Por Aline Nascimento

Grupo roubou pertences e caminhonete de família na zona rural de Brasileia, em março do ano passado. Na ocasião, o grupo levou vários pertences da família, entre eles uma caminhonete.

Três homens e uma mulher foram condenados a mais de 80 de prisão em regime inicial fechado por assaltar uma família na zona rural de Brasileia, interior do Acre, em março do ano passado.

Além da prisão, a quadrilha foi condenada ainda a pagar R$ 100 mil em multa para as vítimas. A sentença é da Vara Criminal da comarca de Brasileia.

O grupo é acusado ainda de corrupção de menor, já que levou um adolescente no dia do crime. Os acusados são membros de uma facção criminosa, segundo a Justiça.

A decisão ainda cabe recurso. A defesa de Elias Silva da Silva disse que ainda não foi notificada e só poderá saber se vai recorrer do resultado quanto tiver acesso ao processo. O advogado pediu para não ter o nome divulgado.

Já as defesas de Erivan Oliveira da Conceição e Natiele Lima Pipa afirmaram que vão conversar com os clientes para saber se recorrem ou não do resultado. Os dois advogados também não quiseram se identificar.

Ainda segundo informações do processo, o grupo abordou as vítimas durante à noite na entrada da propriedade. As pessoas foram feitas reféns sob a mira de armas de fogo.

A Justiça destaca que as vítimas não tiveram chance de se defender e não conseguiram pedir por socorro. Os acusados fugiram com vários pertences e a caminhonete, que nunca foi recuperada.

“Porquanto as vítimas sofreram forte abalo psicológico, inclusive tiveram que mudar de residência, como também fazerem tratamento médico”, detalha o processo.

Uma quinta pessoa está presa atualmente na Bolívia. Essa pessoa também teria participado do roubo e pedido ajuda de comparsas de Rio Branco para ajudar na execução do crime.

“Praticou o roubo para levantar dinheiro para seu comparsa, com planejamento prévio e detalhado da rotina das vítimas e das facilidades de fuga para Bolívia, inclusive vindo comparsas de Rio Branco auxiliar no êxito da conduta criminosa”, diz ainda o processo.

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