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Acre

‘Quatro crianças morreram porque o Governo não mandou remédio’, diz cacique

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 Denúncia partiu do cacique Antônio Kulina, de Santa Rosa.

denunciaKellyton Lindoso, da ContilNet 

O portal Agência ContilNet noticiou um manifesto realizado em frente à Casa de Saúde Indígena (Casai) na manhã desta quinta-feira (20). Segundo a publicação, diversas tribos indígenas se concentraram em frente ao órgão, em um ato de protesto.

Tribos de três estados – Boca do Acre (AM), Extrema (RO), e Sena Madureira, Santa Rosa, Manoel Urbano e Assis Brasil (AC) – se reuniram para exigir que mudanças na gestão sejam realizadas.

Só que a manifestação ultrapassa os limites abordados pelos principais sites de notícias do Acre: a restituição do diretor do órgão, Raimundo Costa.

O cacique Antônio Kulina, em entrevista à Agência ContilNet, relata que somente neste mês quatro crianças morreram em sua aldeia por falta de remédio. As crianças foram vítimas de uma virose e não resistiram.

“Nunca mandaram remédio para Santa Rosa. Já morreram quatro crianças porque não tem remédio. Nem na aldeia nem em postos de saúde; nem a prefeitura e nem ninguém ajuda”, relata o cacique.

Sobre as providências em relação a essas mortes de crianças, provocadas por uma virose sobre a qual não há maiores informações, um índio dispara: “A Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) é desse jeito”.

O descaso para com os índios já foi abordado pelo jornalismo da ContilNet. Em reportagem, a jornalista Silvânia Pinheiro denunciou a situação dos índios, bem como o descaso que estes sofrem.

De acordo com a jornalista, de dezembro de 2011 a fevereiro de 2012, pelo menos 22 crianças indígenas morreram no Acre, vítimas de um surto de rotavírus que atingiu várias aldeias em Santa Rosa do Purus.

A reportagem também tratou do avanço de doenças como desnutrição, hepatite B, malária, rotavírus, câncer, leishmaniose e tuberculose, “que ameaçam dizimar uma população que já amarga com a carência de medicamentos, hospitais e um tratamento humano adequado para suas condições sociais”, conforme a publicação.

Porém, desde a publicação da matéria jornalística, em março de 2012, até os dias atuais, nada mudou. E, de acordo com informações, manifestações como esta acontecerão até que a situação se resolva e o diretor da Casai seja exonerado.

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Acre

Acre fica fora dos 50 destinos mais desejados do Brasil em 2026, aponta índice nacional

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Levantamento destaca hubs turísticos e destinos de ecoturismo, mas nenhum município acreano aparece no ranking

Domingo no Acre será de calor e céu parcialmente nublado, com chuvas pontuais em algumas regiões, sem previsão de chuvas fortes/Foto: Raylanderson Frota

Nenhum dos 22 municípios do Acre aparece entre os “50 Lugares para Viajar no Brasil em 2026”, segundo o Índice de Visibilidade Turística (IVT), divulgado pelo Brasil em Mapas. O estudo traça um panorama dos destinos mais procurados do país em um cenário de crescimento do setor, com recorde no número de voos, aumento da circulação de turistas entre regiões e maior competitividade internacional.

O levantamento é baseado em dados públicos, plataformas globais de viagem e rankings internacionais, considerando quatro grandes dimensões distribuídas em 15 parâmetros. Entre os critérios analisados estão fluxo turístico, realização de grandes eventos, conectividade e acesso, porte de aeroportos, visibilidade internacional, avaliações de viajantes, presença em guias globais, diversidade de atrativos e capacidade de atratividade.

Entre os destinos que lideram o ranking estão grandes hubs internacionais como Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Salvador, Manaus e Recife, que mantêm forte presença no turismo nacional e estrangeiro.

Também ganharam destaque destinos impulsionados pelo ecoturismo e turismo de experiência, como Lençóis Maranhenses, Fernando de Noronha, Gramado, Jalapão e Florianópolis.

Segundo o estudo, segmentos como ecoturismo, praias menos exploradas, turismo em áreas de chapadas, festivais e roteiros no interior estão entre as tendências que mais crescem. A Amazônia surge como um dos polos de interesse, mas o desempenho dos destinos depende de fatores como acesso aéreo, infraestrutura e estratégias de promoção turística.

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Acre

No Acre, bancos reabrem a partir das 10h nesta Quarta-Feira de Cinzas

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No Acre, as agências bancárias voltam a funcionar a partir das 10h nesta Quarta-Feira de Cinzas (18), retomando o atendimento presencial ao público após o feriado de Carnaval. O horário segue a orientação nacional, que prevê a abertura a partir das 12h no horário de Brasília, o que corresponde às 10h no estado.

Em todo o país, os bancos permaneceram fechados na segunda e na terça-feira de Carnaval (14 a 17). Nas localidades onde o expediente normal se encerra antes das 15h, as instituições financeiras devem antecipar a abertura, garantindo pelo menos três horas de atendimento presencial aos clientes.

Com a suspensão do atendimento nos últimos dias, boletos de cobrança e contas de consumo com vencimento entre sábado (14) e terça-feira (17) podem ser pagos nesta quarta-feira sem acréscimo.

Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos seguem disponíveis para quitação por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).

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Acre

Rio Acre sobe 62 centímetros em 24 horas, aponta Defesa Civil

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Nível passou de 7,41 metros para 8,03 metros em Rio Branco, mas segue abaixo das cotas de alerta

Foto: Sérgio Vale

O nível do Rio Acre apresentou elevação entre a manhã de terça-feira (17) e quarta-feira (18), em Rio Branco, conforme boletins divulgados pela Defesa Civil Municipal de Rio Branco.

Na terça-feira, às 5h20, o rio marcou 7,41 metros, após registrar volume de chuva de 11,20 milímetros nas 24 horas anteriores. O nível permanecia abaixo das cotas de alerta (13,50 metros) e de transbordo (14,00 metros).

Já na manhã desta quarta-feira, às 5h18, o manancial atingiu 8,03 metros, indicando elevação de 62 centímetros em relação ao dia anterior. Nas últimas 24 horas, o acumulado de chuva foi de 13,20 milímetros.

Apesar da subida, o nível segue distante das marcas consideradas críticas pelas autoridades, que continuam monitorando o comportamento do rio.

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