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STF abre ação contra senador Sérgio Petecão por suposta compra de voto

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Parlamentar do PSD-AC foi acusado de crime eleitoral na eleição de 2006.
Defesa rebateu denúncia e disse que contas da campanha foram aprovadas.

Senador Sérgio Petecão em discurso no plenário do Senado no começo de agosto (Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado )

Senador Sérgio Petecão em discurso no plenário
do Senado no começo de agosto (Foto: Waldemir
Barreto / Agência Senado )

G1

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (22),  por unanimidade, abrir ação penal conta o senador Sérgio Petecão (PSD-AC) por suposta compra de votos.

Os ministros decidiram aceitar denúncia do Ministério Público, que acusou o senador de crime eleitoral nas eleições de 2006. Com a decisão, o senador passa a ser réu no processo.

Conforme a acusação, há indícios da “existência de um esquema de compra de votos na cidade de Rio Branco (AC) para favorecer o então candidato a deputado federal Sérgio Cunha, conhecido como ‘Sérgio Petecão’, nas eleições de outubro de 2006, mediante o oferecimento de dinheiro, asfaltamento de ruas e outras vantagens a eleitores”.

A defesa do parlamentar alegou que a denúncia não indicou nenhum ato concreto praticado pelo cliente, com “afirmações genéricas”. Destacou ainda que a Justiça Eleitoral aprovou as contas da campanha de Petecão referentes a 2006.

O relator da ação, ministro Teori Zavascki, destacou que a denúncia apresenta “descrição clara e precisa dos fatos imputados” e que apresentou testemunhos que afirmaram ter votado diante da promessa de pagamento.

Depois de ouvir depoimentos e analisar as provas, o Supremo terá que decidir se ele é culpado ou inocente da acusação, o que não tem prazo para acontecer.

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Dupla é presa horas após assaltar loja no centro de Tarauacá; criminosos usaram simulacro e faca

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Suspeitos levaram celulares e R$ 874 em dinheiro da loja D’Longui; polícia recuperou os objetos e apreendeu arma falsa e faca peixeira

Os policiais recuperaram dois aparelhos celulares e R$ 874 em dinheiro, que haviam sido levados da loja. Foto: captada 

Dois homens foram presos pela Polícia Militar após assaltarem uma loja no centro de Tarauacá, no interior do Acre. A prisão ocorreu poucas horas após o crime.

Segundo informações da polícia, os suspeitos entraram na loja D’Longui, localizada na Rua Coronel Juvêncio de Menezes, fingindo ser clientes. Em seguida, anunciaram o assalto e passaram a ameaçar funcionários e pessoas que estavam no local.

De acordo com a PM, os criminosos usaram um simulacro de arma de fogo e uma faca para intimidar as vítimas durante a ação.

Após receber o chamado, equipes da Polícia Militar iniciaram buscas na região e localizaram os suspeitos pouco tempo depois. Eles foram identificados pelas iniciais F.C.C.S.F., de 25 anos, e E.L.C., de 20 anos.

Durante a abordagem, os policiais recuperaram dois aparelhos celulares e R$ 874 em dinheiro, que haviam sido levados da loja. Também foram apreendidos o simulacro de pistola e uma faca do tipo peixeira utilizados no crime.

Após a prisão, os dois homens foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Tarauacá, onde foram apresentados à autoridade policial e permanecem à disposição da Justiça.

Os suspeitos entraram na loja D’Longui, localizada na Rua Coronel Juvêncio de Menezes, fingindo ser clientes. Foto: captada 

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PRF apreende caminhão com madeira irregular escondida embaixo de barco na BR-364, em Cruzeiro do Sul

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Fiscalização flagrou carga de 2,7 m³ de madeira nativa sem documentação; veículo e material foram encaminhados ao Ibama

Os agentes desconfiaram da situação ao perceberem que o veículo carregava um barco sobre a carroceria, a cena chamou a atenção da equipe, que decidiu aprofundar a inspeção. Foto: captada 

Durante uma operação de fiscalização realizada na BR-364, em Cruzeiro do Sul, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu um caminhão que transportava madeira de forma irregular. O flagrante ocorreu após os agentes desconfiarem da situação ao perceberem que o veículo carregava um barco sobre a carroceria, com as portas traseiras abertas e ultrapassando o comprimento permitido.

A cena chamou a atenção da equipe, que decidiu aprofundar a inspeção. No compartimento de carga, foram encontrados aproximadamente 2,7 metros cúbicos de madeira serrada de espécie nativa, escondidos embaixo da embarcação, sem documentação fiscal ou comprovação de origem legal.

Diante da irregularidade, os policiais lavraram as autuações administrativas cabíveis. A ocorrência foi encaminhada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Cruzeiro do Sul, que realizou a apreensão tanto da madeira quanto do caminhão utilizado no transporte.

O motorista foi identificado e liberado, mas deverá comparecer em juízo quando intimado pelas autoridades para responder pelos procedimentos legais relacionados ao caso.

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"Pesso": erros de português no WhatsApp levam família a registrar sumiço de corretora

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Material cedido ao Metrópoles
Imagem colorida mostra mulher desaparecida -Metrópoles

Uma, desde a última semana. A família registrou um boletim de ocorrência na segunda-feira (9/3), após mensagens enviadas pelo WhatsApp dela com erros de português.

Segundo o irmão, Matheus Estivalet Freitas, após um período sem conseguir qualquer tipo de comunicação com a irmã, a família começou a desconfiar se era realmente ela quem estava enviando os textos, diante dos erros de ortografia que Luciani não costuma cometer.

Imagem mostra mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas - Metrópoles
Mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas

Na segunda, Matheus foi até o apartamento da irmã, no bairro do Santinho, acompanhado de policiais. Ao entrar no local, encontraram comida estragada e louça suja na pia. “Alimentos [estavam] em decomposição há dias”, relatou ele ao Metrópoles.

Última vez que Luciani foi vista

O boletim de desaparecimento foi registrado nesta semana, mas Luciani foi vista pela última vez na Praia dos Ingleses, no Norte da Ilha, no dia 4 de março.

O carro da corretora foi visto em São João Batista (SC) por uma câmera de monitoramento de rodovia. Além das movimentações do veículo, os cartões de crédito de Luciani também foram utilizados em compras on-line. A polícia identificou, ainda, um empréstimo de R$ 20 mil no nome da corretora.

Mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas

A família segue em busca de informações sobre o paradeiro da corretora de imóveis e a Polícia Civil de Santa Catarina investiga o caso.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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