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Acre

Primeiro apoio oficial à pré-candidatura de Gladson Cameli veio do movimento sindical

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Partido Popular Socialista (PPS) no Acre, anunciou publicamente a deliberação do partido ao projeto encabeçado pelo senador

Rosana vive o terceiro mandato na CUT, sendo um como secretária geral e dois como presidente, a sindicalista acrescenta que o PPS aderiu ao projeto que visa desenvolver o estado (Foto Reprodução)

Redação Ac24horas

Dos nove partidos que vão compor com o Progressistas, do senador Gladson Cameli, na formação da chapa majoritária visando as eleições em 2018, o primeiro apoio oficial veio de uma líder de movimentos de massas, ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a categoria da educação no estado, a professora Rosana Nascimento, que em Congresso Estadual ocorrido no último dia 25, assumiu o comando do Partido Popular Socialista, o PPS, no Acre e anunciou publicamente a deliberação do partido ao projeto encabeçado pelo senador.

Formada em geografia com mestrado em Desenvolvimento Regional, Rosana vive o terceiro mandato na CUT, sendo um como secretária geral e dois como presidente. Participa dos movimentos sindicais desde 2003 e, atualmente, também preside o Sindicato dos Trabalhadores em Educação, o Sinteac.

Para ela, não existe nenhum simbolismo no que foi deliberado no Congresso do PPS quando o assunto é o posicionamento político pelo víeis partidário que estabelece essa divisão binária entre direita e esquerda.

“A minha manifestação é a favor do trabalhador, a posição do PPS estar relacionada ao sentimento de mudança no estado. Não dá para ficar na Frente Popular que se diz de esquerda, mas que segue contaminada por atos de direita, como a política privatizante, ditadura, perseguição aos servidores no direito de se expressar” comentou Rosana.

Para Rosana, não existe nenhum simbolismo no que foi deliberado no Congresso do PPS quando o assunto é o posicionamento político (Foto Arquivo oaltoacre)

A sindicalista acrescenta que o PPS aderiu ao projeto que visa desenvolver o estado, trazendo uma política de geração de emprego e renda que deve fortalecer o movimento social em defesa do trabalhador.

“Só haverá um movimento em defesa dos direitos dos trabalhadores e do ser humano, se existir empresas que gerem emprego. Esse é o nosso projeto, por isso deliberados em apoiar a pré-candidatura de Gladson Cameli”, acrescentou a presidente.

Para o senador Gladson Cameli a adesão de Rosana Nascimento e o grupo do PPS na sua proposta de governar o Acre, acrescenta a experiência de quem cobra mudança e está disposto a fazer transformação social.

“A Rosana tem uma bagagem política que dispensa apresentação, ela e o grupo do PPS só têm a somar no nosso mandato no Senado Federal. Estamos organizando de forma muito criteriosa um grupo de pessoas que esqueça o retrovisor, mas que olhe para frente. O Acre precisa de pessoas com capacidade de resolver seus problemas” disse Cameli.

 

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Acre

Gladson diz não poder “impedir” candidatura de Bocalom ao governo do Acre e reafirma apoio a Mailza Assis

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Governador diz que não pode impedir possível candidatura do prefeito Tião Bocalom, mas defende “chapa forte” com a vice-governadora

Governador reafirma apoio à vice-governadora Mailza Assis para sucessão estadual e defende união da direita nas eleições de 2026. Foto: captada 

O governador Gladson Camelí (Progressistas) reafirmou seu apoio à candidatura da vice-governadora Mailza Assis (Progressistas) ao governo do Acre em 2026, em meio ao cenário político que envolve a possível disputa do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL). Em entrevista à imprensa acreana, Camelí também confirmou sua pré-candidatura ao Senado.

Camelí comentou a movimentação de Bocalom, que deve se afastar da prefeitura em fevereiro — e não em abril, como a maior parte dos gestores com intenção eleitoral. O governador afirmou que não pode interferir na decisão do prefeito, mas destacou que trabalha para montar “uma chapa forte” com Mailza como candidata ao Palácio Rio Branco.

“Eu não tenho como impedir Bocalom de ser candidato, mas tenho que montar minha chapa. O que posso afirmar é que sou pré-candidato ao Senado e que Mailza é, sem nenhuma dúvida, a minha candidata ao Governo, e pronto”, declarou Camelí.

O governador também defendeu a união da direita como caminho viável para a sucessão estadual. “A união da direita seria ideal, mas não posso impedir ninguém de ser candidato. É a democracia que defendo até o último minuto”, concluiu.

Em meio à movimentação política para as eleições do próximo ano, o governador destacou que, embora não possa interferir na decisão de Bocalom, segue trabalhando para formar uma “chapa forte” com Mailza. Ele também confirmou na entrevista sua própria pré-candidatura ao Senado.

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Comece o ano fazendo o seu plano de negócios

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Sebrae disponibiliza ferramenta gratuita e digital para apoiar a gestão

Para auxiliar os pequenos negócios a evoluírem no mercado, o Sebrae disponibiliza uma plataforma totalmente digital e gratuita, dedicada à criação de planos de negócios, o PNBOX. São 14 ferramentas para o empreendedor construir um plano completo ou usar como quiser em seu momento atual.

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Acre

Governo federal libera R$ 2,3 milhões ao Acre para combater praga que ameaça plantações de cacau

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Convênio com o Idaf visa conter a monilíase, doença considerada uma das mais graves para a cacauicultura na Amazônia; ações de vigilância e erradicação serão intensificadas

Doença é uma das principais ameaças à cacauicultura na Amazônia; recursos serão usados em vigilância, prevenção, contenção e ações emergenciais até abril de 2027. Foto: captada 

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) celebraram um convênio de R$ 2.331.839,15 para o enfrentamento da monilíase do cacau, doença considerada uma das maiores ameaças à cacauicultura na região amazônica. Do total, R$ 2.261.883,98 serão transferidos pela União, e o estado terá contrapartida de R$ 69.955,17.

O acordo, publicado no Diário Oficial da União, visa atender ações emergenciais de prevenção, vigilância, contenção e erradicação do fungo Moniliophthora roreri, causador da doença. Os recursos serão aplicados em despesas correntes e de capital, com foco na proteção das áreas produtoras de cacau no estado.

O convênio foi assinado em 31 de dezembro de 2025 e terá vigência até 1º de abril de 2027. A medida reforça a atuação integrada entre os governos federal e estadual para conter a praga e preservar a cadeia produtiva do cacau no Acre.

Detalhes do convênio:
  • Valor total: R$ 2.331.839,15

  • Recursos federais: R$ 2.261.883,98 (97% do total)

  • Contrapartida do Idaf: R$ 69.955,17

  • Vigência: 31/12/2025 a 01/04/2027

Ações previstas:

Os recursos serão aplicados em vigilância fitossanitária, prevenção, contenção e erradicação da doença, com foco na proteção das áreas produtoras de cacau no estado.

Contexto da praga:

A monilíase do cacau ainda não foi registrada no Brasil, mas já avança em países vizinhos como Peru e Colômbia. Se introduzida, pode destruir até 90% da produção de cacau e cupuaçu, afetando pequenos agricultores e a economia regional.

Medidas emergenciais:

O convênio permitirá ao Idaf:

  • Reforçar barreiras fitossanitárias nas fronteiras;

  • Realizar inspeções e coletas em propriedades rurais;

  • Capacitar técnicos e produtores para identificação precoce;

  • Adquirir equipamentos para diagnóstico e controle.

O Idaf deverá apresentar um plano operacional detalhando as ações por município. Enquanto isso, a fiscalização em portos, aeroportos e estradas será intensificada para evitar a entrada do fungo no território acreano.

A detecção precoce é considerada crucial: caso a praga entre no Brasil, o Acre seria uma das primeiras rotas de entrada, devido à sua fronteira com o Peru – país onde a doença já está presente.

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