Cotidiano
Rondônia registra 19 mortes e 1.080 casos de Coronavírus nesta terça-feira

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No Estado, os números de casos confirmados, recuperados e de óbitos, desde o primeiro registro em 20 de março de 2020 até 1 de junho de 2021, por covid-19 são:
Casos confirmados – 230.646
Casos ativos – 6.680 (2,90%)
Pacientes recuperados – 218.189 (94,60%)
Óbitos – 5.777 (2,50%)
Pacientes internados na Rede Estadual de Saúde – 291
Pacientes internados na Rede Privada – 53
Pacientes internados na Rede Municipal de Saúde – 85
Pacientes internados na Rede Filantrópica – 1
Total de pacientes internados – 430
Pacientes aguardando leitos: 0
Testes Realizados – 606.530
Aguardando resultados do Lacen – 301
* População vacinada:
1ª Dose – 228.453
2ª Dose – 130.417
Profissionais de Saúde vacinados:
1ª Dose – 48.353
2ª Dose –37.560
Indígenas vacinados:
1ª Dose – 6.749
2ª Dose – 5.252
Idosos vacinados:
1ª Dose – 167.165
2ª Dose – 85.974
Deficientes ILP:
1ª Dose – 44
2ª Dose – 24
Segurança e Salvamento:
1ª Dose – 5.606
2ª Dose – 1.601
Quilombolas:
1ª Dose – 536
2ª Dose – 6
* (Dados obtidos às 17h40)
Nas últimas 24 horas foram registrados 19 óbitos por covid-19 em Rondônia, desses, quatro foram em Cacoal, sendo duas mulheres (62 e 51 anos de idade), um homem de 62 anos e um recém nascido do sexo masculino; quatro foram em Ji-Paraná, sendo duas mulheres (66 e 47 anos de idade) e dois homens (67 e 48 anos de idade); três em Porto Velho, sendo duas mulheres (83 e 36 anos de idade) e um homem de 81 anos de idade; dois homens (89 e 36 anos de idade) de Ariquemes; dois em Governador Jorge Teixeira, sendo uma mulher de 60 anos e um homem de 71 anos de idade; um homem de 62 anos de Alto Paraíso, uma mulher de 51 anos de Candeias do Jamari, uma mulher de 51 anos de Jaru e um homem de 53 anos de Machadinho D’Oeste.
O total de vacinas informado é menor que no dia anterior, tendo em vista que algum município deveria informar um quantitativo como segunda dose, no entanto lançou como primeira dose na edição desta segunda-feira (31), sendo necessária realizar recontagem na data de hoje.
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Adesg e Vasco ficam no empate em confronto preparatório
Adesg e Vasco empataram por 2 a 2 nesta quarta, 31, no Tonicão, em um confronto preparatório para o Campeonato Estadual. Kitinha e Pedro Careca marcaram os gols do Leão enquanto Catatau e Bryan anotaram para o Vasco. Excelente treinamento Para o técnico Rodrigo Deião, o treinamento foi excelente para a Adesg. “Conseguimos fazer um amistoso forte desde o início e foi possível trabalhar bem …
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Fonte: Conteúdo republicado de PHD Esportes
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Supercopa Rei será decidida em Brasília em 1º de fevereiro
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.
A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.
Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.
Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.
Últimos campeões
O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.
Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.
Supercopa Rei
Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.
Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.
A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - ESPORTES
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Mailza Assis prepara-se para assumir o governo do Acre em 2026 e pode se tornar a 2ª mulher a comandar o estado
Vice-governadora, que assumiria o cargo em abril com a saída de Gladson Cameli para o Senado, é apontada como candidata oficial à sucessão; perfil reservado e trajetória religiosa e política marcam sua ascensão

Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos nove meses à frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários. Foto: captadas
Poucas horas separam o Acre de 2026, ano em que a vice-governadora Mailza Assis (PP) deve assumir o governo do estado em abril, com a saída de Gladson Cameli para disputar uma vaga no Senado. Com uma trajetória que começou na Assembleia de Deus, passou pela prefeitura de Senador Guiomard (Quinari) e chegou ao Senado antes da vice-governança, Mailza é apontada como candidata oficial do Palácio Rio Branco para as eleições do próximo ano, podendo se tornar a segunda mulher a governar o Acre — após Iolanda Lima, em 1986-87.
De perfil reservado, fala baixa e postura considerada exemplar por aliados, ela teria conquistado a confiança do governador para a sucessão ainda no início do mandato. Conhecida por sua religiosidade e citada por profecias que anteviam sua ascensão, Mailza enfrentará adversários “à altura” em 2026, mas chega fortalecida pela máquina e pela articulação política do grupo no poder. Se confirmada, sua gestão promete “suavizar” o tom do governo, sem abrir mão do rigor administrativo que lhe é atribuído por quem a conhece de perto.
Trajetória incomum:
Nascida no Amazonas, Mailza chegou ao Acre ainda jovem, trabalhou como auxiliar administrativa na Assembleia de Deus e iniciou na política como secretária municipal em Senador Guiomard. Sua ascensão acelerou com a suplência no Senado (2015), titularidade (2019-2022) e eleição como vice-governadora em 2022.
Estilo de gestão:
Descrita como “doce, de fala baixa”, ela promete “suavizar” o governo, mas aliados alertam: “O espaço para erro é quase zero”. Conhecida por rigor administrativo, Mailza terá nove meses à frente do estado para construir sua imagem antes da campanha eleitoral.
Contexto político:
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Seria a segunda mulher a governar o Acre – após Iolanda Lima (1986-1987);
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Tem o apoio aberto de Cameli, que a escolheu como sucessora;
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Enfrentará adversários de peso em 2026, ainda indefinidos.
Fé e projeção:
Em entrevista recente, Mailza revelou ter recebido uma “profecia” sobre seu destino político. Sua trajetória é comparada à da cantora Damares – de origem humilde e ascensão ligada à fé.
Desafios:
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Consolidar liderança em um estado tradicionalmente masculino;
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Administrar a transição sem rupturas com a base de Cameli;
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Equilibrar discurso religioso com políticas de estado.
A partir de janeiro, Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos meses de 2026 frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários.
A trajetória de Mailza Assis reflete uma nova via de ascensão política no Acre: longe dos partidos tradicionais, alicerçada em redes evangélicas, trabalho discreto e lealdade a um grupo político hegemônico. Seu maior teste será governar sem a sombra de Cameli.

A vice-governadora Mailza Assis (PP) em abril de 2026, deve assumir o Governo do Acre com a renúncia de Gladson Cameli, que concorrerá ao Senado, e será a candidata oficial do Palácio Rio Branco à sucessão para o mandato seguinte. Fot: captada


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