Cotidiano
Senadores articulam mais crédito para empresas de pequeno porte sufocadas pela pandemia
Considerado fundamental para a sobrevivência e o funcionamento das empresas nessa pandemia, o crédito oficial chegou tarde, principalmente para as 7,4 milhões de micro e pequenas firmas, as mais vulneráveis. O atraso teria sido maior se não fosse a intervenção do Senado, que conseguiu em pouco tempo aprovar o apoio creditício apontado como o mais bem-sucedido desde que a crise provocada pelo coronavírus se instalou no país.
Entre a aprovação do decreto legislativo que reconheceu o estado de calamidade pública no Brasil, no dia 20 de março, e a Lei 13.999 que instituiu o Programa Nacional de Apoio às Micro e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), em 18 de maio, foram quase dois meses. Nesse intervalo, o governo lançou mão de um outro programa que não decolou.
No início de abril, a Medida Provisória 944, com recursos federais de R$ 34 bilhões e previsão de outros R$ 6 bilhões das instituições financeiras, criou o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) para ajudar a financiar o pagamento da folha de salários de empresas com faturamento bruto entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões anuais.
Os resultados foram pífios para ajudar a estancar o crescente desemprego. Apenas 113.383 empresas foram atendidas e o total financiado estacionou na faixa de R$ 4,5 bilhões. O governo reconheceu o fracasso do programa. No último dia 19 de agosto, foi sancionada uma nova versão do Pese, a Lei 14.043, que corrige falhas da primeira fase e promete obter melhor aceitação.
Em compensação, os números do Pronampe, instituído pelo projeto de autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC) foram animadores. Voltado principalmente para auxiliar as empresas no seu capital de giro, o programa emprestou em pouco tempo R$ 18,7 bilhões, incluindo a participação dos bancos, e dessa vez englobou os microempreendimentos.
Mostrou que sem mecanismos eficazes de garantia — a maior parte do risco nos empréstimos é bancada pelo Fundo de Garantia de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil — não há como socorrer os empregadores em situação de penúria com a crise sanitária. Mesmo que se ofereça crédito a juros bem baixos e atraentes. No caso do Pronampe, além da garantia, os juros para o tomador são de 1,25% ao ano mais a variação da taxa básica da economia, a Selic, atualmente na faixa de 2% ao ano.
— O Congresso reconhece que a única linha de crédito que chegou na ponta foi o Pronampe. Precisamos cuidar dele para que o emprego volte, para que os micros e os pequenos empresários tenham coragem de empreender e não desapareçam do mercado — ressalta Jorginho Mello, que preside a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa.
De fato, o sucesso do programa também é reconhecido pelo governo, como tem afirmado o ministro da Economia, Paulo Guedes, em seus pronunciamentos. Para se ter ideia, uma única instituição emprestou em menos de meia hora todo o valor que obteve para os seus clientes. Alguns bancos privados nem sequer conseguiram operar com a nova modalidade por falta de recursos. O sinal foi claro: os R$ 15,9 bilhões injetados pelo Tesouro Nacional no FGO eram insuficientes para ajudar as micro e as pequenas empresas a manter os seus negócios em funcionamento.
Reforço
Tanto Jorginho Mello quanto a senadora Kátia Abreu (PP-TO), relatora do PL 1.282/2020, que criou o Pronampe, foram em busca de novos recursos, ajudados por outros parlamentares. Conseguiram convencer o governo a destinar mais R$ 12 bilhões ao FGO, o que ficou sacramentado na nova versão do Pese. O dinheiro está começando a ser emprestado. Mas já se sabe de antemão que ainda é muito pouco.
— As micro e as pequenas empresas empregam nada menos que 18 milhões de pessoas. Com esse reforço, apenas 5,5% delas serão atendidas. Precisamos socorrer no mínimo 30% desses empreendimentos para ajudar na sustentação dos negócios e, consequentemente, dos empregos — estima a senadora, em entrevista à Agência Senado.
Kátia Abreu diz que, tão logo os recursos sejam aplicados, ela e outros senadores devem voltar a pressionar o governo por mais dinheiro para o Pronampe. O argumento é contundente. Sem ajuda a essas empresas, que representam nada menos do que 27% do PIB nacional, muitas delas irão desaparecer provocando aumento do desemprego e mais pressão por recursos do auxílio emergencial.
A senadora lembra que essa busca pelo auxílio oficial não será somente dos milhões de brasileiros que vão perder seus empregos, mas também dos pequenos empresários que perderem seus negócios. Em maio, ela apresentou o projeto de lei 2.593/2020 que prorroga o auxílio emergencial de R$ 600 até o final do ano. Cita na justificativa do projeto que o aumento do desemprego e a queda da renda nos próximos meses pode elevar o número dos requerentes da ajuda oficial dos cerca de 64 milhões atuais para 80 milhões de pessoas, conforme estimativas da Instituição Fiscal Independente (IFI).
Baixa Alavancagem
O presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Carlos Melles, ex-deputado que foi ministro do Esporte e Turismo no governo de Fernando Henrique, diz que o acesso das pequenas empresas ao crédito não é fácil no mundo todo, mas aqui é quase impossível. Daí a importância de uma linha como o Pronampe, com um desenho, segundo ele, que pode ser comparado ao bem-sucedido programa de financiamento da agricultura familiar, o Pronaf.
Apesar do êxito, Melles informa que o Pronampe requer aperfeiçoamentos. Um dos maiores entraves é o regulamento do FGO, que restringe a chamada alavancagem dos recursos. Ou seja, para cada R$ 1 colocado pelo Tesouro no Fundo, os bancos emprestam R$ 1,176, considerando os limites e os riscos da operação. Se o regulamento fosse alterado, seria possível emprestar cerca de R$ 5, pelos cálculos de Melles.
O trabalho de monitoramento do crédito, intitulado Emprestômetro, realizado pelo Sebrae, com ajuda do Banco do Brasil, outras áreas do governo e participação da assessoria da senadora, estima que foram concedidos apenas R$ 36,1 bilhões para socorrer as micro e as pequenas empresas durante a atual crise, enquanto a demanda projetada é cerca de R$ 200 bilhões.
— Se o regulamento do Pronampe for modificado, na forma como propomos, os recursos federais de R$ 27,9 bilhões proporcionariam uma oferta de crédito de quase R$ 140 bilhões, o que já representaria um grande avanço diante das atuais necessidades — avalia Melles.
Essa alteração não precisa passar pelo Congresso. Mas precisa do apoio dos parlamentares para que ela seja agilizada nas negociações entre o Sebrae e o Ministério da Economia. O senador Jorginho Mello já sinalizou que encampou a reivindicação.
— Nós precisamos convencer os bancos de que eles precisam aumentar sua participação e não ficar limitados ao FGO. Acho absurdo numa crise como essa os bancos não levarem em consideração as dificuldades que os seus clientes estão enfrentando — avalia o senador.
Acesso ao crédito
Os dados do Banco Central mostram que houve um crescimento significativo nas linhas de crédito voltadas para as pessoas jurídicas a partir de abril. No entanto, o crédito fluiu para as grandes empresas, com melhores condições de oferecer garantias e risco reduzido aos bancos. Segundo o analista da IFI, que acompanha a área de crédito, Alexandre Andrade, sem acesso a fontes alternativas de financiamento, como empréstimos externos e captação de recursos no mercado de capitais, por meio de emissão de debêntures, por exemplo, os grandes tomadores procuraram o crédito bancário principalmente para o seu capital de giro.
Outra dificuldade dos empresários de menor porte foi que a linha de crédito desenhada para o atendimento emergencial, o Pese, não atraiu nem os bancos nem a sua clientela. O analista da IFI explica que o governo demorou a perceber que havia problema com as garantias exigidas na concessão do crédito, especialmente para aqueles cujo negócio foi praticamente paralisado durante a pandemia, como academias, bares e restaurantes, hotéis, empresas da área de cultura, entretenimento e turismo.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) alertou o governo e o Congresso para esse entrave. Segundo o gerente executivo de economia da entidade, Renato Fonseca, os Estados Unidos, por exemplo, criaram linha de crédito emergencial para as pequenas e as médias empresas, em que 95% do risco são bancados pelo banco central norte-americano, o FED. Fonseca diz que a CNI apresentou proposta semelhante.
Além disso, as empresas ficaram receosas com o tempo de estabilidade aos funcionários. O gerente de políticas públicas do Sebrae, Silas Santiago, diz que houve entendimento generalizado de que elas teriam que manter seus empregados até 60 dias após o pagamento do empréstimo. Agora, com a nova versão do Pese, o texto ficou mais claro. O período de suspensão das demissões sem justa causa, explica Santiago, é o compreendido entre a data de contratação do empréstimo até o sexagésimo dia após a liberação dos valores para a empresa.
Maquininhas
Para o gerente do Sebrae, as mudanças nessa segunda fase do Pese devem tornar o programa mais atraente. Entre elas, Santiago destaca que os empréstimos podem chegar até 100% da folha de pagamento pelo período de quatro meses, enquanto na versão anterior era de apenas dois meses. Os recursos também podem ser usados para o pagamento de verbas rescisórias, desde que a descontinuidade do contrato de trabalho tenha sido durante a pandemia. O programa continua sem atender as microempresas. Mas a elevação do limite superior de R$ 10 milhões para até R$ 50 milhões de faturamento bruto anual vai beneficiar empresas de médio porte. Os recursos previstos nessa nova versão são de R$ 20 bilhões, dos quais R$ 17 bilhões de recursos federais.
Outra Medida Provisória, que também virou lei no último dia 19 de agosto (Lei 14.042), foi a MP 975 que instituiu em junho o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac), no valor de até R$ 20 bilhões do Fundo Garantidor de Investimento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O Tesouro vai liberar os recursos em quatro parcelas, dependendo da demanda nessa modalidade, que atende empresas com faturamento bruto entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões anuais.
A grande novidade foi a modalidade proposta e aprovada pelo Congresso: o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) na modalidade de garantia de recebíveis, que ficou conhecido como o “programa das maquininhas”. Com recursos federais de R$ 10 bilhões, divididos em duas parcelas, o programa atende não só os micros e os pequenos empresários, mas também os microempreendedores individuais (MEIs), que pelos dados da Receita Federal chegam a 9,8 milhões.
Os empréstimos, que são desburocratizados oferecendo juros de 6% ao ano com pagamento em 36 meses incluindo carência de seis meses, serão concedidos até o final do ano. O valor do empréstimo é limitado ao dobro da média mensal das vendas de bens e serviços, não podendo ultrapassar o teto de R$ 50 mil por contratante.
Sinais melhores
Os dados coletados pelo Sebrae no final de julho, na sexta edição de sua pesquisa intitulada O Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios, indicam uma situação melhor do que em junho. A interrupção temporária no funcionamento desses pequenos negócios caiu de 29% para 21% em julho. O resultado do mês passado foi muito melhor do que em abril, no início da pandemia, quando 50% dos consultados declararam ter interrompido suas atividades.
O coordenador da pesquisa, Kennyston Lago, analista do Sebrae, destaca que os resultados mostram que 76% dos pequenos negócios estavam funcionando no mês passado, com participação maior das micros e pequenas empresas (83%) do que dos microempreendedores individuais, os MEIs (72%).
A amostra, com 6.506 entrevistados em todas as unidades da Federação, reflete, com base nos registros de CNPJ disponibilizados pela Receita Federal, o que está acontecendo com o universo de 17,2 milhões de pequenos negócios no país (dos quais 9,8 milhões são MEIs, 6,5 milhões são micro empresas e 900 mil são empresas de pequeno porte — EPPs). A única ressalva é que o universo pesquisado pode conter muitas empresas que já não existem de fato, porque os CNPJs não foram desativados em função da burocracia brasileira.
Quanto à pesquisa do Sebrae, em si, iniciada no final de março, apresenta boa margem de confiabilidade. O coordenador explica que se o questionário for aplicado 100 vezes, o mesmo resultado será confirmado 95 vezes.
No mês passado, houve um aumento pela procura por crédito. Em abril, eram 5,2 milhões que buscaram empréstimos para os seus negócios. Em julho, esse número subiu para 9,3 milhões, principalmente de micro e pequenos empresários. Só que o acesso continua difícil, apesar de ter aumentado o número de empresas que declararam ter obtido crédito. Os principais motivos são problemas com o CPF negativado ou com restrições, no caso dos MEIs, e negativação no Serasa ou no CADIN, este último um banco de dados do governo com registro de créditos não quitados junto ao setor público federal.
Futuro
Apesar desses indicadores revelarem melhora no ânimo dos empresários de menor porte para continuar com suas atividades, a situação está muito longe de mostrar que há um movimento efetivo de retomada dos negócios no país. A expectativa desses empresários, conforme apurou a pesquisa, é que o retorno à normalidade só ocorra em julho de 2021.
Diante desse quadro, apesar de o ministro da Economia ter declarado na cerimônia de assinatura das duas novas leis no Palácio do Planalto, no último dia 19, que o governo está finalizando a ajuda creditícia para as empresas, o prolongamento da crise provocada pela pandemia poderá exigir novas decisões. Essa é uma avaliação não só de vários congressistas como de entidades empresariais, que continuam negociando outras propostas.
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Ieptec alcança os 22 municípios e apresenta crescimento em todas as esferas da educação profissional e tecnológica do Acre
A reforma mais marcante de 2025 e que simboliza um novo patamar para o Ieptec é a reconstrução geral do antigo prédio da Escola Campos Pereira, na Cidade do Povo, 2º Distrito de Rio Branco

Está sendo um ano de muitas conquistas e progresso para o Ieptec, com investimentos do governo do Acre em todos as frentes da EPT. Foto: Ascom/Ieptec
Ações da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) do governo do Acre, atribuídas ao Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec), ganharam protagonismo nas políticas públicas e se consolidaram como pilar de desenvolvimento social e econômico. Em 2025, o Estado implementou programas, ampliou a rede e fortaleceu a integração entre ensino, trabalho e cidadania.
Entre as conquistas do Ieptec está a expansão na oferta de vagas em cursos alinhados às necessidades do mercado de trabalho regional. A instituição governamental alcançou a população dos 22 municípios e atingiu a incrível marca de 17.485 cursistas, um aumento de 75% em comparação com o ano de 2024, período em que recebeu 9.979 alunos em suas unidades.

Constante empenho do governo do Acre no fomento à EPT alcança cada vez mais segmentos da sociedade. Foto: cedida
Investimento em infraestrutura
O governo do Acre realizou muitas reformas, ampliações e modernizações na infraestrutura dos Centros de Educação Profissional e Tecnológica (Cepts) do Ieptec em 2025, por meio da Secretaria de Estado de Obras (Seop). As intervenções possibilitam maior acesso dos alunos à formação de qualidade, laboratórios equipados e ambientes de aprendizagem que acolhem e contribuem para um processo de ensino-aprendizagem que alcança a excelência.

Escola de Gastronomia e Hospitalidade Miriam Assis Felício da Rede Ieptec, em Rio Branco, recebeu pintura e manutenção predial total. Foto: cedida
Segundo o presidente do Ieptec, Alírio Wanderley, “além das reformas, ampliações, aparelhagens e construção de laboratórios para as aulas práticas, os centros do instituto também foram abastecidos com insumos durante o ano inteiro pelo governo do Estado”.

Com a presença do governador Gladson Camelí, o Ceflora, centro do Ieptec em Cruzeiro do Sul, foi entregue após passar por revitalização completa. Foto: Diego Gurgel/Secom
A reforma mais marcante de 2025 e que simboliza um novo patamar para o Ieptec é a reconstrução geral do antigo prédio da Escola Campos Pereira, na Cidade do Povo, 2º Distrito de Rio Branco. No amplo espaço vai funcionar a Faculdade Ieptec (Faeptec), instituição do governo do Acre que será administrada pelo Ieptec e vai ofertar, a partir de 2026, cursos superiores de tecnologia.

Visita técnica dos gestores, Alírio Wanderley (Ieptec), Aberson Carvalho (SEE) e Ítalo Lopes (Seop), às obras no local. Foto: Ascom/Ieptec
A oferta inicial da Faeptec será de 120 vagas para o público da capital, com futura expansão para os demais municípios. Os cursos superiores de tecnologia serão ofertados nas áreas de gestão pública, comércio exterior e gestão do agronegócio.

Faeptec vai dispor de 3 laboratórios, 5 salas de aula, 10 dependências administrativas, 1 auditório e 2 bibliotecas. Foto: Ascom/Ieptec
Programas e projetos ativos em 2025
Entre os programas que o Ieptec aderiu, o Mulheres Mil está sendo o de maior notoriedade e relevância no Acre em 2025. A política pública do governo federal promove inclusão educacional, social e de produtividade para mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica, com a oferta de cursos de qualificação profissional que estimulam a inserção no mercado de trabalho e o empreendedorismo.

Ieptec aderiu ao programa em 2023 e, até o momento, atendeu 1.587 mulheres. Para 2026, a previsão é que mais 920 vagas sejam disponibilizadas. Foto: cedida
Nidivânia Mendes concluiu, em fevereiro, o curso de salgadeiro do Mulheres Mil, na Escola de Gastronomia: “Aprendi uma nova profissão, passei a ver minha força e capacidade, e até minha autoconfiança aumentou. Aprendi a lidar com o público e como fazer para iniciar meu próprio negócio. O curso vai muito além de conseguir um certificado, é nossa valorização enquanto mulheres e uma oportunidade que nos encoraja a empreender”, salientou.

“Nesse curso venci a depressão, aprendi a fazer salgados e a me comunicar melhor. Estou muito feliz por essa oportunidade que melhorou até minha autoestima”, conta Nidivânia. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac
Quanto aos projetos do Ieptec, os mais expressivos de 2025 envolvem qualificação profissional gratuita para os públicos feminino, pequenos empreendedores e profissionais do turismo, como os projetos Ser Mulher, EmpreendeTur, QualificaTur, e Mulher: Igualdade e Dignidade.
Ser Mulher foi lançado em abril com a oferta inicial de 400 vagas nos cursos de qualificação profissional em corte e costura, manicure e pedicure e cabeleireiro. O público-alvo são mulheres de baixa renda de 11 municípios acreanos. Além da qualificação, ao final do curso, a aluna também recebe um kit para iniciar o próprio negócio.

Para execução do projeto, o senador Alan Rick destinou R$ 1 milhão em emenda parlamentar. Na foto, alunas do curso de manicure/pedicure do Ser Mulher exibem kits de estudos entregues pelo governo do Acre. Foto: cedida
Pelo EmpreendeTur foram abertas 330 vagas para população de Rio Branco nos cursos de cabeleireiro, colorimetria, manicure e pedicure, corte e costura, oratória e técnicas de PNL, gestão financeira, excelência no atendimento, precificação e marketing digital. A oferta é do governo do Acre, por meio do Ieptec e da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), com emenda parlamentar da deputada federal Socorro Neri, no valor de R$ 500 mil.
Após 20 anos trabalhando como motorista, João Quaresma se aposentou. O idoso fez o curso de cabeleireiro do programa EmpreendeTur e aprendeu um novo ofício: “Eu estava sofrendo de depressão e quando comecei o curso, tudo mudou. Agora quero comprar meu material de trabalho e abrir um salão”, disse.

Na formatura, João Quaresma recebeu o certificado das mãos do governador Gladson Camelí. Foto: Diego Gurgel/Secom
Em uma parceria do governo do Acre, por meio do Ieptec, com a Prefeitura de Rio Branco, por intermédio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação, foi gerado o QualificaTur. O projeto disponibilizou 50 vagas no curso técnico em Guia de Turismo. A formação promoveu qualificação e habilitação técnica de empresários, trabalhadores das empresas da cadeia produtiva do turismo e profissionais do segmento.

Alunos do curso técnico em Guia de Turismo do QualificaTur durante visita técnica ao Horto Florestal, ponto turístico da capital. Foto: cedida
O projeto Mulher: Igualdade e Dignidade, desenvolvido pelo Ieptec em parceria com a Sete, tem em seu catálogo os cursos de qualificação profissional em corte e costura, manicure e pedicure e cabeleireiro, e são resultado de emenda da deputada federal Meire Serafim, no valor de R$ 300 mil.
Os cursos iniciaram em 2025 e qualificam mulheres de Capixaba, Sena Madureira, Senador Guiomard e Rio Branco.
Iolanda Costa foi aluna da primeira turma da capital do curso de corte e costura: “Era um sonho fazer esse curso. Eu que não sabia nem pegar na máquina. Aprendi a costurar e já tenho encomendas”, comemorou.

Iolanda desfilando no evento de encerramento das atividades do curso e exibindo roupa que ela produziu nas aulas. Foto: Bruno Moraes/Sete
Modalidades de ensino de maior destaque em 2025
Entre as modalidades de ensino mais relevantes de 2025 estão o Itinerário de Formação Técnica e Profissional (IFTP), Educação de Jovens e Adultos Articulada à Educação Profissional (EJA/Ieptec) e Educação a Distância (EaD).
Em 2024, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE) e do Ieptec, atendeu 4.960 estudantes da rede pública estadual de ensino inseridos no IFTP, também conhecido como Itinerário 5 ou Novo Ensino Médio. Em 2025, esse número saltou para 8.013, um crescimento de 61% na oferta de vagas.

Portfólio do Ieptec passou de 89 opções de cursos para estudantes do IFTP em 2024, para 161 em 2025, um aumento de 80,8%. Foto: cedida
Durante o ano, alunos do IFTP participaram de eventos significativos, como a 5ª edição da Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica (SNEPT) – Juventudes que Inovam, Brasil que Avança, em Brasília/DF. Eles apresentaram projetos inovadores que criaram com o apoio dos professores dos Cepts.

Governo do Acre foi representado pelo Ieptec na SNEPT com projetos revolucionários desenvolvidos por alunos e professores dos Cepts Gastronomia, Maria Moreira, Usina de Arte e Ceflora. Foto: Dilma Tavares/Repac
A Escola de Gastronomia uniu técnica e valorização da identidade cultural amazônica na criação do “peixe moqueado”. Para a aluna Natália Nascimento, “representar o Acre com esse prato inovador, com toda importância para a gastronomia, e a ciência junto, é muito gratificante”.
Com base em ativos amazônicos, os estudantes da Escola Maria Moreira desenvolveram um biogel fitoterapêutico para tratar feridas. “É uma ótima experiência mostrar para o Brasil o que a floresta amazônica tem a oferecer e como é importante preservá-la”, avaliou a aluna Jhennifer Ferreira.

SNEPT é realizada pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC). Ao centro, o dir. de Articulação da Setec/MEC, Cláudio Alex Jorge. Foto: Dilma Tavares/Repac
Enquanto o Cept Usina de Arte resgatou histórias do Rio Acre no curta-metragem O Menino e o Rio – Memórias do Rio Acre em Aquarela, Stop Motion e Sustentabilidade Criativa, o Ceflora representou o Juruá com o Recycle CZS, um aplicativo que direciona a população de Cruzeiro do Sul a fazer o descarte consciente do lixo industrializado.

Com tanta inovação, tecnologia e criatividade apresentadas na SNEPT, o estande do governo do Acre foi um dos mais visitados. Foto: Dilma Tavares/Repac
Em se tratando da EJA, a categoria de ensino foi incluída no Ieptec em 2024 e atende pessoas que não acessaram à educação na idade certa ou precisam retomar os ensinos fundamental e médio. Neste mesmo ano, o instituto qualificou 1.747 alunos da EJA em 17 municípios. Em 2025 são atendidos 3.335 alunos em 21 cidades do Acre, um aumento de 90,9% em apenas um ano.

Formatura dos alunos da EJA/Ieptec, em Feijó, nos cursos de operador de caixa e operador de computador, em fevereiro. Foto: cedida
O ano de 2025 também está sendo marcado pelo significativo investimento do governo do Acre em tecnologia digital, para cursos na modalidade a distância (EaD), o que acelerou processos pedagógicos na plataforma online do Ieptec.
No decorrer do ano foram nove cursos ministrados em EaD e 2.253 alunos utilizando o portal: ead.ieptec.ac.gov.br. O número é promissor levando em consideração que, em 2024, a instituição atendeu 267 alunos na modalidade, um aumento de 743,8% no quantitativo de cursistas.
Parcerias consolidadas
A consolidação de parcerias com instituições públicas e privadas estão sendo bastante relevantes em 2025, o que garante mais vagas em cursos, maior diversificação de públicos-alvo e expansão na disponibilidade de campo de estágio para estudantes praticarem o conhecimento adquirido em sala de aula.

Alunos do curso técnico em veterinária de Plácido de Castro durante aula prática em clínica veterinária parceira. Foto: Ascom/Ieptec
Ieptec, Instituto Socioeducativo do Acre (ISE) e Ministério Público do Acre (MPAC) uniram forças para qualificar 280 jovens em cumprimento de medidas socioeducativas nas unidades do ISE de Rio Branco, Brasileia, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira e Feijó. Os adolescentes cursam panificação, design de sobrancelha, manicure e pedicure, corte e costura, refrigeração e climatização, cabeleireiro e barbeiro.

Certificação, em outubro, de jovens em cumprimento de medidas socioeducativas do Centro Socioeducativo de Feijó, no curso de barbeiro. Foto: cedida
O Ieptec também firmou parceria com a Secretaria de Estado de Administração (Sead). Foram disponibilizadas 218 vagas para servidores do Estado nos cursos de patrimônio, arquivo, logística, recursos humanos e operador de computador, ministrados pelo Campos Pereira: “Uma parceria muito importante para preparar ainda mais os servidores com cursos que vão fortalecer as ações desenvolvidas no ambiente de trabalho”, salientou o coordenador do Cept, Aires Pergentino.
Lília Nepomuceno, servidora da Sead, formou em logística: “Pretendo crescer no ramo e me qualificar ainda mais para o mercado de trabalho”. Já Eryca da Silva, da equipe EaD/Sead, frisou: “Ficamos muito felizes com essa parceria que tem o intuito de auxiliar o servidor a desenvolver melhor suas habilidades funcionais.”
Cursos livres e oficinas para a população
Visando estimular o empreendedorismo, ao longo dos anos, o governo do Acre, por meio do Ieptec, oferece diversas oficinas gratuitas para o público do conjunto habitacional Cidade do Povo. Em maio e junho, alunos da comunidade aprenderam receitas com alto potencial para vendas, como sobremesas, pães artesanais, pratos da gastronomia acreana e salgados caseiros.

Este ano, 168 pessoas participaram de oficinas na Escola de Gastronomia, a maioria, moradores da Cidade do Povo. Foto: Ascom/Ieptec
A adesão dos moradores da Cidade do Povo aos cursos do Ieptec é cada vez mais satisfatória e crescente: “Agradeço ao governador Gladson Camelí por priorizar a população dessa localidade com nossos cursos e oficinas que têm muita aceitação da comunidade”, disse o presidente do Ieptec, Alírio Wanderley. A afirmação foi consolidada pela moradora Rita Souza que participou das oficinas gastronômicas: “Ter a escola aqui no bairro facilitou muito para mim.”

Prestigiando a arte e cultura, o Ieptec oferta cursos livres na Usina de Arte, com 170 vagas abertas para a população de Rio Branco, em 2025. Na foto, alunos praticando a arte da antotipia e fitotipia durante curso livre. Foto: Cedida.
Capacitações para servidores públicos
Além de cursos para servidores públicos ofertados em parceria com a Sead, o Ieptec também qualificou, junto à Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), profissionais da assistência social. Cursaram a 2ª Etapa/Acre do Programa Nacional de Capacitação dos Trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (CapacitaSUAS), 387 servidores públicos estaduais e municipais do Sistema Único de Assistência Social (Suas) no Acre.

Foi alcançada a meta de 83% de alunos concludentes na 2ª etapa/Acre do CapacitaSUAS. Foto: Neto Lucena/Secom
Foram disponibilizados 4 cursos para os profissionais do Suas: Atualização sobre Reordenamento da Proteção Social Básica; Atualização sobre Reordenamento da Proteção Social Especial; Atualização em Vigilância Socioassistencial; e Introdução do Exercício do Controle Social.
Aluna do CapacitaSUAS, Marliane Gaspar atua na Proteção Social Especial do Centro Social dos Direitos da Criança, Adolescente e Família (Cesdiscaf), em Cruzeiro do Sul: “Com o curso, vamos levar melhorias para quem está na ponta, crianças e adolescentes que atendemos e lutamos por seus direitos diariamente”, ressaltou.

Em Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Porto Walter, Marechal Thaumaturgo e Tarauacá, 152 profissionais formaram no CapacitaSUAS. Foto: Edson Fernandes/Secom
Certificações e diplomações mais expressivas de 2025
Por todo o estado, foram registradas solenidades de certificação e diplomação em cursos do Ieptec e que marcaram 2025. Houve a entrega recorde de 8.641 documentos que respaldam e enriquecem a conclusão de uma importante etapa da vida profissional do cidadão e que contribui para a inserção no mundo do trabalho.
Em fevereiro, o governador Gladson Camelí prestigiou a formatura de 315 concludentes de cursos técnicos do Ieptec. Em seu discurso, o chefe do poder executivo estadual afirmou: “A educação profissional é um dos pilares do nosso governo, e continuaremos investindo para garantir mais oportunidades à nossa população”, garantiu.

Ao longo dos últimos três anos, o governo do Acre investiu mais de R$ 20 milhões em educação técnica e profissional de qualidade para os acreanos. Foto: Neto Lucena/Secom
A vice-governadora Mailza Assis participou da certificação do curso de salgadeiro ministrado pela Escola de Gastronomia da Rede Ieptec: “São sonhos renovados, esperança e autoestima para as mulheres. Reforço que vamos ampliar as oportunidades para o nosso povo crescer e ter renda”, frisou Mailza.

Mais de 20 mulheres do bairro Apolônio Sales foram certificadas na ação realizada em parceria do Ieptec com o Instituto Olhar de Anjo. Foto: Clemerson Ribeiro/Anac
Pela Escola de Gastronomia, o Ieptec formou 550 alunos do IFTP nos cursos técnicos em confeitaria e em gastronomia, e também certificou pessoas da comunidade nos cursos de salgadeiro, masseiro, padeiro, confeiteiro e pizzaiolo.
Para alunos do Roberval Cardoso, o Ieptec entregou 365 certificados e diplomas. Quanto à Usina de Arte, administrada pelo Ieptec e Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), 223 alunos do IFTP concluíram cursos técnicos e de qualificação profissional como editor de vídeo, fotógrafo, projeto visual gráfico, entre outros.
O Campos Pereira atua com cursos na área de serviços, entre eles, o de corte e costura, capacitação concluída por Lídia dos Santos que formou em julho: “Agradeço a oportunidade de me capacitar em uma coisa que amo. Espero que esse projeto continue e possa alcançar outras pessoas que desejam entrar no mercado de trabalho.”

Ieptec, por meio do Cept Campos Pereira, certificou e diplomou 2.665 pessoas em 2025. Foto: cedida
Na área da saúde, 1.452 pessoas formaram pela Escola Técnica em Saúde Maria Moreira da Rocha, nas áreas da enfermagem, veterinária, farmácia, laboratório, cuidador de idosos, agente comunitário de saúde, saúde bucal, no programa CapacitaSUAS e no projeto Bem Viver.
No Juruá foram 2.441 formados do Ieptec, por meio do Ceflora. Ex-aluno do centro, Flávio Silva recebeu, em abril, o diploma do curso técnico em administração: “Foi um grande passo na minha vida. O conhecimento adquirido me dá mais segurança para ingressar no mercado de trabalho e construir um futuro melhor.”

“Nossas formaturas representam o ápice da qualificação da mão de obra do estado e contribui para o desenvolvimento do Acre”, destacou o gestor do Ieptec, Alírio Wanderley. Foto: cedida
Pelo núcleo do Ieptec em Tarauacá, 505 pessoas concluíram cursos como manicure e pedicure, vendedor, barbeiro e outros. Em Plácido de Castro, 440 alunos do Cept João de Deus formaram, entre eles, Kevin Lucas Souza que concluiu, em março, o curso técnico em administração: “Foi maravilhoso. Vou levar muitos ensinamentos para minha vida pessoal e profissional.”

“Planejamento e organização, sempre, e a administração levarei para o resto da vida”, ressaltou Kevin. Foto: Ascom/Ieptec
Processos seletivos
Manter a excelência no atendimento aos alunos é um dos principais objetivos do Ieptec. Com o portfólio de cursos mais atrativo e amplo, e com a oferta de vagas em cursos cada vez mais crescente, o instituto expandiu, consideravelmente, o número de contratações de profissionais para atuar na EPT. Atualmente, 450 bolsistas estão em atividade nos centros da Rede.

Nos últimos meses, Ieptec lançou três grandes processos seletivos com vagas para diversas áreas de formação. Foto: cedida
Nayara Advíncola é profissional bolsista no Ieptec há 16 anos e se diz satisfeita em trabalhar na instituição: “Vale muito a pena participar dos processos seletivos do Ieptec. É maravilhoso trabalhar aqui onde tenho muitas oportunidades.”
Chelton Luiz é bolsista no Ieptec há 6 anos: “Trabalhar aqui me possibilita agregar experiência ao meu currículo, já que atuo numa área em que posso desenvolver minhas habilidades e competências”, concluiu.

Atualmente, Nayara atua no departamento de Programas e Projetos, e Chelton, no departamento de Patrimônio. Foto: Ascom/Ieptec
Perspectivas para 2026
Para 2026, o Ieptec vai seguir expandindo o seu portfólio de cursos e número de vagas para estudantes do ensino médio e população em geral. Dentre as novidades está a oferta do curso de operador de drone agrícola. A inovação promete incentivar ainda mais o desenvolvimento rural no estado, proporcionando mais oportunidades, tecnologia e qualidade de vida aos agricultores.

Drones agrícolas são aquisições provenientes de emenda parlamentar. Foto: cedida
Os equipamentos serão utilizados nas unidades educacionais do Ieptec que ofertam os cursos técnicos em agropecuária e agronegócio, como o centro Roberval Cardoso: “É uma ação transformadora para o setor agrícola regional, sendo possível graças ao apoio do governo do Acre à agricultura familiar e ao agronegócio”, salientou o coordenador do cept, Ricardo Veras.
Alunos do curso de operador de drone farão o treinamento prático em aeronaves utilizadas na pulverização, mapeamento, monitoramento e análise de áreas. O curso capacitará estudantes do Ieptec, agricultores e profissionais do setor utilizando tecnologia de ponta, aumentando a produtividade e reduzindo custos.
Estudante de técnico em agronegócio, Clícia Emanuely Souza, pretende fazer o curso de operador de drone assim que abrirem as primeiras vagas: “Será uma grande oportunidade. Pretendo sair da escola com meus diplomas do ensino médio, do curso técnico e ainda formada no curso de operador de drone”, frisou.

Durante a Expoacre 2025, Clícia apresentou as funcionalidades do drone agrícola aos visitantes do estande do Ieptec. Foto: Ascom/Ieptec
A EPT no domínio da odontologia também vai avançar em 2026. O governo do Acre construiu dois laboratórios para o segmento na Escola Maria Moreira. Os espaços estão nos ajustes finais para uso nas aulas práticas dos estudantes dos cursos técnicos em saúde bucal e em prótese dentária, e do curso de qualificação profissional em auxiliar de saúde bucal.
Além de alcançar as demandas do ensino técnico e profissional na área odontológica, o Ieptec pretende estender o atendimento à população, com serviços odontológicos básicos e gratuitos nos novos laboratórios da escola técnica em saúde que fica localizada em Rio Branco.

Laboratórios odontológicos foram construídos com emenda parlamentar do deputado federal Eduardo Velloso. Foto: Ascom/Ieptec
Mais uma novidade do Ieptec para 2026 será a retomada do programa Profuncionário, do MEC. Consolidada no país, a política prioriza a formação técnica de nível médio de servidores da educação e fortalece competências administrativas, pedagógicas e tecnológicas, essenciais ao bom funcionamento da rede pública.
A oferta inicial do Profuncionário será de 165 vagas nos cursos técnicos em infraestrutura escolar, multimeios didáticos, alimentação escolar e secretaria escolar. As formações visam contribuir para a elevação da qualidade dos serviços prestados nas unidades escolares, promover a valorização profissional e garantir condições para a progressão funcional dos servidores.
Diante do exposto, os números confirmam os avanços do Ieptec: mais matrículas, maior diversidade de cursos, inserção profissional significativa de egressos nos cursos e um salto na qualidade dos indicadores educacionais.
Os resultados positivos da educação profissional e tecnológica do Acre se tornaram, para o cidadão, um caminho promissor que leva ao ingresso no mercado de trabalho, ao crescimento profissional e ao empreendedorismo.
Com tantas conquistas, o governo do Acre, por meio do Ieptec, reafirma o compromisso com a formação cidadã, o desenvolvimento regional e preparação da juventude, das mulheres, do público privado de liberdade, dos pequenos empreendedores e população em geral, para os desafios de um mundo cada vez mais competitivo e tecnológico, avançando ainda mais em 2026.
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Cotidiano
Galvez recebe homenagem na Assembleia Legislativa pela campanha no Brasileiro A3

Foto Sérgio Vale: Deputado Chico Viga propôs a Moção de Aplauso ao Galvez
As atletas do Galvez e o técnico Maurício Carneiro foram homenageados nesta quinta, 18, na Assembleia Legislativa, com uma Moção de Aplauso pela campanha no Campeonato Brasileiro A3. A equipe acreana chegou a 3ª fase do torneio nacional.
“É sempre muito importante ser reconhecido pelo trabalho. Fizemos uma grande campanha, mas para 2026 a nossa meta é ainda mais ousada”, declarou o presidente do Galvez, Igor Oliveira.
Chico Viga
A Moção de Aplauso foi proposta pelo deputado Chico Viga(PDT).
“Precisamos apoiar ainda mais o esporte acreano. O futebol feminino no Estado vem evoluindo e a campanha do Galvez merece ser destacada”, declarou Chico Viga.
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Cotidiano
Polícia Civil prende suspeito e recupera bens furtados de comércios em Manoel Urbano
Com base nas informações levantadas, os investigadores conseguiram identificar o autor, localizá-lo em seu esconderijo e efetuar sua prisão em flagrante, além de recuperar os bens subtraídos

Ação rápida da Polícia Civil resulta na prisão de suspeito e recuperação de bens em Manoel Urbano. Foto: cedida
A atuação rápida da equipe da Delegacia-Geral de Manoel Urbano resultou na recuperação de eletrônicos e dinheiro avaliados em aproximadamente R$ 4 mil, na última quarta-feira, 17. A ação foi conduzida por oficiais investigadores de Polícia Civil, que obtiveram êxito em uma operação que recuperou diversos objetos furtados durante a madrugada.
O crime ocorreu nas primeiras horas do dia, quando o suspeito invadiu estabelecimentos comerciais da região e subtraiu aparelhos celulares, quantias em dinheiro e outros equipamentos eletrônicos. Após o registro da ocorrência, a equipe da Delegacia-Geral iniciou diligências imediatas, com buscas ininterruptas pelo autor.
As investigações apontaram que o suspeito é contumaz na prática de crimes contra o patrimônio, possuindo diversas passagens pela polícia por delitos semelhantes. Com base nas informações levantadas, os investigadores conseguiram identificar o autor, localizá-lo em seu esconderijo e efetuar sua prisão em flagrante, além de recuperar os bens subtraídos.
De acordo com a delegada Rivânia Franklin, os objetos recuperados estão avaliados em aproximadamente R$ 4.000,00 e, após a realização dos procedimentos legais, serão devidamente restituídos aos seus legítimos proprietários.
“Todo o material apreendido já se encontra na unidade policial. O suspeito foi identificado e permanece à disposição da Justiça. Seguimos com as investigações para consolidar as provas e verificar a possível participação de outros envolvidos no crime”, disse a delegada.




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