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Produtor condenado por incêndio na Boate Kiss vai para regime aberto

O ex-produtor musical Luciano Bonilha Leão, condenado pelo incêndio na Boate Kiss, teve a progressão para o regime aberto concedida pela Vara de Execução Criminal (VEC) Regional de Santa Maria nessa sexta-feira (30/1). A decisão foi assinada pela juíza Bárbara Mendes de Sant’Anna.
Ele estava no regime semiaberto desde setembro de 2025 e passou a preencher o requisito objetivo para a progressão ao regime aberto em janeiro deste ano, após o lançamento das remissões por trabalho e estudo com base no art. 126 da Lei de Execução Penal.
Com a decisão, Luciano passará a cumprir pena em regime aberto, inicialmente em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. A Justiça determinou a expedição do alvará de soltura e autorizou o trabalho externo, desde que compatível com as regras do novo regime.
A pena de Bonilha foi reduzida em agosto do ano passado, passando de 18 para 11 anos de prisão. O produtor cumpriu 28% da pena, o equivalente a 3 anos, 1 mês e 28 dias. Ainda restam 7 anos, 10 meses e 2 dias a serem cumpridos.
Na última terça-feira (27/1), a tragédia da Boate Kiss completou 13 anos. Luciano Bonilha era produtor musical e ajudante da banda Gurizada Fandangueira. Ele foi o responsável por comprar e acionar o artefato pirotécnico que deu início ao incêndio ocorrido em Santa Maria (RS), que resultou na morte de 242 pessoas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Banco do Brasil prorroga condições especiais para renegociação de dívidas até 30 de abril
Instituição renegociou R$ 1,7 bilhão em março, com mais de 180 mil acordos; clientes podem renegociar pelo aplicativo, WhatsApp, terminais ou agências

O cliente pode acessar o serviço pelo aplicativo BB, pelo WhatsApp (61) 4004‑0001. Foto: captada
BB estende prazo de renegociação de dívidas após mutirão nacional
O Banco do Brasil (BB) decidiu prorrogar até 30 de abril o prazo das condições especiais para renegociação de dívidas, após o bom desempenho das negociações realizadas ao longo de março. No mês passado, a instituição renegociou R$ 1,7 bilhão, resultado de mais de 180 mil acordos firmados com clientes em todo o país.
A extensão da iniciativa ocorre após a adesão ao mutirão nacional do setor bancário e, segundo o BB, reforça o compromisso da instituição com a recuperação da saúde financeira dos clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito. As condições especiais seguem disponíveis para pessoas físicas com pendências financeiras junto ao banco.
Canais de atendimento
As renegociações podem ser feitas por todos os canais de atendimento, sem necessidade de envio de documentos. O cliente pode acessar o serviço pelo aplicativo BB, pelo WhatsApp (61) 4004‑0001, nos terminais de autoatendimento, no site do banco, pela Central de Relacionamento ou diretamente nas agências.
Educação financeira
A iniciativa também integra o conjunto de ações do Banco do Brasil voltadas à educação financeira. Entre elas está a ferramenta Minhas Finanças, disponível no aplicativo do banco e utilizada mensalmente por mais de 7 milhões de clientes, que permite acompanhar gastos, planejar o orçamento e organizar compromissos financeiros. Segundo o BB, o objetivo é contribuir para a redução da inadimplência e estimular hábitos financeiros mais saudáveis.

A iniciativa também integra o conjunto de ações do Banco do Brasil voltadas à educação financeira. Foto: captada
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Pé-de-Meia beneficia 39 mil acreanos e alcança quase 65% da rede pública
O Acre registrou resultados com o programa Pé-de-Meia, que completou dois anos em 2026 e já beneficiou 39.161 estudantes do ensino médio, o que corresponde a 64,97% da rede pública do estado.
Desde a implementação, o número de alunos fora da escola caiu 43% no país, enquanto a taxa de reprovação escolar recuou 33% e o atraso escolar, conhecido como distorção idade-série, teve redução de 27,5% entre 2022 e 2025. A iniciativa faz parte de um esforço nacional que já beneficiou 5,6 milhões de estudantes em todo o país.
O programa oferece R$ 200 mensais aos estudantes que mantêm frequência escolar e um bônus de R$ 1.000 ao concluir o ano letivo, além de uma parcela extra para quem realiza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os valores podem ser utilizados para despesas do dia a dia ou guardados em poupança, incentivando a continuidade e a conclusão dos estudos.
Segundo dados do Ministério da Educação, o Pé-de-Meia reforça políticas de inclusão e equidade, beneficiando especialmente meninas e estudantes negros, com 51,5% e 72,9% do total de beneficiários, respectivamente. Em todo o Brasil, 56.929 estudantes indígenas receberam o incentivo desde o início do programa.
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PF prende dois homens com cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo em Boa Vista

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