Acre
Ferraço cobra salvo conduto a senador boliviano
Revista Época
Depois de se reunir com o senador boliviano Roger Pinto Molina (à esq.) que está confinado na embaixada brasileira em La Paz, o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), presidente da comissão de Relações Exteriores do Senado, cobrou do governo brasileiro que exija do governo Evo Morales a concessão do salvo conduto para que o parlamentar estrangeiro possa deixar o prédio da embaixada onde se esconde e ser transferido para o Brasil. Molina está sendo processado pela Justiça boliviana, alega inocência e diz que é perseguido político. O governo brasileiro pediu o salvo conduto ao governo boliviano, mas até agora não obteve resposta. Ferraço foi à Bolívia inspecionar as condições dos torcedores corintianos presos e acusados de provocar a morte de um adolescente boliviano no último jogo do timão contra o San José, há dois meses, e fez uma visita a Molina na manhã desta quarta-feira. O parlamentar estrangeiro está escondido há mais de 300 dias, sem direito a banho de sol porque a embaixada fica em um prédio comercial de La Paz. Filiado ao partido Convergência Nacional, Molina é um dos 10 senadores da oposição de um colegiado de 36 parlamentares.
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Acre
Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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