Acre
Produção animal impulsiona economia do Acre com alta de 20% e movimentação de R$ 181 milhões em 2024
Na piscicultura, foram produzidas 2,3 mil toneladas de peixe em cativeiro. Os maiores produtores foram Brasiléia, Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves

Dados do IBGE mostram crescimento expressivo na pecuária leiteira e avicultura; aquicultura teve redução em volume, mas valor arrecadado aumentou 8%. Foto: captada
A economia acreana teve no setor pecuário e aquícola um dos principais motores de crescimento em 2024. Dados da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo IBGE, revelam que o segmento movimentou R$ 181 milhões no estado – um salto de 20% em relação ao ano anterior.
O desempenho foi puxado especialmente pela produção de origem animal (carne, leite, ovos e mel), que atingiu R$ 143 milhões (alta de 22,7%). Já a aquicultura (produção de peixes) contribuiu com R$ 38 milhões, registrando crescimento de 10%.
Os números reflectem investimentos em tecnologia, organização de cadeias produtivas e a crescente profissionalização dos criadores acreanos, consolidando o agronegócio como pilar estratégico para o desenvolvimento econômico regional.
Desempenho por segmentos
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Produção de origem animal: R$ 143 milhões (alta de 22,7%)
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Aquicultura: R$ 38 milhões (crescimento de 10%)
Destaques do agronegócio estadual
- Produção de leite: 37,1 milhões de litres (+4%)
→ Acrelândia mantém liderança como principal polo - Avicultura: 2,7 milhões de galináceos
→ Ovos: 10 milhões de dúzias (+34%)
→ Senador Guiomard responde por ⅔ da produção
Caprinos: +8%
Ovinos: +2,4%
Suínos: estabilidade (159 mil cabeças)
Mel: queda de 4% (com Senador Guiomard na liderança)
Aquicultura em transformação
Na piscicultura, foram produzidas 2,3 mil toneladas de peixe em cativeiro, queda de 7% em volume. Apesar disso, o valor arrecadado aumentou 8%, somando R$ 35,7 milhões. Os maiores produtores foram Brasiléia, Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves.
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Produção: 2,3 mil toneladas (-7% em volume)
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Valor arrecadado: R$ 35,7 milhões (+8%)
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Maiores produtores: Brasiléia, Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves
Os números refletem a consolidação do Acre como produtor de proteína animal na região norte, com especialização em avicultura e piscicultura, mesmo com desafios logísticos e climáticos típicos da Amazônia.
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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




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