Cotidiano
Segurança Pública do Acre intensifica ações durante as festas de final de ano
Além disso, o Grupo Especial de Operações em Fronteiras (Gefron) intensificou as barreiras nas fronteiras mais próximas, como Brasileia, Capixaba e Plácido de Castro, em parceria com a Força Nacional.

Segurança Pública do Acre intensifica ações durante as festas de final de ano. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Sejusp
Com a proximidade das festas de final de ano, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) intensificou suas ações para garantir a segurança da população. Diversas operações foram lançadas, destacando-se a Operação Papai Noel da Polícia Militar, que visa aumentar a presença policial nas ruas e proporcionar um ambiente mais seguro durante as celebrações.
De acordo com o secretário de Segurança, coronel José Américo Gaia, a operação tem como foco a prevenção de crimes e a proteção de cidadãos e turistas. “Todas as nossas forças estão mobilizadas para que a população possa festejar com tranquilidade. A segurança é uma prioridade e as operações são fundamentais para inibir ações delituosas”, afirmou.

De acordo com o secretário de Segurança, coronel José Américo Gaia, a operação tem como foco a prevenção de crimes e a proteção de cidadãos e turistas. Foto: Dhárcules Pinheiro/Sejusp
A Polícia Civil também desempenha um papel vital nas ações de segurança, realizando operações específicas tanto na capital quanto no interior do estado. Durante a Operação Adsumus II, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, visando desarticular grupos criminosos e garantir a ordem pública.

O diretor operacional da Sejusp, coronel Atahualpa Ribera, destacou a importância dessas ações. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Sejusp
O diretor operacional da Sejusp, coronel Atahualpa Ribera, destacou a importância dessas ações, afirmando que a secretaria está atuando de forma integrada, focando em áreas estratégicas para maximizar a eficácia das nossas operações. “A Secretaria de Segurança Pública, nesse mês de dezembro, coordenou várias atividades para a melhoria da sensação e também da segurança do povo do estado do Acre, por meio de várias ações, como a tradicional operação Papai Noel, da Polícia Militar, realizada não só na capital, mas nos outros municípios do nosso estado; a Polícia Civil dando cumprimento ao mandado de busca e apreensão em pontos bem específicos que impactam os nossos dados, os nossos números estatísticos da segurança pública; e Polícia Penal fazendo o trabalho preventivo, desde o monitoramento de todas aquelas pessoas que têm alguma medida restritiva, que usam tornozeleira eletrônica, fiscalização em alguns presídios do interior, tudo para fazer com que a nossa segurança melhore”, disse.
A Polícia Penal tem intensificado esforços em presídios do interior, realizando acompanhamentos de monitorados e ações preventivas que visam a reintegração social e a segurança nos estabelecimentos prisionais. Essas medidas são essenciais para manter a ordem e minimizar possíveis conflitos.

Ciopaer realizará, entre os dias 19 e 31 de dezembro, voos de patrulhamento aéreo. Foto: Mariana Moreira/Ascom Sejusp
Outra iniciativa relevante é a atuação do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que, entre os dias 19 e 31 de dezembro, realizará voos de patrulhamento aéreo. Esses esforços serão simultâneos às ações em terra da Polícia Militar, proporcionando uma cobertura abrangente e eficaz. “O patrulhamento aéreo é uma ferramenta importante para monitorar áreas de difícil acesso e garantir que nossas operações sejam mais eficazes”, explicou o coronel Gaia.
Além disso, o Grupo Especial de Operações em Fronteiras (Gefron) intensificou as barreiras nas fronteiras mais próximas, como Brasileia, Capixaba e Plácido de Castro, em parceria com a Força Nacional. Essa ação é crucial para coibir o tráfico de drogas e outras atividades ilícitas. O patrulhamento fluvial em Tarauacá, Feijó e Jordão, também faz parte da operação Adsumus e reforça ainda mais a segurança nas regiões ribeirinhas.
Com todas essas ações, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre visa proporcionar um final de ano seguro e tranquilo para todos. A colaboração entre as diferentes forças de segurança é fundamental para o sucesso dessas operações, garantindo que a população possa celebrar as festividades com paz e segurança.

Gefron intensificou as barreiras nas fronteiras. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Ascom Sejusp
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Fase de classificação da Copinha Arasuper terá sequência no Sesc
Depois da parada para o Carnaval, a fase de classificação da Copinha Arasuper volta a ser disputada neste domingo, 21, a partir das 8 horas, no ginásio do Sesc. A 5ª rodada do torneio nas categorias Sub-10, 12 e 14 deve definir os primeiros classificados para a segunda fase. “Vamos ter jogos decisivos. Isso valoriza ainda mais a rodada deste domingo”, declarou o coordenador da …
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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES
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Semulher do Acre repudia decisão do TJMG que absolveu homem acusado de estuprar criança de 12 anos
Secretária Márdhia El Shawwa afirma que entendimento da Corte mineira “fragiliza o sistema de proteção às vítimas” e contraria legislação brasileira

Secretária Márdhia El Shawwa se manifestou após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos. Foto: captada
A Secretaria de Estado da Mulher (Semulher) se manifestou publicamente neste sábado (21) após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos .
Em nota assinada pela secretária Márdhia El Shawwa, a pasta lamentou o entendimento da Corte mineira e afirmou que decisões dessa natureza fragilizam o sistema de proteção às vítimas e podem desestimular denúncias .
Fundamentação jurídica e reação
Segundo a secretaria, a legislação brasileira é clara ao estabelecer que menores de 14 anos não podem consentir relações sexuais, sendo essa uma proteção considerada absoluta . O artigo 217-A do Código Penal tipifica como estupro de vulnerável a conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos, independentemente de consentimento, experiência sexual anterior ou existência de relacionamento amoroso.
A decisão do TJMG, proferida pela 9ª Câmara Criminal Especializada, aplicou a técnica do distinguishing para afastar a aplicação da Súmula 593 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que estabelece a presunção absoluta de violência nesses casos. O relator, desembargador Magid Nauef Láuar, argumentou que o relacionamento entre o acusado e a vítima teria sido “consensual” e contaria com “aquiescência dos genitores”.
Para a Semulher, qualquer interpretação que relativize essa regra coloca em risco a garantia de direitos de crianças e adolescentes.
Impactos e repercussão nacional
A manifestação também destaca preocupação com os impactos sociais da decisão, apontando que ela pode gerar insegurança jurídica e transmitir uma mensagem de permissividade a possíveis agressores .
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) já informou que vai recorrer da decisão, sustentando que a vulnerabilidade de menores de 14 anos é absoluta e que a dignidade sexual é bem jurídico indisponível. O caso também gerou reações de parlamentares de diferentes espectros políticos e do Ministério dos Direitos Humanos, que repudiaram a relativização do crime.
A secretaria declarou solidariedade à vítima e à família e reafirmou compromisso com a defesa dos direitos de meninas e mulheres.

Confira a nota na íntegra:
Nota pública sobre decisão proferida pelo TJMG
A Secretaria de Estado da Mulher, no cumprimento de sua missão institucional de zelar pela integridade, lamenta a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que absolveu um homem de 35 anos do crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos.
Decisões desta natureza ignoram o trauma sofrido, invalidam a voz da vítima e, principalmente, adulteram a infância de nossas crianças. E para além disso, abre-se um precedente perigoso, criando brechas jurídicas que fragilizam o Sistema de Garantia de Direitos. Adicionalmente, a referida decisão gera insegurança jurídica, visto que desestimula a denúncia e passa uma mensagem de permissividade a potenciais agressores em todo o país.
A legislação brasileira é muito clara ao afirmar que menores de 14 anos não podem consentir relações sexuais. É uma proteção que deve ser absoluta, impedindo a transferência de responsabilidade para as vítimas, uma vez que crianças e adolescentes não possuem maturidade psicológica para tal.
Como instituição pública, não podemos aceitar que o Judiciário, guardião da Constituição e das leis, caminhe em sentido contrário à proteção integral de meninas e mulheres, especialmente na fase da infância e juventude. A justiça deve servir para amparar os vulneráveis, e não para validar abusos sob justificativas subjetivas que ignoram o texto legal.
Manifestamos nossa solidariedade à vítima e sua família e reafirmamos, mais uma vez, o nosso compromisso público na luta pela proteção e garantia de direitos de meninas e mulheres.
Márdhia El Shawwa
Secretária de Estado da Mulher
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Vídeo de criança indígena comendo tanajura encanta redes e valoriza tradição alimentar amazônica
Na gravação, a pequena Yandra Mawe aparece segurando o inseto e explica que “é uma delícia”; tanajura é iguaria típica de comunidades tradicionais do Norte e Nordeste

Nas imagens, a pequena aparece segurando o inseto e afirma que considera a iguaria “uma delícia”. Foto: captada
Um vídeo publicado no perfil de Yandra Mawe chamou atenção e repercutiu nas redes sociais ao mostrar uma criança indígena comentando, de forma espontânea, sobre o consumo de tanajura — formiga tradicionalmente apreciada em diversas regiões do Brasil, principalmente na Amazônia .
Nas imagens, a pequena criança indígena aparece segurando o inseto e afirma que considera a iguaria “uma delícia” . Com naturalidade, ela ainda orienta que não se deve comer a cabeça da formiga, explicando que apenas a parte inferior pode ser consumida .
Valor cultural e nutricional
A tanajura, também conhecida em algumas regiões como içá ou saúva, é consumida principalmente durante o período de revoada e faz parte da cultura alimentar de comunidades indígenas e de populações do Norte e Nordeste do país. Rica em proteínas, a formiga é geralmente torrada antes de ser ingerida .
O vídeo repercutiu pela espontaneidade da criança e também por valorizar um costume tradicional que, para muitos, ainda desperta curiosidade .

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