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Quaest: desaprovação a Lula ultrapassa 60% em SP, RJ e MG; aprovação cai mais de 15 pontos na BA e em PE

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Presidente Lula — Foto: EVARISTO SA / AFP

Pela 1ª vez, desaprovação supera aprovação mesmo onde o presidente venceu as eleições em 2022, como Bahia e Pernambuco. Pesquisa foi feita em 8 estados que representam 62% do eleitorado brasileiro.

Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (26) aponta que o 3º governo do presidente Lula (PT) é reprovado por 50% ou mais dos eleitores em 8 estados pesquisados. De acordo com a pesquisa, a desaprovação supera os 60% em SP, RJ e MG e a aprovação cai mais de 15 pontos na BA e em PE, estados onde Lula venceu as eleições em 2022. Pela 1ª vez, a desaprovação do presidente numericamente superou a aprovação nesses dois estados.

A pesquisa Genial/Quaest, contratada pela Genial Investimentos, foi feita entre os dias 19 e 23 de fevereiro com 6.630 brasileiros de 16 anos ou mais nos seguintes estados: Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos em 7 estados, com a exceção de SP, em que é de 2 pontos para mais ou menos.

É a primeira vez que a Genial/Quaest inclui RJ e RS em suas pesquisas sobre a avaliação ao governo Lula. Os demais 6 estados possuem levantamentos anteriores (veja o histórico abaixo).

Veja os números de cada estado:

A desaprovação de Lula subiu 14 pontos em SP, de 55% em dezembro de 2024, para 69% no levantamento divulgado nesta quarta-feira. Aprovação caiu de 43% para 29%. Foram ouvidas 1.644 pessoas e margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos. Veja:

A Genial/Quaest realizou pela primeira vez pesquisa com eleitores do estado: 64% desaprovam a gestão de Lula, enquanto 35% aprovam. Foram ouvidas 1.400 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja:

Os eleitores mineiros indicam desaprovação de 63% ao governo Lula, crescimento de 16 pontos em relação aos 47% registrados em dezembro de 2024. A aprovação caiu 17 pontos: de 52% para 35%. Foram ouvidas 1.482 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja:

A desaprovação a Lula superou numericamente a aprovação pela primeira vez no estado: 51% desaprovam, enquanto 47% aprovam o governo federal. Houve crescimento de 18 pontos entre os que avaliam negativamente o petista e queda de 19 pontos entre aqueles que aprovam. Foram ouvidas 1.200 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja:

Assim como na Bahia, Pernambuco é outro estado em que a desaprovação supera a aprovação pela 1ª vez: 50% contra 49%, dentro da margem de erro, que é de 3 pontos para mais ou menos.

Em dezembro de 2024, a desaprovação era de 33%, aumento de 17 pontos para a pesquisa desta quarta, enquanto a aprovação era de 66% e sofreu queda para 49%, recuo de 16 pontos. Foram ouvidas 1.104 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja:

A desaprovação ao presidente subiu 15 pontos no Paraná: está em 68%, contra 53% no levantamento feito em dezembro do ano passado. A aprovação caiu 14 pontos: é de 30%, enquanto registrava 44% na última pesquisa. Foram ouvidas 1.104 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja:

A primeira pesquisa da Quaest sobre o tema com eleitores do RS indica desaprovação de 66% dos entrevistados com o trabalho de Lula, já 33% aprovam o seu terceiro mandato. Foram ouvidas 1.404 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja:

A desaprovação ao governo Lula subiu 14 pontos entre os entrevistados em GO: de 56% em dezembro de 2024 para 70%. Enquanto a aprovação caiu 13 pontos: de 41% para 28%. Foram ouvidas 1.104 pessoas e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou menos. Veja:

Popularidade em queda

Pesquisa Quaest indicou queda de popularidade de Lula em janeiro, quando o índice de desaprovação superou pela primeira vez, numericamente, a aprovação ao presidente em pesquisa nacional. Foram entrevistados 4,5 mil eleitores em todo o Brasil, na época.

Veja os números:

  • Aprova: 47% (eram 52% em dezembro);
  • Desaprova: 49% (eram 47%);
  • Não sabe/não respondeu: 4% (eram 2%).

Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, o que explica a reprovação histórica é a percepção dos eleitores sobre a condução da economia no país e as promessas de campanha do presidente.

“Primeiro, Lula não consegue cumprir suas promessas. Esse percentual sempre foi alto, mas chegou ao seu maior patamar em jan/25: 65%. Ou seja, mais do que gerar esperança, o atual governo produz frustração na população”, afirma Nunes.

Quaest: Desaprovação de Lula supera aprovação em 8 estados

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Jovem de 19 anos é morto a facadas e terçado em Rio Branco; corpo enterrado em cova rasa é encontrado pela polícia

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Suspeitos, um adolescente de 17 anos e uma garota de 14, foram apreendidos após confissão do crime motivado por ciúmes no conjunto habitacional Cidade do Povo. Polícia Civil localizou corpo após denúncia de desaparecimento.

Pedro Henrique, conhecido como “Sage”, de 19 anos, foi assassinado na noite de quarta-feira (24) no conjunto habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco. O corpo do jovem foi localizado enterrado em uma cova rasa na noite de sexta-feira (27), em uma área de mata próxima à rua Florindo Poerch, quadra 24.

Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por ciúmes. Uma adolescente de 14 anos atraiu Pedro até sua residência, onde o namorado dela, um adolescente de 17 anos, o atacou com uma faca e um terçado. Após o homicídio, o suspeito carregou o corpo nas costas e o enterrou na região de mata.

A família de Pedro registrou o desaparecimento na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) após o jovem não comparecer ao trabalho por dois dias. A polícia, então, iniciou as investigações e localizou os dois adolescentes envolvidos. O rapaz confessou o crime e indicou o local onde o corpo estava enterrado.

O local foi isolado para os trabalhos periciais, e o Corpo de Bombeiros auxiliou na retirada do cadáver, que foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames. Os dois adolescentes foram apreendidos e levados à Delegacia de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítima (DECAV) para os procedimentos legais.

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Representante do Acre destaca potencial das energias renováveis durante conferência em Manaus

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Evento reuniu cerca de 40 empresas e discutiu soluções para comunidades isoladas da região Norte

O presidente do Conselho de Consumidores de Energia do Acre, Ivan de Carvalho, participou da III Expo & Conferência sobre energias alternativas, realizada em Manaus, reunindo cerca de 40 empresas especializadas no setor elétrico.

O evento também contou com a presença do secretário de Estado Ronei Peixoto e do deputado estadual Sinésio Campos, que destacou o potencial do Amazonas na geração de energia por meio de gás, petróleo, fertilizantes e fontes renováveis, incluindo a produção oriunda de Urucu.

Durante a conferência, Ivan de Carvalho ressaltou a importância de investimentos em energias limpas e alternativas para atender comunidades isoladas da região Norte, que ainda dependem de fontes mais caras e menos sustentáveis, como geradores movidos a óleo.

Segundo ele, a troca de experiências com empresas e especialistas pode contribuir para levar soluções inovadoras ao Acre, especialmente para produtores rurais e moradores de áreas de difícil acesso. O representante também defendeu maior apoio do governo federal e do Ministério de Minas e Energia para ampliar o acesso à energia de qualidade.

Ainda em Manaus, Ivan participou de uma reunião extraordinária com presidentes de conselhos de consumidores de energia da região Norte. O encontro discutiu a atualização das entidades, a atuação dos representantes e a definição da data e dos temas de um novo evento, previsto para a segunda quinzena de outubro.

Ao final, Ivan avaliou de forma positiva a participação no evento, destacando a relevância do debate sobre alternativas energéticas, sobretudo em períodos de escassez hídrica, quando a oferta de energia pode ser comprometida.

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Remédios devem ter reajuste no preço de até 3,81% a partir de 1.º de abril

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A estimativa é do Sindusfarma e se baseia no cálculo definido todos os anos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos

O preço dos remédios deve ter reajuste médio de 1,95% a partir de 1º de abril. Segundo estimativa do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), o aumento anual deve variar entre 1,13% e 3,81%.

Assim, a alta média (1,95%) ficará abaixo da inflação medida pelo IPCA, de 3,81% no acumulado de 12 meses (março de 2025 a fevereiro de 2026).

A estimativa se baseia na fórmula de cálculo elaborada pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), ligada à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O governo federal ainda dará o aval ao índice de reajuste, que atinge 13 mil produtos. O aumento anual entra em vigor em 1.º de abril de 2026.

O reajuste não é automático nem imediato. Segundo o Sindusfarma, a concorrência entre as empresas do setor influencia os preços, já que medicamentos com o mesmo princípio ativo e da mesma classe terapêutica são oferecidos por diversos fabricantes e vendidos em milhares de pontos de venda em todo o país.

“O consumidor deve pesquisar os preços nas farmácias e drogarias antes de comprar o medicamento prescrito”, orienta Nelson Mussolini, presidente executivo do Sindusfarma.

“Dependendo da reposição de estoques e das estratégias comerciais dos estabelecimentos, esses aumentos podem demorar meses ou nem acontecer”, explica o executivo.

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