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Sejusp capacita policiais militares do Acre para uso de Taser
O secretário de Estado de Segurança Pública do Acre, José Américo Gaia, destacou que essa capacitação faz parte do processo de modernização da segurança pública no estado

Sejusp capacita policiais militares do Acre para uso de Taser. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) concluiu, nesta sexta-feira, 20, o curso de capacitação de policiais militares para o uso de Taser X2, um equipamento de menor potencial ofensivo, utilizado para imobilizar pessoas sem causar danos graves. A formação também preparou instrutores que poderão repassar o conhecimento a outros profissionais da corporação. O treinamento foi realizado após a aquisição de 85 pistolas Taser e 312 cartuchos do mesmo modelo.
O curso, voltado exclusivamente para a Polícia Militar do Estado do Acre, contou com a participação de dez policiais militares, que agora estão devidamente certificados para operar e multiplicar o conhecimento sobre o uso de Taser X2 dentro da corporação. A capacitação teve uma fase teórica em ambiente EAD, por meio da plataforma da fabricante Axon Enterprises, e outra presencial, com instrução prática nas dependências da Sejusp.
O secretário de Estado de Segurança Pública do Acre, José Américo Gaia, destacou que essa capacitação faz parte do processo de modernização da segurança pública no estado. “Capacitar nossos policiais com o uso responsável de instrumentos de menor potencial ofensivo, como o Taser, é uma medida essencial para fortalecer a atuação técnica da Polícia Militar, preservar vidas e garantir uma abordagem mais segura para a tropa e para a população. Esse treinamento representa nosso compromisso contínuo com a modernização da segurança pública no estado do Acre”, disse.

Treinamento foi realizado após a aquisição de 85 pistolas Taser e 312 cartuchos do mesmo modelo. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
O curso representa um salto na qualificação das forças de segurança do estado e reflete a preocupação da Sejusp em alinhar ações com práticas modernas e eficazes. Para a comandante-geral da Polícia Militar do Acre, coronel Marta Renata Freitas, o curso tem papel estratégico. “Capacitar nossos policiais com o uso responsável de instrumentos de menor potencial ofensivo, como o taser, é uma medida essencial para fortalecer a atuação técnica da Polícia Militar, preservar vidas e garantir uma abordagem mais segura para a tropa e para a população. Esse treinamento representa nosso compromisso contínuo com a modernização da segurança pública no Estado do Acre”, destacou.
A instrução foi ministrada pelo coronel Alisson Pontes, da Polícia Militar de São Paulo, instrutor master da Axon e especialista com experiência em batalhões operacionais. Ele conduziu pessoalmente o treinamento prático, que envolveu simulações reais com disparos e uso tático do equipamento. Para ele, a aquisição de equipamentos de menor letalidade demonstra profundo respeito pela tropa e pela população.
“Formamos policiais militares do Acre, que agora serão responsáveis por repassar esse conhecimento em toda a corporação. O treinamento foi extremamente produtivo, com etapas teóricas à distância e um robusto treinamento presencial baseado em realidade simulada. Sem dúvida, é um grande avanço para o estado do Acre”, concluiu.
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Médica alerta para aumento de síndrome respiratória grave em Rio Branco e reforça importância da vacinação
Pneumologista Célia Rocha destaca que maioria dos internados e óbitos é de pessoas não imunizadas; doses contra Influenza e Covid-19 estão disponíveis na rede pública

“Não deixa para depois. A vacina é de graça, é rapidinho e é a única forma da gente evitar que o pior aconteça”, alertou a médica pneumologista Célia Rocha. Foto: captada
Com o aumento de casos de síndrome respiratória grave em Rio Branco, a médica pneumologista Célia Rocha fez um alerta à população, na tarde desta quarta-feira (11), sobre a importância da vacinação contra a Influenza e a Covid-19. Segundo ela, as doses já estão disponíveis gratuitamente em todas as unidades de saúde da capital.
De acordo com o boletim epidemiológico mais recente, os registros de casos graves de doenças respiratórias vêm crescendo nas últimas semanas, o que acende um sinal de alerta entre os profissionais de saúde.
Em mensagem direcionada à população, a pneumologista destacou que a maior preocupação é com as pessoas que não se imunizaram.
“Os casos de síndrome respiratória grave estão aumentando muito e o que mais preocupa é que a maioria das pessoas que estão ficando internadas ou que, infelizmente, estão chegando a óbito, são justamente aquelas que não se vacinaram”, afirmou.
A médica reforça que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra complicações causadas pelos vírus respiratórios, principalmente entre os grupos mais vulneráveis.
“Não deixa para depois. A vacina é de graça, é rapidinho e é a única forma da gente evitar que o pior aconteça”, alertou.
Célia Rocha também orienta que a população procure uma unidade de saúde o quanto antes para garantir a imunização e reduzir os riscos de agravamento da doença.
“Passa num postinho hoje mesmo. Se cuidem”, concluiu.
Cenário nacional
Em todo o Brasil, o cenário também indica crescimento da doença. Somente em 2026 já foram 14.370 casos de SRAG notificados, segundo o boletim.
Desse total:
- 35% tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório
- 43,1% tiveram resultado negativo
- 14,4% ainda aguardam resultado laboratorial
Entre os casos positivos registrados neste ano, os vírus mais identificados foram:
- Rinovírus: 40%
- Influenza A: 20%
- Sars-CoV-2 (Covid-19): 17%
- Vírus sincicial respiratório: 13,6%
- Influenza B: 1,7%
Os dados do InfoGripe indicam ainda que a incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade permanece concentrada principalmente entre idosos. Entre as mortes registradas no período analisado, a maior parte foi associada à Covid-19, seguida pela influenza A.

Vacinas contra Influenza e Covid-19 já estão disponíveis em todas as unidades de saúde da capital. Foto: ilustrativa
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Educação do Acre realiza oficina para agentes territoriais do novo Pronacampo
Os agentes, segundo a professora, irão ajudar a realizar as ações e na supervisão a dinâmica de execução em todo o estado

Ao todo, 16 agentes terrirtoriais participaram da oficina. Foto: Mardilson Gomes/SEE
A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) realiza até a próxima sexta-feira, 13, no prédio da secretaria, oficina para agentes territoriais no âmbito do novo programa do governo federal, o Pronacampo. Além da oficina, também está sendo realizada a primeira Jornada Pedagógica da Educação do Campo, no auditório da Biblioteca Pública.
A chefe do Departamento de Educação do Campo da SEE, professora Maria Clara Geraldo Siqueira, explica que a Jornada Pedagógica está sendo ofertada para representantes dos núcleos. “Convidamos os assessores que acompanham as escolas do campo e eles vieram participar dessa formação e quando retornar eles serão agentes multiplicadores”, afirma.
“Paralelo a isso, está acontecendo a oficina para agentes territoriais do novo Pronacampo, que é uma política adotada pelo MEC e que vai trazer ações para ampliar e qualificar a oferta da educação do campo. Essa oficina está sendo oferecida para 16 agentes territoriais”, explicou.
Os agentes, segundo a professora, irão ajudar a realizar as ações e na supervisão a dinâmica de execução em todo o estado. “Eles estão participando de oficinas de direitos humanos, de educação especial, de educação ambiental e, agora, de letramento digital”, disse.

Professora Maria Clara Siqueira: “ampliar e qualificar oferta da educação do campo”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Maria Clara faz questão de destacar que os agentes não são professores, são pessoas da comunidade e que estão engajados nos movimentos sociais. “Eles passaram por uma seleção, por entrevista e foram selecionados para atuar como agentes do Pronacampo”, frisou.
“Então, eles irão atuar nas ações que o Pronacampo disponibilizar para a educação do campo e a gente vai ter um centro de referência e vamos ter os recursos para essas ações e os agentes estarão ao longo de todo o território, então eles farão uma espécie de articulação”, destacou.
Entre os agentes territoriais que participam da oficina está Rodrigo de Paiva Soares, que atuará nos municípios de Rio Branco e Bujari. Para ele, a oficina tem sido uma experiência enriquecedora para a aprendizagem e para a compreensão de como operacionalizar a política pública da educação do campo.
“É preciso ter um projeto para a escola que foque em melhorar estruturas, ensino e qualidade de vida para a comunidade e, nesse sentido, seremos um elo entre município, Estado, sociedade civil organizada e comunidade, fazendo uma interlocuação para fomentar as políticas voltadas para os territórios”, disse.

Rodrigo Soares: “elo entre municípios, governo e comunidade”. Foto: Mardilson Gomes/SEE
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Diretoria do Humaitá regulariza os atacantes Davi e Marcos Rudwere

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