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Subcomandante Ricardo Brandão pede exoneração do cargo na Policia Militar do Acre

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Ricardo Brandão também diz que tem dificuldade em melhorar o tratamento dado ao coletivo dos militares.

Coronel diz que em respeito a todos os companheiros de farda e famílias, pediu a exoneração diante das recentes decisões do Governo que afetaram diretamente a renda dos profissionais (Foto: Ac24horas)

Wiliandro Derze - Ac24horas

O subcomandante da Polícia Militar Ricardo Brandão pediu exoneração do cargo nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (28). O motivo teria sido o desgate por conta da situação precária de estrutura que os militares vem passando no exercício de suas funções, além da recente decisão do governador Sebastião Viana de retirar o abono salarial dos policiais.

Por meio de uma nota distribuída nos grupos de WhatsApp dos militares, o coronel diz que em respeito a todos os companheiros de farda e famílias, pediu a exoneração diante das recentes decisões do Governo que afetaram diretamente a renda dos profissionais.

Ricardo Brandão também diz que tem dificuldade em melhorar o tratamento dado ao coletivo dos militares. Uma as situações graves que também motivou a sua tomada de decisão foi as críticas que têm com relação às ações da Secretaria de Segurança Pública no combate à violência.

Confira a nota na integra:

Bom dia

Em respeito a todos os integrantes de nossa Corporação e aos seus familiares, informo que hoje apresentei requerimento solicitando minha exoneração da função de subcomandante geral da PMAC.

Esta decisão é motivada pela forma como os militares estaduais foram tratados nestas duas últimas decisões que impactaram diretamente a renda dos mesmos. Bem como pela maneira como transcorreu a discussão sobre a questão do realinhamento e horizontalidade da carreira militar estadual.

Não questiono as decisões tomadas pela equipe de governo, mas sim a forma como temos sido tratados.

Reconheço o respeito e boa vontade do governador para com os militares, mas no conjunto da obra tenho dificuldades com relação ao tratamento dado coletivamente aos militares, que tanto se dedicam na defesa do Estado e de nossa sociedade.

A outra motivação decorre do desgaste natural que tenho tido com a SESP, simplesmente por ter uma visão crítica sobre a forma com que tratam nossa Instituição. Esse desgaste também decorre da defesa que faço da Polícia Militar, sempre de maneira muito sincera e transparente. Pois, entendo que toda a carga de combate à violência e criminalidade não pode ser atribuída tão somente ao policiamento ostensivo e as operações.

Agora e mais do nunca a sociedade, as instituições e nossos militares precisam de uma polícia militar forte, integra e comprometida em bem servir a sociedade e ao Estado, e não uma polícia a serviço de interesses políticos. Podemos pagar um preço alto por isso, em um futuro próximo.

Por fim, ressalto que não tenho cor partidária. Sirvo a Polícia Militar e a nossa sociedade e o faço de maneira firme sempre defendendo os princípios e preceitos morais que regem a vida dos militares estaduais.

Precisamos nos unir de maneira coerente, sensata e respeitosa em defesa de nossa instituição, de nossos familiares e da nossa sociedade.

Que Deus abençoe a todos e Feliz 2018.

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Acre

Deracre inicia retirada de balseiros acumulados nos pilares de pontes em Rio Branco

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Com a elevação do nível do Rio Acre, o governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), iniciou nesta sexta-feira, 16, a retirada de balseiros acumulados nos pilares de pontes em Rio Branco.

Segundo a presidente do órgão, Sula Ximenes, “a ação tem caráter preventivo e visa preservar a estrutura das pontes, para evitar a obstrução do fluxo da água e reduzir riscos à estrutura das pontes durante o período de cheia”.

Com elevação do Rio Acre, Deracre retira balseiros de pontes em Rio Branco. Foto: Luy Andriel/Deracre

Os balseiros são formados por troncos e galhos de árvores arrastados pela correnteza durante o período de cheia, que ficam presos às estruturas das pontes. O acúmulo desse material pode comprometer o fluxo da água e sobrecarregar os pilares de sustentação.

Deracre mobiliza equipes para retirada de balseiros em pilares de pontes. Foto: Luy Andriel/Deracre

Para a execução dos serviços, o Deracre mobilizou três equipes, cada uma composta por três trabalhadores, que atuam de forma alternada na remoção dos entulhos. As equipes utilizam equipamentos de proteção individual, como coletes salva-vidas e luvas, devido às condições do rio e ao volume de material retirado.








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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Acre

Acre padroniza critérios para registro de mortes violentas e busca maior transparência em dados de segurança

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Resolução publicada no Diário Oficial busca uniformizar informações de homicídios, mortes por intervenção do Estado e causas indeterminadas entre órgãos de segurança

A medida envolve os órgãos que integram o Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) e busca ampliar a transparência. Foto: captada 

O Governo do Acre publicou nesta sexta-feira (16) uma resolução que estabelece critérios padronizados para tratamento, monitoramento e divulgação de dados relacionados à violência letal no estado. A medida envolve todos os órgãos do Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) — Polícia Militar, Civil, Bombeiros, Iapen, Instituto Socioeducativo e Detran — e tem como objetivo ampliar a transparência e a confiabilidade das informações.

O documento define parâmetros uniformes para a contabilização de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), Mortes por Intervenção Legal de Agente do Estado (MILAE) e Mortes por Causa Indeterminada (MCI). Segundo o governo, a padronização permitirá maior comparabilidade dos dados ao longo do tempo e subsidiará a formulação e avaliação de políticas públicas de segurança.

A resolução é assinada pelo secretário de Justiça e Segurança Pública, José Américo de Souza Gaia, junto com os dirigentes das forças de segurança. A medida já está em vigor e deverá ser adotada por todos os órgãos do Sisp para registro, análise e divulgação de dados oficiais.

O que será padronizado:
  • Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI): Homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte;

  • Mortes por Intervenção Legal de Agente do Estado (MILAE): Óbitos decorrentes de ação policial;

  • Mortes por Causa Indeterminada (MCI): Casos em que a causa da morte ainda não foi esclarecida.

Objetivos da medida:
  • Ampliar a transparência e a confiabilidade das estatísticas oficiais;

  • Evitar divergências entre números divulgados por diferentes instituições;

  • Subsidiar políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência com dados mais precisos.

Impacto prático:

A padronização permitirá comparações temporais mais consistentes e um diagnóstico mais realista da criminalidade no estado, além de fortalecer o controle social sobre as ações de segurança.

A divergência de dados entre polícias Civil e Militar, por exemplo, era uma crítica recorrente de especialistas, que apontavam a dificuldade de planejamento com bases desencontradas.

Os órgãos terão prazo de 60 dias para adaptar seus sistemas de registro. A Secretaria de Justiça e Segurança passará a publicar boletins unificados trimestralmente, a partir de abril de 2026.

A uniformização dos critérios é um avanço para que o Acre possa comparar seus índices com outros estados que já adotam metodologias semelhantes, como Rio de Janeiro e São Paulo, seguindo recomendações do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A resolução é assinada pelo secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo de Souza Gaia. Foto: captada 

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Acre

Energisa aciona plano de contingência e reforça alerta sobre riscos elétricos durante enchentes no Acre

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Concessionária monitora áreas alagadas em articulação com a Defesa Civil e orienta população a redobrar cuidados com a rede elétrica

Diante do transbordamento de igarapés e rios em diversas regiões do Acre, a Energisa colocou em prática seu Plano de Contingência e mantém monitoramento contínuo das áreas afetadas, em articulação permanente com a Defesa Civil. A medida tem como foco a prevenção de acidentes e a segurança da população durante o período de cheias.

Segundo a concessionária, até a manhã desta sexta-feira (16), não havia residências sem energia elétrica por motivo de segurança relacionado a alagações. No entanto, a empresa alerta que, caso o nível das águas continue subindo, poderá ser necessária a suspensão temporária do fornecimento em pontos específicos, como medida preventiva. O restabelecimento ocorre assim que as condições de segurança forem garantidas.

Equipes técnicas seguem realizando inspeções nas áreas atingidas, enquanto a Energisa reforça os riscos envolvendo energia elétrica durante enchentes. O coordenador da Energisa Acre, Jhony Poças, destaca que é essencial evitar qualquer contato com instalações elétricas em situações de alagamento e desligar o disjuntor geral quando a água atingir residências, desde que seja seguro.

A empresa orienta ainda que a população mantenha distância de fios caídos, postes, medidores, árvores e estruturas altas, evite manusear equipamentos elétricos molhados e não tente religar a energia por conta própria após a enchente. Em situações de risco, a recomendação é acionar imediatamente a Energisa pelos canais oficiais de atendimento.

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