fbpx
Conecte-se conosco

Acre

Servidores tentam valer Código Sanitário para poder fiscalizar comércio em Brasiléia

Publicado

em

Servidores da vigilancia sanitária de Brasiléia querem aprovação do Código Sanitário para poder trabalhar - Foto: Alexandre Lima

Servidores da vigilancia sanitária de Brasiléia querem aprovação do Código Sanitário para poder trabalhar – Foto: Alexandre Lima

Código já foi enviado à Câmara desde 2011 e até então falta votação de vereadores

Alexandre Lima

Servidores que atuam na fiscalização sanitária do município de Brasiléia, estão tentando fazer com que os vereadores retomem os debates para que seja votado e instituído, o Código Sanitário que está pronto desde 2011. O mesmo contém 162 Artigos e visa o bem estar da população.

Atualmente, os servidores da vigilância sanitária praticamente não possuem poderes para fiscalizar e fazer valer as leis que estão ligadas nos princípios expressos na Constituição, Legislação Federal e Estadual, com os direitos e obrigações que se relacionam com a saúde e o bem-estar individual e coletivo, no que concerne às suas atribuições.

Desde sua criação, em 2011, e anteriormente, o setor praticamente foi marginalizado pelas administrações passadas e deixou de exercer seu trabalho junto aos estabelecimentos comerciais na cidade. Sem falar que praticou outros que fogem de suas atribuições.

A exemplo, segundo consta num relatório, alguns servidores municipais fizeram serviços que não condizia com suas funções, como fiscalizar o hospital de Brasiléia. Trabalho esse exclusivo da Anvisa no Estado, mas, foi feito por 18 vezes somente no mês de dezembro passado.

No relatório deste mês de fevereiro, realizado no dia 19, uma vistoria juntamente com a Anvisa, durou todo o dia. Num levantamento dos três últimos meses, se percebe que as vistorias não ultrapassam 20 por mês.

Também foi levantado que, o setor de vigilância sanitária de Brasiléia, não é visto com bons olhos pelo comércio que não aceita seu trabalho de fiscalização. Sem a devida aprovação do Código Sanitário por parte dos vereadores, falta estímulo para que possam monitorar esses espaços.

Segundo foi passado, a própria ANVISA apoia a aprovação do Código Sanitário do Município, já que alguns desses serviços tem que ser feitos por funcionários do Estado, sendo necessário o deslocamento com gastos que poderiam ser evitados.

Código depende da análise e aprovação dos vereadores de Brasiléia, para ser sancionado pelo Prefeito - Foto: Alexandre Lima

Código depende da análise e aprovação dos vereadores de Brasiléia, para ser sancionado pelo Prefeito – Foto: Alexandre Lima

A simples fiscalização na área de doenças transmissíveis é fator que preocupa. Impedimento de propagação de doenças como isolamentos, quarentena, isolamento de hotéis, pensões e estabelecimentos similares para que não aconteça e/ou até saneamento da situação, lhes são vetado.

O controle e fiscalização de alimentos, vendedores ambulantes, feiras livres, bares, lanchonetes, churrascarias, açougues, saneamento básico e meio ambiente, além de outros, praticamente estão isentos dos fiscais. Em alguns casos passados, já se pôde registrar a comercialização para consumo, de produtos vencidos e estragados.

Para que se evite problemas futuros relacionados à saúde pública, o setor já consultou e soube que o Código Sanitário já deveria ter sido aprovado. Novamente, foi comunicado ao atual prefeito, que por sua vez, disse que já passou pela Casa e não seria necessário novamente o pedido, pois estaria a cargo dos vereadores.

Em suma, em caso de uma epidemia onde fosse necessário a intervenção da Vigilância Sanitária Municipal, nada poderiam fazer. Pois, o Município estaria a mercê de uma equipe da ANVISA que se deslocasse da Capital e dependendo do caso, seria tarde demais.

Comentários

Acre

Prefeitura presta assistência às mães abrigadas no Parque de Exposições

Publicado

em

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), tem sido a responsável por gerenciar o acolhimento das famílias que a todo momento dão entrada no Parque de Exposições. Em decorrência das águas do manancial subirem abruptamente, muitas dessas pessoas não conseguem salvar todos os seus móveis e até mesmo os alimentos acabam ficando para trás.

Por conta disso, a SASDH tem montado itens essenciais para que as famílias possam ser assistidas ainda dentro dos abrigos, como, por exemplo, os kits limpeza, higiene e também um kit exclusivo para mães com filhos de zero a sete anos, contendo um pacote de leite em pó, açúcar, massas para mingau, biscoito e fralda, entregues a cada dois dias.

Segundo o diretor de Assistência Social, Ivan Ferreira, além da entrega desses kits, a municipalidade também instalou um fogão a gás para que as mães pudessem fazer o mingau dos seus filhos.

“Além de todo amparo nos abrigos, estamos aqui, através da nossa equipe da Divisão de Benefícios, concedendo kits de higiene pessoal e de limpeza para as mães. Nós temos uma quantidade gigante de crianças no Parque, beirando a 200 e por algumas pessoas não terem condições e chegarem aqui sem nada, estamos concedendo fraldas, mingau, leite, sabonete, papel higiênico, absorvente, o kit é completo. Então todas as famílias que estão aqui, neste momento estão precisando desse amparo do município. Nós estamos aqui concedendo benefícios”.

O diretor destacou ainda que a gestão está empenhada em minimizar o sofrimento das famílias, principalmente em relação às mães com crianças pequenas, como foi o caso de uma que chegou ao abrigo com apenas 18 dias de vida.

“Algumas crianças são amamentadas, outras não, precisando dos benefícios. Então, estamos concedendo para podermos humanizar e atender às famílias, neste momento tão difícil que Rio Branco passa, seguindo a orientação do nosso comandante maior o prefeito Tião Bocalom, que as famílias tenham dignidade ao chegarem nos abrigos públicos e no Parque de Exposições”.

Comentários

Continue lendo

Acre

Vereador da Capital diz que alguns políticos estão se aproveitando da cheia do Rio Acre: “Ratos de alagação”

Publicado

em

Dell Pinheiro

O clima esquentou na sessão desta quinta-feira, 29, na sessão da Câmara de Rio Branco. Ao subir a tribuna da Casa, o líder do prefeito no Legislativo municipal, João Marcos Luz (PL), falou que oportunistas estão se aproveitando da cheia do Rio Acre e de igarapés. Ele enfatizou que alguns políticos são “ratos de alagação”, que se promovem com situação de dezenas de famílias atingidas pela enchente.

“Quem são os famosos ratos de alagação? Antes eram os que, quando as casas eram alagadas, eles saiam roubando móveis, eletrodomésticos e até telhas. Agora, surgiu uma nova modalidade: são os políticos “ratos de alagação”, que se aproveitam da desgraça das famílias que foram atingidas pela cheia”, frisou Luz.

O parlamentar também salientou que, no lugar de ajudar a população, estão indo gravar vídeo para difamar a gestão municipal.
” Essas pessoas não têm moral para falar do prefeito
Tião Bocalom, que não está medindo esforço para ajudar às famílias prejudicadas pelo alagamento em nossa cidade. Muitos estavam no poder e nada fizeram. Não aceito que difamem quem está trabalhando”, concluiu o vereador.

Comentários

Continue lendo

Acre

Corpo de Bombeiros presta assistência às vítimas da cheia em Brasileia e Epitaciolândia, Rio Acre segue vazando na região

Publicado

em

Mesmo antes de a alagação em Brasileia e Epitaciolândia atingir o ápice , o Corpo de Bombeiros do Acre (CBMAC) se antecipou e atuou, em parceria com a Defesa Civil Estadual e Municipal e a Prefeitura de Brasileia, na coordenação de ações durante a cheia e pós-cheia.

Na medição das 6h da manhã desta quinta-feira, 29, a Defesa Civil Estadual constatou que o Rio Acre apresenta sinais de vazante, registrando a marca de 15,18m, ou seja, baixando 40 cm. O governo já atua na região com um planejamento para atender o retorno das famílias com segurança.

Retirada dos balseiros da ponte que liga Brasileia a Epitaciolândia. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Mais de 14 mil pessoas foram atingidas, 911 desabrigadas e 1.011 desalojadas; 12 bairros foram afetados, 16 abrigos montados, mais de 580 ocorrências atendidas e um efetivo de mais de 500 pessoas, entre civis e militares, têm atuando na região.

Bombeiros, Exército Brasileiro e voluntários realizam a travessia de milhares de pessoas diariamente. Foto: Marcos Vicentti/Secom

O subcomandante do Corpo de Bombeiros, coronel Eden Santos, está em Brasileia há mais de uma semana, acompanhando de perto todos os trabalhos de realocação das famílias e monitoramento dos rios, verificando o comportamento climático, a retirada de balseiros e o socorro aos doentes, entre outros.

“O trabalho antecipado e a união entre Estado, prefeitura, governo federal, empresários e população têm feito a diferença, para que vidas sejam atendidas e preservadas. Estamos aqui, como diz o nosso hino, sem recuar, sem cair e sem temer”, declarou o coronel.

Coronel Eden Santos, sala de situação da Defesa Civil em Brasileia. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Outro trabalho relevante que o Corpo de Bombeiros tem realizado, em Brasileia e Epitaciolândia, é o transporte, por barcos, da população que precisa ir e vir de um município para o outro. O Exército Brasileiro e barqueiros locais também auxiliam na travessia de milhares de pessoas, bens e mercadorias diariamente, tendo em vista que Brasileia encontra-se isolada via terrestre, já que as águas invadiram a ponte da cidade.

A travessia só pode ser realizada até as 18h, para a segurança das pessoas. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Solidariedade

Para prestar ajuda humanitária às famílias atingidas pela cheia do Rio Acre em todos os municípios afetados, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Governo, realiza a campanha Juntos Pelo Acre. Os interessados podem fazer suas doações via pix SOS2024 ou nos pontos de arrecadação.

Distribuição ocorre conforme a necessidade de cada localidade. Foto: Divulgação.

Comentários

Continue lendo






Em alta