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Acre

Samu do Acre recebe nove ambulâncias e duas caminhonetes do Ministério da Saúde

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Em 2012, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) completa oito anos de atuação no Acre. Com cobertura em 100% dos municípios do Estado, é a maior referência no atendimento de urgência e emergência.

Para garantir mais qualidade no atendimento, o Acre recebeu do Ministério da Saúde (MS) nove viaturas novas para substituir as que já não estão em condições de atender os chamados de urgências e emergências. De acordo com a coordenadora do Samu, Lúcia Luna, as novas ambulâncias chegam ainda este mês e serão utilizadas para uso exclusivo da Rede Samu.

Parte das ambulâncias do Samu será substituída por novos carros (Arquivo Secom)

Parte das ambulâncias do Samu será substituída por novos carros (Arquivo Secom)

As ambulâncias saíram de Tatuí [São Paulo] nesta quarta-feira em uma “cegonha” contratada pela Secretaria de Estado de Saúde e foram doadas pelo Ministério da Saúde para composição da Rede Samu”, lembrou Lúcia, para quem essa é mais uma conquista do governo do Acre, que a cada dia vem ampliando e qualificando os serviços de saúde no Estado.

Já para o início de 2013, o MS doará  duas caminhonetes traçadas e adaptadas como ambulância para facilitar os atendimentos em locais de difícil acesso, como, por exemplo, os ramais, que em determinadas épocas do ano têm o acesso limitado.

“Estamos ampliando nossa cobertura. Trabalhamos com dois médicos reguladores por dia, atendendo as ocorrências – por telefone – e realizando as transferências nas situações de urgências. Esses dois carros traçados irão facilitar e agilizar o nosso trabalho, pois às vezes há demora no atendimento devido à dificuldade de acesso”, finalizou Lúcia.

Mônica Araújo (Assessoria Sesacre)

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Acre

Sesacre cria grupo para coordenar política de cuidados paliativos no estado

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Foto: Reprodução

A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) instituiu nesta quarta-feira, 21, o Grupo Condutor Estadual da Política de Cuidados Paliativos, conforme a Portaria nº 108/2026, publicada no Diário Oficial do Estado. A medida visa coordenar, monitorar e avaliar a implementação da Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP) no estado, alinhada ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O grupo terá caráter consultivo e deliberativo, e reunirá representantes de diferentes áreas técnicas da SES, incluindo Atenção à Saúde, Regulação, Atenção Ambulatorial e Hospitalar, Assistência Farmacêutica, Ensino e Pesquisa, Atenção Primária, além de redes de atenção a doenças crônicas, câncer, urgência e emergência. A Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco também terá representantes.

Além disso, o grupo contará com apoio institucional do COSEMS/AC (Conselho de Secretarias Municipais de Saúde) e do CONASS (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) para articulação e suporte técnico.

Entre as principais atribuições do grupo estão:Elaborar e atualizar os planos estaduais de cuidados paliativos; Definir regiões e serviços que integrarão o Ciclo 2 do projeto Cuidados Paliativos no SUS; Organizar dados dos serviços para subsidiar discussões e oficinas de planejamento; Apoiar tecnicamente gestores municipais na organização das equipes e serviços e monitorar indicadores de desempenho e qualidade da assistência prestada.

A portaria revoga a Portaria Sesacre nº 2188/2025, e entrou em vigor na data de sua publicação, garantindo o início imediato das atividades do grupo.

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Acre

Presidente do MDB no Acre confirma vinda de Baleia Rossi para selar aliança com Mailza Assis

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Presidente estadual Vagner Sales afirma que conversas estão adiantadas e que líder nacional virá ao estado para confirmar apoio

Vagner Sales afirma que líder nacional do partido virá ao estado anunciar apoio à pré-candidata do PP ao governo. Foto: captada 

O presidente estadual do MDB no Acre, Vagner Sales, anunciou nesta terça-feira (20) que o presidente nacional do partido, deputado Baleia Rossi (MDB/SP), virá ao estado em breve para oficializar a aliança do MDB com a vice-governadora Mailza Assis (PP), pré-candidata ao governo do Acre nas eleições de 2026. Segundo Sales, as tratativas estão “bastante adiantadas” e o anúncio depende apenas da confirmação final do PP.

“O MDB continua em diálogo com a candidata a governadora Mailza Assis e as discussões estão bastante adiantadas. Logo teremos um anúncio importante”, afirmou. Ele ressaltou que a decisão agora está nas mãos do PP e de Mailza, que devem acertar as reivindicações do MDB.

A movimentação reforça a articulação iniciada em dezembro, quando o governador Gladson Cameli (PP) se reuniu com Baleia Rossi em Brasília. A aliança também encerra a expectativa do Republicanos, que tem o senador Alan Rick como pré-candidato, de contar com o apoio do MDB. Internamente, o partido defende que a decisão leve em conta a formação de chapas competitivas para a Assembleia Legislativa e a Câmara Federal.

O governador Gladson Cameli (PP) se reuniU pessoalmente com Baleia Rossi, em Brasília, no último dia 10 de dezembro do ano passado. Foto: captada 

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Acre

Acre lidera ranking nacional de feminicídios em 2025, com maior taxa proporcional do país

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Estado registrou 14 assassinatos de mulheres, alta de 75% sobre 2024; taxa de 1,58 por 100 mil habitantes é a mais elevada entre todas as unidades federativas

Desde 2015, o Acre contabilizou 122 feminicídios. A marca de 100 vítimas foi ultrapassada em 2023, quando o acumulado da década chegou exatamente a cem casos.

O Acre liderou a taxa proporcional de feminicídios no Brasil em 2025, com 1,58 casos por 100 mil habitantes – a maior do país. Em números absolutos, foram 14 assassinatos de mulheres motivados por violência de gênero ou doméstica, um aumento de 75% em relação a 2024, quando ocorreram oito mortes. O estado igualou os picos históricos registrados em 2016 e 2018, que também contabilizaram 14 feminicídios cada.

Desde 2015, quando a lei do feminicídio foi sancionada, o Acre acumula 122 vítimas. A marca de 100 casos foi ultrapassada em 2023. Em nível nacional, 2025 foi o ano mais letal desde a criação da legislação, com 1.470 feminicídios registrados – uma média de quase quatro mortes por dia. O dado supera o recorde anterior, estabelecido em 2024, e reforça a urgência de políticas de enfrentamento à violência contra a mulher em todo o país.

Comparativo nacional:
  • Acre: 14 casos (taxa de 1,58/100 mil) – maior proporção do país

  • Amapá: 9 casos

  • Roraima: 7 casos

  • Brasil: 1.470 feminicídios em 2025 (recorde desde 2015)

Desde 2015, o estado já contabilizou 122 feminicídios – a marca de 100 vítimas foi ultrapassada em 2023. A reincidência de parceiros ou ex-parceiros como autores e a dificuldade de acesso a medidas protetivas no interior são apontadas como fatores agravantes.

Ações em curso:

A Secretaria de Segurança do Acre intensificar a fiscalização eletrônica de medidas protetivas e ampliar campanhas de conscientização em parceria com o Ministério das Mulheres. O Estado deve instalar mais Delegacia da Mulher no interior e criar um comitê interinstitucional para monitorar casos de alto risco.

O recorde nacional de feminicídios em 2025 (1.470 casos) coincide com o aumento de 75% no Acre, indicando que a violência de gênero escalou mesmo após uma década da Lei do Feminicídio (13.104/2015) – sinal de que a legislação sozinha não basta sem políticas de prevenção e proteção efetivas.

Desde 2015, o estado já contabilizou 122 feminicídios. A reincidência de parceiros ou ex-parceiros como autores e a dificuldade de acesso a medidas protetivas no interior do estado são apontadas como fatores agravantes.

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