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Senador Gladson Cameli propõe unidade e agenda positiva para o país avançar em 2016

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A taxa de desemprego que atinge diretamente a população mais jovem foi outro destaque apontado pelo senador progressista

O senador concluiu o primeiro ano no Senado Federal com cerca de R$ 8.900.000,00/Foto: Arquivo

O senador concluiu o primeiro ano no Senado Federal com cerca de R$ 8.900.000,00/Foto: Arquivo

De olho nos indicadores econômicos que apontam para o agravamento da crise em 2016, o senador Gladson Cameli (PP-AC) afirmou que o Brasil precisa de uma agenda positiva que aprofunde o debate sobre as reformas necessárias para o país avançar economicamente.  Além disso, o parlamentar declarou que espera que os casos políticos sob a esfera jurídica, sejam analisados e julgados de maneira justa e célere, evitando assim a estagnação da nação brasileira.

Cameli está preocupado com a crise que atinge as finanças dos municípios e dos estados brasileiros, e para isso defende a união entre os representantes da sociedade, independente de bandeiras partidárias. “Este ano o governo agiu como uma espécie de bombeiro, apagando incêndios, e isso foi péssimo para a economia do nosso país, principalmente para os estados mais pobres da federação”, disse o senador.

Ao citar o exemplo da situação da saúde do Rio de Janeiro, ele defendeu o Pacto Federativo que, na sua opinião,  melhora a divisão do dinheiro arrecadado com a cobrança de tributos entre a União, os estados e municípios.

Gladson lembrou que no Acre os poucos recursos liberados através das emendas individuais e coletivas por toda a bancada federal foi uma espécie de cobertor para a economia municipal, principalmente nas cidades mais isoladas que abrigam parte da população mais pobre do seu estado.

“Os prefeitos de oposição sofrem com a intolerância política adotada pelo governo estadual.  Tem município que recebeu mais investimentos de emendas federais do que as de transferências constitucionais de obrigação do estado”, disse ele.

O senador concluiu o primeiro ano no Senado Federal com cerca de R$ 8.900.000,00 (Oito milhões e novecentos mil) de emendas empenhadas, sendo que desse total cerca de R$ 5 milhões foram liberados para várias prefeituras acreanas. Para ele, em ano de recessão, esse acabou sendo um resultado positivo. “Esses recursos são o resultado de muito esforço e comprometimento com o nosso Acre”, disse o progressista.

Sena Madureira, Brasiléia, Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro, Jordão, Assis Brasil, Cruzeiro do Sul, Manoel Urbano, Santa Rosa do Purus, Epitaciolândia e Rio Branco são alguns dos municípios contemplados. “Eu continuo afirmando que a liberação de emendas é o maior projeto de um parlamentar em Brasília. Isso é que aquece a economia, gera emprego e renda nas cidades”, destacou.

A emenda extra-orçamentária que garantiu R$ 1,4 milhão para revitalização do Igarapé Preto é fruto da articulação política do senador junto ao Ministério da Integração Nacional e a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).  Gladson é um dos principais articuladores em Brasília da Bancada do Norte na defesa de um olhar diferenciado do governo federal para a região amazônica.

Desafios para 2016

A taxa de desemprego que atinge diretamente a população mais jovem foi outro destaque apontado pelo senador progressista. Ele defende maior qualidade na educação de ensino médio, momento em que o jovem precisa aprender bem para concorrer no competitivo mercado de trabalho.

“O desemprego acarreta uma série de outros problemas sociais como a entrada do jovem no mundo das drogas. O Brasil pode atingir 15,5% de taxa de desempregados. Pior do que isso não pode ficar se não afundamos de vez. A educação é a grande saída para qualquer crise, principalmente a econômica”, citou.

Autor de relatorias importantes como a que assegura ao candidato aprovado na primeira etapa do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a participação nas duas edições subsequentes, da prova prático-profissional, Cameli afirmou que o primeiro ano de experiência no Senado foi válido.

“Para quem tem sonhos com um Brasil melhor o Senado é uma grande escola política. Infelizmente vivemos um momento conturbado onde todos são vistos como farinha do mesmo saco, mas a hora é de amadurecer, não podemos mais viver num mundo novo com ideias velhas”, destacou ele.

O mais novo senador disse que é preciso aperfeiçoar os sistemas de gestão pública para que o Brasil se apresente com credibilidade, recupere a confiança dos investidores e da população e possa avançar em 2016. Ele aproveitou para deixar uma mensagem de feliz ano novo para toda população acreana.

“Deus nos dá a oportunidade de um tempo novo. Em 2016 que possamos olhar o Acre e o Brasil pra frente, renovando nossa fé e esperança em dias melhores. Todos unidos em um só coração”, concluiu o senador.

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Medicamentos podem ter reajuste de até 3,81% a partir desta terça

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Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos

Medicamentos vendidos no Brasil podem ter o preço reajustado em até 3,81% a partir desta terça-feira (31), conforme estabelecido em resolução publicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

O texto prevê três níveis máximos de reajuste aplicáveis a diferentes grupos de medicamentos, conforme a competitividade de cada categoria:

  • 3,81% para medicamentos com concorrência;
  • 2,47% para medicamentos de média concorrência;
  • 1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.

Algumas categorias não se encaixam nesses critérios, como fitoterápicos, homeopáticos e determinados medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência no mercado, que possuem regras específicas dentro do sistema de regulação de preços.

Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que o reajuste médio permitido por lei ficará em até 2,47%, o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 3,81%.

“A redução consecutiva do índice desde 2023 é fruto da política de combate à inflação e reforça a importância da regulação para proteger o consumidor de preços abusivos. Nos anos anteriores, houve um aumento expressivo do percentual, ultrapassando 10%.”

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A Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos. “Na prática, fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes inferiores ou até manter os preços atuais, dependendo das condições do setor e do nível de concorrência entre as empresas”.

“A regulação econômica dos medicamentos no Brasil garante a proteção do consumidor e, ao mesmo tempo, busca a sustentabilidade do setor para a continuidade do fornecimento de medicamentos no país.”

Entenda

O reajuste dos preços de medicamentos é feito uma vez ao ano e segue uma fórmula regulatória que parte da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e desconta o ganho de produtividade da indústria.

A Cmed é o órgão federal responsável pela regulação econômica do mercado farmacêutico no Brasil e estabelece critérios para a fixação e o reajuste dos preços de medicamentos, com o objetivo de estimular a concorrência e garantir o acesso da população aos produtos.

A câmara de regulação é composta pelo Ministério da Saúde, pela Casa Civil e pelos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Anvisa, por sua vez, exerce a função de secretaria executiva, fornecendo suporte

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Governo e sindicatos chegam a acordo e Auxílio-Saúde será fixado em R$ 700 no Acre

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Benefício contemplará servidores ativos e aposentados; proposta deve ser enviada à Assembleia Legislativa

Foto/contilnet

Após negociações entre sindicatos e o governo do Acre, foi alcançado um consenso sobre o valor do Auxílio-Saúde dos servidores públicos estaduais. A proposta final fixa o benefício em R$ 700 para todas as categorias, incluindo servidores ativos e aposentados.

Inicialmente, os sindicalistas reivindicavam o valor de R$ 900, mas aceitaram a redução durante as tratativas realizadas na noite de segunda-feira (30). O projeto deve ser encaminhado à Assembleia Legislativa ainda nesta terça-feira (31) para apreciação dos deputados.

A informação foi confirmada pela presidente do Sindicato dos Profissionais Auxiliares, Técnicos em Enfermagem e Enfermeiros do Estado do Acre (Spate-AC), Alesta Costa. Segundo ela, a proposta representa um avanço nas negociações entre as categorias e o Executivo estadual.

Em relação ao Auxílio-Alimentação, os valores permanecem inalterados, variando entre R$ 420 e R$ 500, conforme já praticado atualmente.

“Estamos finalizando uma contraproposta de R$ 700 para o Auxílio-Saúde, mantendo o Auxílio-Alimentação como está. O benefício será para ativos e aposentados”, destacou a sindicalista.

A expectativa é que a medida tenha impacto direto na renda dos servidores e contribua para a valorização do funcionalismo público no estado.

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MPAC acompanha investigação sobre morte de estudante de medicina após atendimento em hospital de Brasileia

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Jovem de 23 anos passou por duas avaliações no Hospital Regional do Alto Acre e veio a óbito na manhã seguinte; órgão oficiou delegacia para informações sobre inquérito e diligências

O MPAC seguirá acompanhando o andamento das investigações. Foto: captada 

Com assessoria 

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Brasileia, está acompanhando o caso do estudante de medicina Jefferson Alves Pinto, de 23 anos, que morreu na última quinta-feira (26) após buscar atendimento no Hospital Regional do Alto Acre.

Como parte das providências iniciais, o MPAC oficiou a delegacia responsável para que informe o número do inquérito instaurado e detalhe as diligências já determinadas para apurar as circunstâncias do óbito.

Histórico do atendimento

De acordo com informações, Jefferson era natural de Rondônia e residia em Brasileia, onde cursava medicina em uma instituição de ensino na cidade de Cobija/Bolívia.

Segundo relatos, o jovem apresentou fortes dores de cabeça na quarta-feira (25) e buscou atendimento no hospital, onde recebeu medicação e foi liberado. Ainda na mesma noite, ele retornou à unidade, foi novamente medicado e recebeu soro intravenoso, mas veio a óbito na manhã de quinta-feira.

O MPAC oficiou a delegacia responsável pelo caso para que informe o número do inquérito instaurado e indique quais diligências já foram determinadas para apurar as circunstâncias do óbito. Foto: captada 

O MPAC informou que seguirá acompanhando o andamento das investigações, sem detalhar prazos ou possíveis medidas adicionais neste momento. A apuração deve esclarecer se houve falhas no atendimento ou outras circunstâncias relacionadas à morte do estudante.

Destaques:
  • MPAC oficia delegacia para obter informações sobre inquérito
  • Estudante de medicina morreu após atendimento no Hospital Regional do Alto Acre
  • Jovem passou por duas avaliações no período de 24 horas
  • Caso está sob investigação policial e acompanhamento ministerial
  • Brasiléia concentra esforços para esclarecer circunstâncias do óbito

O caso reacende o debate sobre a qualidade do atendimento na rede pública de saúde no interior do Acre, especialmente em municípios de fronteira como Brasileia, onde a demanda por serviços hospitalares é ampliada pela presença de estudantes e moradores de cidades vizinhas. A atuação do MPAC reforça a necessidade de transparência e responsabilização em casos que envolvem possíveis falhas na prestação de serviços essenciais.

O jovem apresentou fortes dores de cabeça na quarta-feira (25) e buscou atendimento no hospital. Foto: captada 

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