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Cotidiano

Procuradoria da Fazenda reabre prazo para ingresso no programa de retomada fiscal

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Publicada nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial da União, a portaria 11.496 reabre os prazos para ingresso no Programa de Retomada Fiscal no âmbito da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, e dá outras providências.

Detalhadamente, a portaria reabre os prazos para ingresso no Programa de Retomada Fiscal no âmbito da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, instituído pela Portaria PGFN nº 21.562, de 30 de setembro de 2020, consistente no conjunto de medidas voltadas ao estímulo da conformidade fiscal relativa aos débitos inscritos em dívida ativa da União e do FGTS, permitindo a retomada da atividade produtiva em razão dos efeitos da pandemia causada pela Covid-19.

Poderão ser negociados os débitos inscritos em dívida ativa da União e do FGTS até 30 de novembro de 2021, e envio de débitos para inscrição em dívida ativa da União observará os prazos previstos em portaria anterior.

O prazo para adesão às modalidades de transação previstas em edital e portarias terá início em 1º de outubro de 2021 e permanecerá aberto até às 17h do dia 29 de dezembro de 2021.

Veja a portaria: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-pgfn/me-n-11.496-de-22-de-setembro-de-2021-346744711

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Cotidiano

Justiça determina reabertura de estrada histórica em Cruzeiro do Sul e suspende isolamento de comunidade

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Moradores do Estirão do Remanso obtêm liminar que obriga empresa Vibra Energia a retirar barreiras em via usada há mais de 60 anos; inspeção judicial está marcada para esta quarta (25)

A promotoria informou que a nova decisão suspende a interdição e obriga a empresa a retirar imediatamente qualquer barreira colocada no local, garantindo o livre trânsito até que haja uma nova decisão judicial. Foto: captada 

Moradores da comunidade Estirão do Remanso, em Cruzeiro do Sul, conseguiram na Justiça o direito de voltar a usar a estrada conhecida como “beiradão”, também chamada de passagem sobre os dutos. O caminho fica na área da empresa Vibra Energia, perto do antigo porto do governo e da antiga base da Petrobras. A via havia sido fechada em dezembro de 2025 por decisão judicial, o que acabou deixando a comunidade praticamente isolada .

Depois do bloqueio, os moradores organizaram um protesto, chegaram a fechar a estrada e procuraram o Ministério Público para pedir a reabertura do acesso. Eles entraram com uma ação na Justiça solicitando que o ramal fosse liberado novamente .

Mobilização comunitária

O presidente da comunidade, José Artemio Ferreira, falou sobre a mobilização: “A comunidade está de parabéns pela luta que nós tivemos… É lutando, batalhando pelos nossos direitos” . Ele lembrou que a estrada é usada há mais de 60 anos pelos moradores e destacou o apoio de lideranças, como Zé Maria, presidente do bairro Remanso .

Decisão judicial e inspeção técnica

A promotoria informou que a nova decisão suspende a interdição e obriga a empresa a retirar imediatamente qualquer barreira colocada no local, garantindo o livre trânsito até que haja uma nova decisão judicial . Também foi marcada uma Inspeção Judicial e Vistoria Técnica para o dia 25 de fevereiro de 2026, às 9h, no portão principal da base da empresa .

Reação dos moradores

Ao comemorar a decisão, Artemio declarou: “Deus é maravilhoso… A gente vai buscar, correr atrás toda a vida, batalhar pelo que é nosso” . Ele reforçou que a comunidade continuará cobrando das autoridades e do Judiciário sempre que for preciso. O líder comunitário também agradeceu à imprensa e aos meios de comunicação por darem visibilidade ao caso e ajudarem a levar a situação ao conhecimento público .

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Mesmo com desconto federal, seguro rural alcança poucos produtores no Acre

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O PSR é uma política pública que reduz o custo do seguro rural. O produtor contrata uma apólice junto a uma seguradora habilitada e paga apenas parte do prêmio

O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), ainda tem baixa adesão entre os produtores rurais do Acre. Foto: captada 

Mesmo com a possibilidade de reduzir custos e proteger a produção contra prejuízos climáticos, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), ainda tem baixa adesão entre os produtores rurais do Acre.

Em 2025, apenas 7 produtores contrataram seguro rural com apoio da subvenção federal no estado e o valor pago diretamente por eles em prêmio soma R$ 61,23 mil, enquanto o prêmio total das apólices chegou a R$ 111,32 mil. Todos os contratos registrados neste ano estão concentrados na pecuária.

O cenário repete uma tendência histórica de baixa participação. Ao longo de toda a série analisada pelo ac24agro, o Acre contabiliza 64 produtores atendidos pelo programa. O maior pico ocorreu em 2021, quando 10 produtores aderiram ao seguro rural. Naquele ano, o valor segurado alcançou R$ 6,48 milhões , com prêmio total de R$ 231,11 mil e R$ 165,84 mil pagos pelos produtores.

No acumulado histórico, o valor segurado no estado soma R$ 45.507.284,00. A pecuária concentra R$ 43,29 milhões, o equivalente a 94,18% do total, enquanto os grãos representam R$ 2,6 milhões, ou 5,82%.

Os números evidenciam que, apesar da existência de apoio financeiro federal, o seguro rural ainda é pouco utilizado no Acre, sobretudo quando se considera o universo de produtores existentes no estado. A adesão permanece concentrada em poucos participantes e praticamente restrita à pecuária.

Como funciona e como aderir

O PSR é uma política pública que reduz o custo do seguro rural. O produtor contrata uma apólice junto a uma seguradora habilitada e paga apenas parte do prêmio. O restante é subvencionado pelo Governo Federal, conforme o percentual definido para cada cultura ou atividade.

Para aderir ao programa, o produtor precisa procurar uma seguradora habilitada no PSR ou um corretor de seguros; escolher a modalidade de seguro adequada à sua atividade (pecuária ou agrícola, por exemplo); formalizar a proposta dentro do período de contratação estabelecido, e atender às exigências técnicas e cadastrais da seguradora. A subvenção não é paga diretamente ao produtor. O desconto já é aplicado no momento da contratação, reduzindo o valor que ele precisa desembolsar.

O seguro cobre perdas decorrentes de eventos adversos previstos em contrato, como problemas climáticos, dependendo da modalidade escolhida. Quanto maior o valor segurado e o risco da atividade, maior tende a ser o prêmio. É justamente nesse ponto que a subvenção federal atua para tornar o seguro mais acessível.

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Acre terá novo preço de referência para o etanol a partir de 1º de março; valor sobe para R$ 5,22 por litro

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Ato do Confaz oficializa reajuste no PMPF do álcool hidratado, base de cálculo do ICMS; alteração pode impactar preço final ao consumidor

De acordo com a publicação, o novo Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) para o Álcool Etílico Hidratado Combustível (AEHC) no Acre foi fixado em R$ 5,2225 por litro. Foto: captada 

O estado do Acre passará a adotar um novo valor de referência para combustíveis a partir do dia 1º de março de 2026. A mudança foi oficializada por meio do Ato COTEPE/PMPF nº 5, divulgado nesta quarta-feira (25) no Diário Oficial da União pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão ligado ao Ministério da Fazenda .

De acordo com a publicação, o novo Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) para o Álcool Etílico Hidratado Combustível (AEHC) no Acre foi fixado em R$ 5,2225 por litro . Esse valor é utilizado como base para o cálculo do ICMS, imposto estadual que incide sobre os combustíveis .

O PMPF serve como parâmetro para a cobrança do tributo e pode refletir tanto na arrecadação do Estado quanto no valor repassado ao consumidor nas bombas .

Ainda conforme o documento, os dados foram informados pelos próprios estados e passam a valer de forma uniforme em todo o país. No caso do Acre, não foram anunciadas alterações nos valores de referência para outros combustíveis, como querosene de aviação (QAV), gás natural veicular (GNV) e óleo combustível .

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