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Secretaria de Comunicação do Acre recebe estudantes do curso Técnico de Administração do Senac
No setor de Jornalismo, o editor-chefe da Agência de Notícias do Acre, Elenilson Oliveira, e a repórter Tácita Muniz, contaram aos alunos, o fluxo de produção dos conteúdos publicados no site da Agência de Notícias do Acre

Estudantes observam os processos e procedimentos de gestão de Comunicação, Marketing, Publicidade e Administração da Secom. Foto: Alefson Domingos/Secom
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A Secretaria de Comunicação do Estado do Acre (Secom), recebeu nesta terça-feira, 9, alunos do curso de Técnico em Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/Acre) que fazem parte do Programa do Novo Ensino Médio.
Durante a visita, os estudantes observaram os processos e procedimentos de gestão de Comunicação e Marketing da Secom. A professora Dayane Bezerra, destacou que o curso é dividido em várias unidades curriculares e uma das unidades curriculares é composta pela área de marketing.
“Nós estamos formando profissionais técnicos que poderão estar realizando as atividades deles tanto na área governamental, sendo um prestador de serviço ou um profissional concursado ou do setor privado e até mesmo na área do empreendedorismo, abrindo seu próprio negócio. E trazendo eles para uma instituição estadual onde compreende as áreas de Jornalismo, Publicidade, Comunicação e Marketing, eles podem entender todo o processo na prática que é realizado dentro desses departamentos a qual eles já estudaram a teoria na unidade do núcleo educacional de aprendizagem do Senac”, pontou a professora.

Estudante David Dutra, 18 anos, relata sua experiencia durante a visita. Foto: Josciney Bastos/Secom
O estudante David Dutra, 18 anos, relatou sua experiencia durante a visita. “Eu achei bem interessante, pude conhecer mais sobre essa área do Estado, sobre a Comunicação e tudo que é feito até chegar a nós. De onde vem, como funciona toda a base de logística até a chegada da notícia. Essa foi uma experiência nova e gratificante, com certeza, porque até então eu não sabia como ocorria esse processo de produção”, destacou o jovem.

Jardila Xavier, 17 anos, destacou sua curiosidade sobre a área de comunicação. Foto: Josciney Bastos/Secom
“Eu estou achando ótima, eu tive sempre curiosidade de ver como é que é feita, como eles falaram sobre a matéria, como é que é feita do caminho até a notícia ser postada. Eu sempre tive curiosidade sobre isso, gostei demais”, frisou a estudante Jardila Xavier, 17 anos.
No setor de Jornalismo, o editor-chefe da Agência de Notícias do Acre, Elenilson Oliveira, e a repórter Tácita Muniz, contaram aos alunos, o fluxo de produção dos conteúdos publicados no site da Agência de Notícias do Acre, bem como sobre a importância das rádios públicas, Aldeia e Difusora, para as populações mais isoladas.
“Expliquei como funciona a produção da pauta desde o alinhamento com a editoria até a externa, quando finalizamos o material com personagens, indicadores e histórias impactadas por aquele assunto que estamos abordando. Outro ponto que fiz questão de frisar é a importância da comunicação, principalmente pública, para a transparência de uma gestão e manutenção da democracia, já que é uma prestação de contas do governo à população. Acho importante que a comunidade entenda como funciona esse mecanismo e tenha consciência de que uma comunicação fortalecida é uma arma contra a opacidade de qualquer que seja a instituição,” disse a repórter.

Diretora Administrativa da Secom, Sabrina Gondim, explica o funcionamento da parte Administrativa no setor público. Foto: Alefson Domingos/Secom
Na área de Administração, a diretora administrativa da Secom, Sabrina Gondim, explicou como ocorre a tramitação dos processos administrativos para garantir o bom funcionamento da secretaria. “Apresentei um pouco de como funciona a gestão pública, no caso específico aqui da Secretaria de Comunicação. Explicamos como funciona o planejamento das atividades, a execução, o monitoramento do acompanhamento dessas metas estabelecidas lá no planejado, como se dá um processo de compra na administração pública, que não é tão simples como na privada, que tem que ter um processo licitatório para a aquisição de qualquer bem ou serviço que a administração pública precise. E a partir daí, o registro no patrimônio, o pagamento pelo setor financeiro, a logística dos transportes, dos servidores, das equipes e de materiais também necessários, o funcionamento administrativo de uma secretaria”, relatou a gestora.
No setor de Marketing e Publicidade, as equipes fizeram uma apresentação do trabalho que é desenvolvido nos setores. “Durante a visita dos estudantes nós apresentamos o fluxo no setor de Marketing e Inovação, e como funciona, desde a chegada da demanda até a entrega do material completo e solucionamos algumas questões que eles tinham referente a edições de vídeo”, descreveu o social mídia, Alisson Bezerra.
“Por meio da visita eles estão adquirindo conhecimento, a qual eles estão vivenciando as atividades, mesmo que seja passando, visitando os departamentos, eles estão conhecendo principalmente os equipamentos utilizados para cada área de trabalho, os processos e dentro dos processos, os procedimentos elaborados para a realização dessas tarefas, inclusive dentro da área do departamento de edição. Eles puderam entender todo o processo da parte administrativa, desde o planejamento da programação, que vai ser elaborada as matérias, deslocamento, logística, requisição de materiais e os equipamentos necessários para que todas as notícias cheguem à visualização e conhecimento da população acreana”, acrescentou a professora.
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Fim da escala 6×1 ganha força no Congresso e acende alerta no setor produtivo
Discussão sobre mudanças na jornada de trabalho opõe argumentos de qualidade de vida e preocupações com custos, empregos e competitividade
O debate sobre o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa um — voltou a ganhar destaque no Congresso Nacional e tem mobilizado parlamentares, entidades empresariais e representantes do mercado de trabalho. A proposta, defendida por parte dos parlamentares como uma forma de ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores, levanta questionamentos sobre os impactos econômicos e operacionais para empresas de diferentes setores.
Nos últimos meses, projetos de lei, declarações públicas e discussões em comissões parlamentares intensificaram o embate entre a busca por melhores condições de trabalho e a preocupação com a sustentabilidade das empresas, especialmente no comércio e no setor de serviços, que dependem de funcionamento contínuo e escalas mais extensas.
Atualmente, quatro propostas de emenda à Constituição (PECs) tramitam no Congresso sobre o tema. Uma delas é a PEC 8/2025, que prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
Segundo o relator da Subcomissão Especial da Escala de Trabalho 6×1, deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), o relatório final deve propor a redução da contribuição previdenciária patronal de 20% para 10% em empresas nas quais a folha de pagamento representa 30% ou mais do faturamento.
“Nós sabemos da importância do trabalhador ter mais dias de descanso, ter uma vida mais saudável, mas também sabemos que a economia precisa que as empresas estejam saudáveis e competitivas”, afirma.
Os impactos da mudança para o mercado
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) acompanha o avanço do debate com cautela e reforça a necessidade de uma análise ampla antes de qualquer alteração no atual modelo de jornada de trabalho. A entidade alerta que o fim da escala 6×1, se implementado de forma abrupta, pode trazer efeitos significativos para o mercado.
Entre os principais pontos de atenção estão o aumento dos custos operacionais, a necessidade de contratações adicionais, a redução da margem de lucro e, em alguns casos, o risco de fechamento de vagas ou informalidade. A preocupação é maior entre micro, pequenas e médias empresas, que possuem menor capacidade de absorver mudanças repentinas na legislação trabalhista.
Segundo a CACB, setores como comércio, turismo, alimentação e serviços essenciais seriam diretamente afetados, já que operam com horários estendidos e dependem de escalas para manter o atendimento ao público.
O vice-presidente da CACB, Valmir Rodrigues da Silva, avalia que países desenvolvidos conseguem adotar jornadas menores porque contam com alta produtividade — realidade ainda distante no Brasil. Segundo ele, enquanto umtrabalhador brasileiro leva, em média, uma hora para produzir o que um norte-americano faz em 15 minutos, fatores como educação, infraestrutura e tecnologia ainda limitam ganhos de produtividade.
“Quando você reduz a carga horária, tendo uma produtividade baixa, naturalmente que isso vai impactar nos custos, e esse custo será repassado ao mercado”, destaca.
Ele também chama atenção para o risco enfrentado por empresas que não conseguem repassar ao mercado o aumento dos custos. No caso de negócios que atuam como fornecedores e conseguem distribuir esse reajuste ao longo da cadeia produtiva, o impacto tende a ser menor. Já para quem está na ponta, lidando diretamente com o consumidor final, a margem de manobra é reduzida: se o público não absorver a alta de preços, a empresa pode ter sua rentabilidade comprometida e, no pior cenário, ser levada ao fechamento.
Fernando Moraes, empresário do setor de telefonia e presidente do Conselho Superior da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), avalia que a possível extinção da escala 6×1 precisa ser analisada com muita cautela.
“O comércio e os serviços dependem fortemente de mão de obra e operam com margens apertadas. Uma mudança desse porte, sem transição e sem contrapartidas como desoneração da folha e ganhos de produtividade, pode elevar custos, reduzir competitividade e afetar a geração de empregos. Defendemos diálogo e equilíbrio para que o avanço nas relações de trabalho não resulte em efeitos negativos para a economia”, ressalta.
Qualidade de vida e reflexos na economia
Defensores do fim da escala 6×1 argumentam que a mudança pode trazer ganhos à saúde física e mental dos trabalhadores, além de melhorar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. No entanto, especialistas apontam que os impactos sobre a produtividade e a economia variam conforme o setor, o porte da empresa e o modelo de implementação.
Para a CACB, é inegável que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida, mas é preciso avaliar os impactos financeiros também para o trabalhador.
“O trabalhador também é comprador. Então se o preço é impactado, se o custo subir, ele vai ter que fazer um esforço maior para manter aquilo que ele já tem”, afirma Valmir Rodrigues.
A entidade defende que o caminho mais equilibrado passa pelo diálogo entre governo, Congresso, trabalhadores e empresários, além da busca por alternativas como a flexibilização de jornadas, acordos coletivos e modelos adaptáveis à realidade de cada atividade econômica.
Enquanto o tema segue em discussão no Congresso Nacional, a CACB reforça que qualquer mudança na legislação trabalhista deve ser construída com base em dados técnicos e impacto real na economia, de forma a garantir avanços sociais sem comprometer a geração de empregos e a competitividade das empresas brasileiras.
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Polícia Civil apreende arma e prende suspeito de violência doméstica e trabalho infantil em Bujari
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Bujari, cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão, nesta quarta-feira, 11, contra um homem suspeito de aterrorizar a própria família na zona rural do município. Segundo as investigações, o indivíduo proferia xingamentos constantes e ameaçava a esposa de morte, mantendo-a sob forte dependência emocional e em isolamento social.

O caso também envolve uma grave denúncia de trabalho infantil, já que um menino de apenas 8 anos era obrigado a realizar serviços braçais pesados na lavoura. Além disso, o histórico de violência do investigado inclui uma ameaça direta contra o próprio sogro, quando teria apontado uma arma de fogo para a cabeça dele durante um desentendimento.
A residência da família fica em uma área remota da zona rural de Bujari, o que dificultou a ação policial e exigiu um deslocamento de quase duas horas por locais de difícil acesso até que as vítimas pudessem ser resgatadas. Apesar das barreiras, a operação foi bem-sucedida e resultou na prisão do suspeito e na apreensão de uma arma de fogo sem registro, utilizada para intimidar os familiares.
O delegado responsável pela investigação, Bruno Coelho Oliveira, destacou o caráter humanitário da ação. “Nossa prioridade absoluta foi resgatar essa mulher e as crianças do cenário de opressão e medo em que viviam. A ação policial foi essencial para interromper o isolamento forçado e garantir que essas vítimas, especialmente os menores em situação de vulnerabilidade, tivessem sua integridade física e psicológica protegidas pelo Estado”, afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Prefeitura de Assis Brasil reafirma parceria com Fundação Elias Mansour para celebrar os 50 anos do município
A Assessora de Eventos da Prefeitura de Assis Brasil, Leila Ferreira, esteve reunida com o diretor Sérgio Siqueira e a equipe da Fundação Elias Mansour para alinhar uma importante parceria em alusão aos 50 anos de fundação do município.
Durante o encontro, foi apresentado o projeto comemorativo do cinquentenário, que será entregue ao presidente Minoru Kinpara. A proposta tem como foco a construção de um amplo trabalho de resgate histórico, reunindo fatos marcantes, registros e memórias que contam a trajetória de Assis Brasil ao longo dessas cinco décadas.
O objetivo da reunião foi planejar ações voltadas à elaboração de um projeto especial que destaque a evolução do município, sua identidade cultural e a valorização de seus pontos turísticos e patrimônios históricos. A iniciativa busca fortalecer o sentimento de pertencimento da população e evidenciar a importância de Assis Brasil no contexto regional.
Em breve, a equipe técnica estará no município para realizar levantamentos e coletar informações que irão compor o material comemorativo. O conteúdo será apresentado durante as celebrações oficiais do aniversário da cidade, que acontecem no mês de maio.
A Prefeitura de Assis Brasil reafirma, com essa parceria, o compromisso de preservar a história local e promover ações que valorizem a cultura e o desenvolvimento do município.
























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