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Rocha critica pronunciamento do ex-presidente Lula: “show de cinismo”
Sufocado pelo som de panelas e gritos de protesto da população brasileira, o programa partidário do PT, exibido na noite desta terça-feira (23), causou revolta e indignação em quem assistiu aos 10 minutos de veiculação do vídeo.
O deputado federal Major Rocha (PSDB-AC) usou a tribuna da Câmara hoje, 24, para criticar o pronunciamento do ex-presidente Lula, que o deputado tucano considerou como um “show de cinismo e desfaçatez”.
Rocha destacou que o ex-presidente teve “mais panelaços” que a presidente Dilma, durante a veiculação do programa partidário.
“O ex-presidente buscou exemplos em outros países para justificar o fracasso na economia brasileira”, disse Rocha, ao citar trechos do pronunciamento do petista.
O presidente Nacional do PSDB, senador Aécio Neves, usou as redes sociais para se manifestar sobre o pronunciamento do petista.
A postagem feita no Facebook pelo senador e líder tucano afirma que o programa “é um desrespeito à inteligência dos brasileiros”. “O partido que insiste na divisão dos brasileiros põe-se agora na condição de vítima e diz fazer um chamamento à união, quando, na verdade, formula críticas diretas a todos aqueles que, graças à democracia, lutam pela verdade e pela responsabilidade do poder público, acreditando na legitimidade de nossas instituições”, escreveu na rede.
O senador concluiu sua postagem reafirmando o posicionamento do PSDB e dos aliados pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff. “A oposição segue com coragem, ao lado do país, dos brasileiros e da justiça, certa de que a verdadeira união não se dará com novas ilusões de quem está enterrando o país na maior crise de sua história, mas com o desejo real de recuperar a credibilidade, a confiança e as possibilidades de trabalho para cada brasileiro”, afirmou.
O “panelaço” de ontem foi o oitavo registrado contra a presidente Dilma Rousseff e o governo do PT. Gritos de “ladrão e bandido” puderam ser ouvidos quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, investigado por diversos escândalos de corrupção, apareceu na TV para se defender de suspeitas. O barulho das panelas também aumentou no momento em que Lula apareceu no programa partidário do PT.
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Alan Rick afirma que vice na chapa ao governo será escolhido na reta final e confirma conversas com grupo de Sena Madureira
Senador citou o deputado Gene Diniz como um dos nomes em análise, mas destacou que a definição deve ocorrer próximo às convenções; composição envolve articulações com o MDB e outras regiões do estado

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores
Alan Rick diz que vice será definido como “última escolha” e confirma diálogo com grupo de Sena Madureira
O senador Alan Rick (Republicanos) detalhou, em entrevista à imprensa de Rio Branco, como tem sido o diálogo com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao governo do Acre. Entre os nomes citados, o senador confirmou a possibilidade do deputado Gene Diniz, irmão do prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz.
Ao ser questionado se a vaga de vice teria sido oferecida ao grupo de Sena Madureira, Alan confirmou as conversas:
“O nome do Gene foi colocado na mesa. E como eu te falei, o vice a gente não escolhe agora, né? O vice é uma das últimas escolhas que a gente faz”.
A informação gera um contraponto porque o prefeito de Sena também articula a indicação de um dos nomes da sua base para disputar as eleições pelo MDB, partido que está na base da atual vice-governadora Mailza. A informação foi confirmada pelo presidente do diretório municipal, Vagner Sales.
“O Gerlen é um cara maduro na política, sabe que existem composições que não podem ser feitas de forma intempestiva. A gente tem que olhar para todo o cenário político”, disse o senador.
Opções amplas e decisão estratégica
Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores: “Tem o nome da querida Ana Paula [Correa], tem outros nomes… esses dias já citaram o nome do empresário Rico Leite”. Ele também não descartou uma composição com o Juruá: “Mas o vice também pode vir do Juruá, viu? Por que não? […] Vamos deixar as coisas acontecerem”.
Alan Rick foi enfático ao dizer que não pretende apressar a decisão, tratando-a como um movimento estratégico de última hora: “O vice é a última escolha. É lá já pertinho ou no meio das convenções que a gente, diante de todo o cenário criado, faz a escolha”.

Alan Rick (Republicanos) em entrevista para a imprensa de Rio Branco, tem diálogado com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao Governo do Estado. Foto: captada
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Luiz Gonzaga condiciona permanência no PSDB à formação de chapa competitiva e sinaliza apoio a Bocalom
Primeiro-secretário da Aleac afirma que aguarda definição dos nomes da chapa proporcional; parlamentar diz que, se ficar, apoiará a pré-candidatura de Tião Bocalom ao governo do Acre

Luiz Gonzaga, afirmou a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição. Foto: captada
Luiz Gonzaga avalia ficar no PSDB para reeleição, mas aguarda definição de chapa
O deputado estadual e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Luiz Gonzaga, afirmou na manhã desta terça-feira (31) que avalia a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição, condicionando a decisão à formação de uma chapa competitiva no partido. Gonzaga frisou que ficar na sigla implicaria no apoio a Tião Bocalom, presidente do partido e pré-candidato ao governo do Acre em 2026.
Em conversa com a imprensa, Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da legenda antes de bater o martelo sobre seu futuro político.
“O presidente do partido ficou de me apresentar uma lista com os nomes dos pré-candidatos. Estou esperando isso para poder decidir. Sou do PSDB, já disputei mais de oito mandatos pelo partido. Se tiver chapa, possivelmente eu vou ficar e apoiar o Bocalom”, declarou.
Gonzaga foi presidente da Aleac e atualmente é o primeiro-secretário da Casa. O parlamentar sempre integrou a base de apoio ao governador Gladson Cameli.
Apesar das sinalizações, Gonzaga reforçou que ainda não há decisão definitiva e que o cenário político segue em construção.

Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da sigla antes de bater o martelo sobre seu futuro político. Foto: captada
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Quatro deputados estaduais do Acre se filiam ao União Brasil em ato em Brasília
Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo reforçam bancada da sigla no estado; partido já havia recebido adesão de Afonso Fernandes na última semana

Os deputados Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram suas filiações. Foto: captada
União Brasil amplia bancada no Acre com filiação de quatro deputados estaduais
Os deputados estaduais Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram, nesta terça-feira (31), suas filiações ao União Brasil. O ato ocorreu em Brasília e contou com a presença do presidente nacional da sigla, Antônio Rueda, e do dirigente estadual, Fábio Rueda, consolidando um movimento que já vinha sendo articulado nos bastidores da política acreana.
Com a chegada dos quatro parlamentares, o União Brasil amplia significativamente sua representação no estado, tornando a chapa mais competitiva para as eleições de 2026. Na última semana, a sigla já havia recebido reforço com a filiação do deputado Afonso Fernandes.
A movimentação reforça a estratégia do partido de consolidar uma bancada robusta no Acre nos próximos meses, em meio às articulações para o pleito estadual e federal.

A articulação contou com a participação do presidente nacional do partido, Antônio Rueda. Foto: captada

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