Conecte-se conosco

Brasil

Rishi Sunak será o novo primeiro-ministro do Reino Unido

Publicado

em

Rishi Sunak em Londres

O ex-ministro das Finanças Rishi Sunak vai ser o novo primeiro-ministro do Reino Unido e líder do Partido Conservador.

A confirmação chega depois de a sua única possível adversária, Penny Mordaunt, ter desistido da corrida e declarado seu apoio ao candidato, o único a conseguir as 100 assinaturas necessárias.

Sunak torna-se, assim, o primeiro chefe de governo britânico de origem afro-hindu e carrega agora a missão de superar a crise no país, depois de a antecessora Liz Truss só ter durado 44 dias no cargo.

Rishi Sunak quase precisou enfrentar uma competição ao cargo com a conservadora Penny Mordaunt, que se esforçou para conseguir as 100 assinaturas necessárias para concorrer, mas não obteve sucesso.

No início desta tarde (horário local), Penny Mordaunt desistiu da corrida e declarou seu apoio a Sunak. “Escolhemos o nosso novo primeiro-ministro. Esta decisão é histórica e mostra, uma vez mais, a diversidade e o talento do nosso partido. O Rishi tem todo o meu apoio”, escreveu em comunicado divulgado no Twitter.

“Todos nós devemos a este país, uns aos outros e ao Rishi estar unidos e trabalharmos juntos para o bem da nação. Há muito trabalho pela frente”, acrescentou.

De acordo com o presidente do Comitê 1922, o conselho do grupo parlamentar que organiza as eleições internas, Graham Brady, apenas Rishi Sunak conseguiu apresentar uma candidatura válida.

“Rishi Sunak é, portanto, eleito como líder do Partido Conservador”, anunciou.

O outro potencial candidato, Boris Johnson, já tinha desistido da corrida no domingo (23) à noite.

Novo governo

Sunak deverá se reunir com o rei Carlos III ainda nesta segunda-feira no Palácio de Buckingham para que a formação do novo governo seja formalizada.

Para esta tarde espera-se também um encontro entre Sunak e alguns ministros. O novo líder conservador irá chamar aqueles que pretende demitir e os outros, com quem pretende continuar.

Na quarta-feira (26), Sunak responderá às primeiras questões da oposição e de seu próprio partido no Parlamento.

O antigo ministro das Finanças tem agora pela frente uma grave crise econômica e financeira, com o país à beira de uma recessão e pressionado para cortar a despesa pública.

Ao mesmo tempo, enfrenta a contestação de cada vez mais funcionários públicos, como professores e enfermeiros que pedem aumentos salariais, e do Partido Trabalhista, que tem uma vantagem de cerca de 30 pontos percentuais nas sondagens.

Partido Conservador

Sunak sucede a Liz Truss, que se demitiu na quinta-feira (20) devido ao crescente descontentamento com o Governo, mas mantém-se em funções interinamente.

Em 5 de setembro, Truss foi declarada vencedora da eleição interna no partido Conservador para suceder a Boris Johnson. Ela ficou no cargo apenas por seis semanas.

Sunak e Penny Mordaunt também concorreram nas eleições internas do partido em setembro. Ele foi o segundo mais votado e Penny Mordaunt, a terceira mais votada.

Comentários


Brasil

Pacheco e Marinho devem disputar a presidência do Senado

Publicado

em

Enquanto o atual líder da casa se alia ao governo eleito, o ex-ministro de Bolsonaro conta com a bancada eleita do PL para se eleger

Rogério Marinho (PL-RN) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG) devem disputar a presidência do Senado em 2023
VALTER CAMPANATO, AGÊNCIA BRASIL/ JEFFERSON RUDY,AGÊNCIA SENADO

A disputa para ocupar o cargo mais alto do Senado Federal deve ser entre o atual presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o senador eleito Rogério Marinho (PL-RN). Enquanto Pacheco tem o apoio do PT, Marinho é o nome que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem articulado para lançar a candidatura.

Ex-ministro do Desenvolvimento Regional e ex-secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Marinho foi indicado por Bolsonaro nesta semana, durante um almoço com as lideranças do PL, conforme apurou a reportagem. Inicialmente, a disputa interna era entre ele, Eduardo Gomes (PL-TO) e Carlos Portinho (PL-RJ).

“Tanto eu quanto o senador Eduardo Gomes estávamos cotados, inclusive nos pusemos à disposição para abrir mão e apoiar um nome que seja consenso”, afirmou Portinho, líder do PL no Senado, ao R7.

A eleição está prevista para ocorrer em 1º de fevereiro de 2023, quando os novos congressistas tomam posse. Para ganhar a disputa, o candidato precisa de ao menos 41 votos dos 81 senadores da casa. A ideia do PL é fazer um contraponto à reeleição de Pacheco. No ano que vem, o partido terá a maior bancada — 14 senadores, contra 12 da atual legislatura.

Portinho acredita que haverá uma eleição “vencida por uma diferença pequena”. Pelas contas dos senadores do PL, Marinho já entra na disputa com aproximadamente 25 votos. O partido de Bolsonaro não abre mão de concorrer ao principal cargo do Senado, e afirma que, como maior legenda da casa, tradicionalmente deveria ficar com a liderança.

“Vejo uma conta apertada de placar, com uma definição na última semana, com pressão popular contando”, disse Portinho. Na avaliação do senador, há uma demanda da sociedade por representatividade na presidência do Senado, outra razão pela qual a base de Bolsonaro vai partir para a disputa.

Para consolidar o nome, os senadores do PL já iniciaram a campanha com Republicanos, PSC e PP, partidos da base do atual governo. Conversam ainda com lideranças de legendas como União Brasil e MDB, na tentativa de angariar mais votos.

Lançar o candidato próprio, no entanto, não é uma decisão simples. O PL arrisca, com isso, ficar sem espaço garantido na mesa diretora e, assim, ter o protagonismo derrubado, mesmo sendo a maior bancada da próxima legislatura. A hipótese não é temida por Portinho. “Não é a maneira que a gente deve se mover”, afirmou.

Apoio a Pacheco

Na outra ponta, o governo de transição do presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), manifesta apoio a Pacheco. Uma das condicionantes para que a bancada vote no atual presidente do Senado é que ele facilite a tramitação da PEC do estouro.

A reportagem apurou que há pelo menos 12 partidos com indicação de apoio a Pacheco. O senador Davi Alcolumbre (União-AL) é um dos articuladores da reeleição. Mas a tendência é que as conversas se intensifiquem a partir do ano que vem, com a posse de Lula.

Comentários


Continue lendo

Brasil

Mega-Sena de R$ 100 milhões é sorteada; veja os números

Publicado

em

Caso apenas um apostador leve o prêmio principal e aplique na poupança, ele receberá R$ 613,6 mil de rendimento no primeiro mês

A Mega-Sena com prêmio de R$ 100 milhões, acumulado há sete rodadas, foi sorteada neste sábado (3). O concurso 2.545 teve as seguintes dezenas: 20 – 23 – 32 – 36 – 39 – 57.

A Caixa deve divulgar daqui a pouco se houve vencedor do prêmio principal e o rateio.

Caso apenas um apostador leve o prêmio principal e aplique na poupança, ele receberá R$ 613,6 mil de rendimento no primeiro mês.

Para concorrer à bolada, basta ir a uma casa lotérica até as 19h e marcar de 6 a 15 números no volante; há ainda a opção de deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).

Comentários


Continue lendo

Brasil

PF deflagra operação contra comércio ilegal de armas

Publicado

em

Imagem ilustrativa/internet

Operação foi realizada nos estados de Mato Grosso do Sul e Paraná

A Polícia Federal deflagrou neste sábado (03) uma operação com o objetivo de reprimir o trânsito e comércio ilegal de armas de fogo e munições de grosso calibre desviadas de possíveis caçadores, atiradores e colecionadores (CACs). As investigações apontam que tais armas estariam registradas em nome de laranjas para, posteriormente, serem desviadas no interesse de organizações criminosas dedicadas à prática de crimes violentos.

A operação, batizada de Ópla, cumpriu um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão emitidos pela Justiça Estadual do Mato Grosso do Sul. Os mandados foram cumpridos em Campo Grande e em Medianeira (PR) e resultaram na apreensão de R$ 194,3 mil e de 1 pistola Clock calibre 9mm equipada com kit rajada.

A Operação Ópla é um desdobramento das investigações relacionadas à prisão em flagrante realizada no dia 04 de outubro de um CAC e na apreensão de três pistolas 9mm, quatro fuzis, munições, coletes balísticos com identificações falsas da Polícia Civil, dentre outros materiais.

Dentre as armas apreendidas estava um fuzil calibre 7,62×51 com numeração raspada. O exame pericial realizado no armamento revelou a numeração suprimida, o que possibilitou a identificação da real proprietária que é detentora de autorização CAC com outras armas registradas em seu acervo, dentre elas uma pistola da marca Glock, calibre .40 e uma pistola Taurus calibre .45.

Comentários


Continue lendo

Em alta