda nesta quarta-feira com os representantes da categoria para debater o assunto.

Centenas de taxistas estiveram presentes no salão da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) para cobrar uma fiscalização do poder público sobre os transportes clandestinos nas estradas do Acre.
Por Marcos Venicios e Saimo Martins

Dezenas de taxistas e membros do Sindicato dos Taxistas do Acre lotar as galerias da Assembleia Legislativa na manhã desta quarta-feira, 4, cobrando os deputados estaduais que a Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (AGEAC) que reforce a fiscalização para quem atua clandestinamente no transporte em todo o Estado.

Favorável ao debate, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) informou aos taxistas que tramita na Aleac a indicação dos nomes dos novos diretores da Aleac e destacou que o cargo “não deve ser apenas para acomodação política, para receber um bom salário, tem que trabalhar certo, direito”, pontuou.

“Hoje é muito difícil ser taxista, ficar disputando com uber, clandestino. É muito difícil”, enfatizou o deputado que foi aplaudido pela categoria. Os deputados devem se reunir ainda nesta quarta-feira com os representantes da categoria para debater o assunto.

Presidente do Sindicato dos Taxistas do Acre: Esperidião Teixeira / Foto: Reprodução

Segundo o presidente do sindicato, Esperidião Teixeira, a Agência Reguladora de Serviços Públicos (Ageac) não faz a fiscalização necessária – o que afeta quem deseja trabalhar de forma regular. “Qualquer multa que pegamos é mais de R$ 2 mil, mas eles não correm esse risco. Pedimos ajuda do poder público”, declarou.

Teixeira pontuou que os motoristas têm em mãos um relatório com as provas dos veículos clandestinos. “Queremos que a Ageac faça uma fiscalização, se possível, troque a equipe de fiscais. Assim são dá”, relatou.

“Qualquer multa que pegamos é mais de R$ 2 mil, mas eles não correm esse risco”, disse um deles

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