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Seis motocicletas irregulares são apreendidas durante fiscalizações na fronteira

Veículos tinham restrição de roubo ou documentação adulterada; condutores foram encaminhados à delegacia
Durante o mês de janeiro, seis motocicletas foram apreendidas em blitzes de trânsito realizadas em diversos pontos da fronteira. As fiscalizações identificaram irregularidades como restrição de roubo e adulteração de documentos, resultando na condução dos condutores à delegacia para os procedimentos legais.
Em uma das abordagens, policiais identificaram uma motocicleta boliviana modelo Kyngo, preta, com placa NE-1420, cujo número do chassi revelou restrição de roubo/furto.

Além disso, a placa não correspondia à original, que seria NE-9011. A condutora afirmou ter comprado o veículo por R$ 3.000,00 no Facebook Marketplace, mas não soube informar o nome do vendedor nem a página utilizada na negociação.
Na mesma operação, os agentes pararam outra motocicleta Kyngo, preta, com placa NH-3574. Durante a verificação, foi constatado que o número do chassi não correspondia ao registrado no documento, caracterizando adulteração e uso de documento falso.

Além desses casos, ao longo da semana, outras quatro motocicletas foram apreendidas com irregularidades semelhantes. No total, seis veículos foram removidos e seus condutores encaminhados à delegacia.
As autoridades seguem intensificando a fiscalização para combater crimes como receptação de veículos roubados e fraudes documentais.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.






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