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Presos na Operação “Tabuleiro” no Acre eram membros do PCC

Operação Tabuleiro II foi deflagrada nesta quarta-feira (19) pelas polícias Federal, Civil e Militar. Mandados foram cumpridos nos municípios acreanos de Senador Guiomard, Cruzeiro do Sul e Rio Branco e em Guajará-Mirim (RO).

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Por Iryá Rodrigues

As polícias Federal, Civil e Militar deflagraram nesta quarta-feira (19) a Operação Tabuleiro II contra facções criminosas que atuam com narcotráfico e crimes violentos e operam dentro e fora do sistema prisional do Acre. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados judiciais expedidas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas de Rio Branco.

Entre os mandados foram dois de busca e apreensão e 16 de prisão preventiva, cumpridos nos municípios acreanos de Senador Guiomard, Cruzeiro do Sul e Rio Branco e em Guajará-Mirim (RO).

Conforme a polícia, os investigados exerciam importantes funções na facção sendo considerados chefes regionais.

Essa é a segunda fase da operação Tabuleiro. Na primeira, deflagrada em no dia 30 de julho do ano passado, foram cumpridos 52 mandados judiciais sendo 16 mandados de busca e apreensão e 36 de prisão preventiva contra membros da mesma organização criminosa, atuantes na capital acreana.

Na ação desta quarta, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), buscou desarticular uma célula da facção criminosa com atuação predominante no município de Senador Guiomard, no interior do Acre.

Ainda segundo a polícia, a maioria dos presos já respondia por crimes graves como roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Agora, eles devem ser indiciados pelo crime de integrar organização criminosa.

A ação faz parte da estratégia da FICCO-AC de combater as facções por meio do trabalho conjunto entre as forças de segurança pública e justiça criminal (Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Ministério Público-GAECO).

“A operação de hoje mira a prisão de integrantes de organização criminosa, que hoje atuam no estado do Acre. A Tabuleiro I mirou principalmente alguns integrantes dessa facção que exerciam suas atividades em Rio Branco e a operação de hoje visou desarticular uma célula dessa facção com atuação, principalmente, na cidade de Senador Guiomard. As investigações aqui da força integrada revelaram que existia uma célula dessa facção na cidade de Senador Guiomard, controlando a criminalidade daquela cidade”, disse o delegado da PF Otávio Fonseca.

O membro do Gaeco, promotor Bernardo Albano, falou sobre a importância da operação, que identificou e prendeu membros que ocupavam posição de chefia dentro da organização criminosa. Ele disse ainda que essas operações têm impactado na redução dos crimes no estado.

“O resultado para além dessa operação está aí na redução de 36% dos índices de mortes violentas intencionais nesse primeiro quadrimestre do ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Nessa operação tivemos o sucesso, que foi de prender várias pessoas que ocupavam funções de importância, pessoa responsável pela cadeia logística do entorpecente, que na verdade é o grande motor dessa atividade criminosa”, afirmou o promotor.

A ação faz parte da estratégia da FICCO-AC em combater as facções por meio do trabalho conjunto entre as forças de segurança pública e Justiça criminal – Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Ministério Público-GAECO.

A operação foi chamada de Tabuleiro – que na linguagem da facção investigada significa uma espécie de cadastro e identificação dos membros que integram a organização criminosa.

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Estatais federais encerram 2025 com déficit de R$ 5,1 bilhões

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Sede dos Correios e detalhes de agência da empresa, no Setor Bancário Norte, em Brasília

As empresas estatais federais encerraram o ano de 2025 com um déficit de R$ 5,1 bilhões, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (30/1).

O resultado primário negativo indica que as despesas dessas companhias superaram as receitas ao longo do ano, gerando necessidade de financiamento.

Apesar de representar melhora em relação a 2024, quando o rombo foi de R$ 6,7 bilhões, o desempenho é considerado elevado quando comparado a anos anteriores.

O saldo de 2025 ficou significativamente pior do que o registrado em 2023, quando o déficit das estatais foi de apenas R$ 656 milhões.

Em 2022, o resultado negativo havia somado R$ 4,8 bilhões, enquanto em 2021 o rombo foi de R$ 3 bilhões. A trajetória recente mostra que, mesmo com alguma redução frente ao pico observado no ano passado, as contas das empresas públicas seguem deterioradas em termos históricos.

O dado do BC considera apenas as estatais federais não financeiras e exclui grandes companhias e instituições financeiras, como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES.

Esses grupos ficam fora do cálculo da chamada necessidade de financiamento das estatais por possuírem características específicas de atuação e resultados próprios, o que poderia distorcer a análise do impacto fiscal das demais empresas públicas.

Entre as estatais que mais contribuíram para o resultado negativo em 2025 estão os Correios, que voltaram a registrar desempenho deficitário.

A situação da empresa tem sido acompanhada de perto pelo governo e por analistas, diante do aumento das despesas operacionais e dos desafios para ampliar receitas em um mercado cada vez mais competitivo.

O déficit das estatais federais reforça o debate sobre o papel dessas empresas no equilíbrio das contas públicas e sobre a necessidade de maior previsibilidade orçamentária. Resultados negativos recorrentes ampliam a pressão sobre o Tesouro Nacional e limitam a margem de manobra do governo para cumprir metas fiscais.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ex-âncora da CNN é preso, suspeito de participar de ato contra ICE

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© REUTERS/KYLIE COOPER – PROIBIDO REPRODUÇÃO

O jornalista e ex-âncora da CNN Don Lemon foi preso nos Estados Unidos por suposto envolvimento em ato de protesto contra o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).

O protesto ocorreu no início de janeiro, envolvendo dezenas de manifestantes que interromperam um culto na igreja Cities em St. Paul, na cidade de Minnesota, para criticar as ações do ICE contra estrangeiros em território estadunidense.

De acordo com a CNN dos Estados Unidos, onde ele trabalhou até 2023, Lemon alegou que estava na manifestação como jornalista, e não como manifestante.

A prisão ocorreu na noite desta quinta-feira (29), quando o jornalista estava no saguão de um hotel em Beverly Hills, onde se preparava para a cobrir o Grammy Awards.

Ataque à Primeira Emenda

Segundo o advogado do jornalista, Abbe Lowell, a prisão de Lemon foi um “ataque sem precedentes à Primeira Emenda” da Constituição dos EUA, que trata de liberdades fundamentais dos cidadãos contra a interferência do governo.

“Don é jornalista há 30 anos e seu trabalho, protegido pela Constituição. Em Minneapolis, não fez nada diferente do que sempre fez”, declarou o advogado ao lembrar que a referida emenda constitucional “existe para proteger jornalistas cujo papel é revelar a verdade e responsabilizar aqueles que detêm o poder”.

Na avaliação do advogado, a prisão de Lemon não passa de “uma tentativa transparente de desviar a atenção das muitas crises que a atual administração enfrenta”, disse ele referindo-se ao governo de Donald Trump.

“Em vez de investigar os agentes federais que mataram dois manifestantes pacíficos em Minnesota, o Departamento de Justiça de Trump está dedicando seu tempo, atenção e recursos a essa prisão”, acrescentou Lowell.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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Turistas ficam presos por horas no alto de torre em Balneário Camboriú

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Foto: Divulgação
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Um grupo ficou preso no topo da Super Gyro Tower, uma atração turística de Balneário Camboriú (SC) que tem 59 metros de altura. Uma família contou que entrou no brinquedo 12h50min e, duas horas depois, o problema ainda não tinha sido resolvido. Cerca de 40 pessoas, entre trabalhadores e turistas, esperam pela solução para poder descer. O caso aconteceu nesta sexta-feira (30/1).

Funcionários contaram aos visitantes que a trava de segurança foi acionada após uma queda de energia e que os técnicos tentam resolver a questão. Presos na cabine, os grupos relatam que o ar-condicionado já não dá conta e que o momento é de estresse.

Leia a matéria completa em NSC Total

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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