Cotidiano
Punição ao Santos será gravíssima pelos rojões disparados no gramado. Até dez jogos sem torcida. E encaminhar o rebaixamento
Por: R7 Notícias
O STJD analisará o revoltante disparo de rojões ao gramado da Vila Belmiro. O Santos perdia por 2 a 0 para o Corinthians. O árbitro Leandro Vuaden acabou a partida aos 41 minutos do segundo tempo. Vergonhoso
São Paulo, Brasil
Uma punição exemplar e imediata. Podendo chegar a dez partidas sem torcida na Vila Belmiro.
Que pode ser o caminho do limitado time Santos ao rebaixamento para a Série B, fato inédito na história do clube que deu Pelé para o mundo.
E imediata.
Podendo chegar a dez partidas sem torcida na Vila Belmiro.
Que pode ser o caminho do limitado time Santos ao rebaixamento para a Série B, fato inédito na história do clube que deu Pelé para o mundo.Por conta do triste espetáculo de selvageria de vândalos infiltrados nas torcidas organizadas santistas, que impediram que o clássico contra o Corinthians acabasse no tempo normal.
Certos da derrota para o rival, a partida estava 2 a 0, esses ‘torcedores’ começaram a disparar rojões e atirar pedras em direção ao gramado. Os alvos eram os jogados do próprio Santos. O juiz Leandro Vuaden acabou o clássico aos 41 minutos do segundo tempo, por questões de segurança.
Os jogadores do Santos tentaram ir para o vestiário, mas tiveram de recuar para não serem atingidos pelos rojões e pedras. Ficaram esperando no meio de campo, com medo das organizadas santistas. E depois de dez minutos, tiveram de entrar no vestiário correndo. Por pura sorte não houve ninguém ferido. Depois, mais humilhação. O receio de invasão dos torcedores impediu que o técnico santista Odair Hellmann dessa entrevista coletiva.
Não será surpresa se ele pedir demissão ou for demitido.
O executivo de futebol, Paulo Roberto Falcão, também pode sair.
O técnico e o presidente Andres Rueda foram os mais xingados pelos vândalos.
Após a partida, nas ruas que circundam a Vila Belmiro, mais vexame.
Houve conflito das organizadas com a Polícia Militar, que temia um ataque ao ônibus dos jogadores santistas. A PM lançou bombas de efeito moral e gás de pimenta na torcida organizada.
O procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Ronaldo Piacente, vai pedir punição máxima ao Santos. Que são dez jogos na Vila Belmiro sem público. Ou interditar o estádio santista. Há dois agravantes contra o Santos. O primeiro é como as torcidas organizadas conseguiram entrar com rojões e pedras na Vila Belmiro.
O segundo é que o Santos é reincidente.
Em julho de 2022, um torcedor invadiu a Vila Belmiro e ficou à vontade para chutar Cássio, goleiro do Corinthians. O relato de Vuaden é claro.
“Aos 41 minutos do segundo tempo, quando a partida estava paralisada, torcedores do Santos FC localizados atrás da meta defendida pelo goleiro do Corinthians, Cássio Ramos, arremessaram diversos artefatos explosivos (rojões) em sua direção para dentro do gramado.
“Após três minutos de paralisação, diante do cenário de insegurança e pensando na integridade física dos atletas, da arbitragem e todos envolvidos na partida, encerrei a mesma.
“Informo ainda que, conforme artigo 195 parágrafo único da Lei Geral do Esporte, um relatório mais detalhado será enviado até 24 horas após o término da partida. Era o que tinha para relatar até o momento.”
Não era segredo para a direção santista que haveria fortes protestos das organizadas, caso o time perdesse o clássico. Mas mesmo assim, vândalos entraram no estádio com rojões e pedras. Essa situação é gravíssima.
O que aconteceu na Vila Belmiro envergonha o Brasil…
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Supercopa Rei será decidida em Brasília em 1º de fevereiro
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.
A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.
Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.
Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.
Últimos campeões
O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.
Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.
Supercopa Rei
Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.
Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.
A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - ESPORTES
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Mailza Assis prepara-se para assumir o governo do Acre em 2026 e pode se tornar a 2ª mulher a comandar o estado
Vice-governadora, que assumiria o cargo em abril com a saída de Gladson Cameli para o Senado, é apontada como candidata oficial à sucessão; perfil reservado e trajetória religiosa e política marcam sua ascensão

Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos nove meses à frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários. Foto: captadas
Poucas horas separam o Acre de 2026, ano em que a vice-governadora Mailza Assis (PP) deve assumir o governo do estado em abril, com a saída de Gladson Cameli para disputar uma vaga no Senado. Com uma trajetória que começou na Assembleia de Deus, passou pela prefeitura de Senador Guiomard (Quinari) e chegou ao Senado antes da vice-governança, Mailza é apontada como candidata oficial do Palácio Rio Branco para as eleições do próximo ano, podendo se tornar a segunda mulher a governar o Acre — após Iolanda Lima, em 1986-87.
De perfil reservado, fala baixa e postura considerada exemplar por aliados, ela teria conquistado a confiança do governador para a sucessão ainda no início do mandato. Conhecida por sua religiosidade e citada por profecias que anteviam sua ascensão, Mailza enfrentará adversários “à altura” em 2026, mas chega fortalecida pela máquina e pela articulação política do grupo no poder. Se confirmada, sua gestão promete “suavizar” o tom do governo, sem abrir mão do rigor administrativo que lhe é atribuído por quem a conhece de perto.
Trajetória incomum:
Nascida no Amazonas, Mailza chegou ao Acre ainda jovem, trabalhou como auxiliar administrativa na Assembleia de Deus e iniciou na política como secretária municipal em Senador Guiomard. Sua ascensão acelerou com a suplência no Senado (2015), titularidade (2019-2022) e eleição como vice-governadora em 2022.
Estilo de gestão:
Descrita como “doce, de fala baixa”, ela promete “suavizar” o governo, mas aliados alertam: “O espaço para erro é quase zero”. Conhecida por rigor administrativo, Mailza terá nove meses à frente do estado para construir sua imagem antes da campanha eleitoral.
Contexto político:
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Seria a segunda mulher a governar o Acre – após Iolanda Lima (1986-1987);
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Tem o apoio aberto de Cameli, que a escolheu como sucessora;
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Enfrentará adversários de peso em 2026, ainda indefinidos.
Fé e projeção:
Em entrevista recente, Mailza revelou ter recebido uma “profecia” sobre seu destino político. Sua trajetória é comparada à da cantora Damares – de origem humilde e ascensão ligada à fé.
Desafios:
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Consolidar liderança em um estado tradicionalmente masculino;
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Administrar a transição sem rupturas com a base de Cameli;
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Equilibrar discurso religioso com políticas de estado.
A partir de janeiro, Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos meses de 2026 frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários.
A trajetória de Mailza Assis reflete uma nova via de ascensão política no Acre: longe dos partidos tradicionais, alicerçada em redes evangélicas, trabalho discreto e lealdade a um grupo político hegemônico. Seu maior teste será governar sem a sombra de Cameli.

A vice-governadora Mailza Assis (PP) em abril de 2026, deve assumir o Governo do Acre com a renúncia de Gladson Cameli, que concorrerá ao Senado, e será a candidata oficial do Palácio Rio Branco à sucessão para o mandato seguinte. Fot: captada
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Cenário difícil no Senado e possível vaga no Ministério da Fazenda podem levar Jorge Viana a desistir da candidatura, avaliam articuladores
Ex-governador estaria cotado para substituir Haddad e evitar derrota eleitoral que mancharia sua trajetória; bancada acreana no Congresso já se movimenta em outras frentes

Ex-governador do Acre, cotado para substituir Haddad, evitaria possível derrota eleitoral e realizaria antiga ambição de comandar uma pasta no governo Lula. Foto: captada
As possibilidades de Jorge Viana (PT) desistir da disputa pelo Senado em 2026 são maiores do que se imagina, segundo análise de articuladores políticos. Além do cenário eleitoral desfavorável apontado por pesquisas e rodas de conversa, o ex-governador estaria cotado para assumir o Ministério da Fazenda no lugar de Fernando Haddad, movimento que evitaria uma segunda derrota consecutiva nas urnas e ofereceria uma saída honrosa para sua trajetória.
Viana, que já demonstrou interesse em integrar o primeiro escalão desde o primeiro governo Lula, tem sua vaidade destacada por críticos, que lembram suas declarações sobre o “fim do Acre” após sua gestão.
Contexto da especulação:
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Viana insinuou publicamente estar cotado para a Fazenda, cargo que almeja desde o primeiro governo Lula;
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Pesquisas internas e rodas políticas no estado apontam um cenário desfavorável para sua eleição ao Senado;
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Uma nova derrota (após perder para Mara Rocha em 2022) poderia manchar sua trajetóriapolítica.
Análise dos motivos:
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Vaidade e legado: Viana é conhecido por seu perfil altivo – chegou a dizer que “o Acre não existe mais, depois dele” – e um ministério seria uma saída honrosa sem risco de vexame;
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Cálculo eleitoral: A força do grupo de Gladson Cameli no estado e a ascensão de novas lideranças tornam a disputa pelo Senado incerta e desgastante;
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Ambição nacional: Comandar a Fazenda realizaria um sonho antigo e o recolocaria no centro do poder federal.
Posicionamento oficial:
Até o momento, nem Viana nem o Planalto confirmaram a movimentação. Assessores do petista dizem que ele “mantém o foco no projeto para o Acre”, sem descartar “qualquer chamado para servir ao país”.
A decisão deve ser tomada nos primeiros meses de 2026, após o lançamento das pré-candidaturas. Se Haddad deixar a Fazenda, Lula terá de escolher entre atender um aliado histórico ou priorizar a continuidade da política econômica.
A possibilidade revela um Jorge Viana mais pragmático que romântico, disposto a trocar uma batalha arriscada no Acre por uma posição de destaque nacional – mesmo que isso signifique adiar, ou abandonar, seu retorno ao Senado.


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